《Giselle: A Nova Vida Sem o Homem Impotente》Capítulo 41

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Capítulo 41

Mateus, com desdém, afirmou: "Que ela limpe a própria bagunça. Sem a família Araújo, essa Srta. Araújo não é nada."

Nesse momento, o telefone do escritório tocou.

Mateus atendeu, e do outro lado veio a voz da recepção: "Sr. Prado, tem uma senhorita aqui dizendo que veio da família Araújo e gostaria de encontrar-se com o Sr. Prado."

Ao ouvir que Giselle tinha chegado, Mateus recostou-se na cadeira do escritório e zombou: "Deixe-a subir."

"Certo, Sr. Prado."

A recepcionista desligou.

Logo, Wilma subiu as escadas e entrou vestindo um vestido branco que parecia com o de Helena e, no momento em que empurrou a porta, viu Mateus olhando para os papéis.

Sem sequer levantar a cabeça, Mateus zombou: "O que é? Veio implorar por clemência?"

"Sr. Prado... sou eu, Wilma."

Ao ouvir que a outra pessoa não era Giselle, Mateus franziu a testa.

De fato, quem apareceu foi Wilma, com uma expressão tímida e o rosto corado.

"Quem te mandou aqui?"

A voz de Mateus carregava um tom gelado.

Wilma ficou atônita, vendo que Mateus tinha uma atitude completamente diferente da noite passada.

"Sr. Prado, eu... eu vim para lhe agradecer por me permitir ingressar com sucesso na Universidade de Economia."

A voz de Wilma era quase inaudível.

Mateus, impaciente, disse: "Terminou?"

"Ter... terminei."

Olhando para a Wilma na frente dele usando as mesmas roupas que Helena, os olhos de Mateus ficaram ainda mais frios: "Se terminou, então pode ir embora."

Mesmo Wilma, que não era das mais espertas, percebeu que Mateus não estava de bom humor.

O assistente Bruno interveio: "Srta. Dias, por favor."

Wilma mordeu o lábio; ela sabia que Giselle tinha conseguido o favor de Mateus por causa de sua aparência semelhante à de Helena.

Se Giselle conseguiu, ela também conseguiria!

"Sr. Prado! Percebi que seu café esfriou, vou preparar outro para você!"

Dizendo isso, Wilma pegou a xícara de café da mesa de Mateus e, sem esperar uma resposta, correu para fora com a xícara.

"Sr. Prado..."

"Vá chamar a Elisa e diga a ela para me trazer a Giselle imediatamente!"

"Sim, Sr. Prado."

Enquanto isso, Elisa voltou para casa às pressas.

Lá estava Giselle, ainda de camisola, sentada na sala tomando seu chá da tarde.

Elisa, ansiosa, disse: "Giselle! Por que ainda está em casa? Não falei que hoje você deveria se desculpar com o Sr. Prado?"

"Essa foi uma promessa da própria tia, o que isso tem a ver comigo?"

Giselle bebeu seu café despreocupadamente e disse: "Eu não vou à coletiva de imprensa em três dias, e pedir desculpas ao Mateus, eu também não vou."

"Você! Como pode ser tão insensível? Sabe o quanto a retirada de investimento do Sr. Prado afetaria a empresa? Se você não se desculpar com o Sr. Prado, a empresa está acabada!"

"A tia não me disse sempre para deixar a empresa em suas mãos? Então, se algo der errado, a responsabilidade é sua, tia. Se a empresa estiver endividada, a tia... também terá que pagar."

"O que você disse?" Elisa ficou paralisada.

Giselle fingiu estar intrigada e disse: "A tia não sabia? Como viúva do meu pai, a menos que... a tia renuncie à herança do meu pai, então as dívidas da empresa também são sua responsabilidade."

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