《Giselle: A Nova Vida Sem o Homem Impotente》Capítulo 22

PUBLICIDADE

Capítulo 22

"Então, a Senhorita está fingindo ser uma ovelha para devorar o lobo?"

"Sim." Giselle respondeu com confiança, depois disse: "Não devemos alarmar o inimigo prematuramente. As provas devem ser coletadas lentamente; eles estão desviando tantos ativos da empresa que já estão afetando os interesses dos acionistas. Quando as provas estiverem completas e todas as conexões deles na empresa tiverem sido cortadas por nós, é quando eles serão mandados para a cadeia."

Sullivan olhou para Giselle por um momento e disse: "Senhorita... você parece um pouco diferente do que era antes."

A Senhorita de antes era gentil e sábia; embora inteligente, nunca havia se envolvido nessas manobras do mundo dos negócios.

Mas, agora mesmo, ao ouvir Giselle dizer isso, cada palavra parecia razoável.

Sullivan não pôde deixar de sentir admiração.

"Sullivan, você está na empresa há alguns anos, meu pai já o ajudou no passado, espero que você possa me ajudar agora."

"Eu vou ajudar a Senhorita; jamais deixarei que Tiago e a esposa prejudiquem a empresa deixada pelo Sr. Araújo."

"Ótimo."

"Mas......" Sullivan hesitou e disse: "Embora Tiago exagere, o Grupo Prado tem atacado constantemente o nosso Grupo Araújo, especialmente hoje."

"Hoje?"

Sullivan assentiu, explicando: "Hoje, o Grupo Prado retirou investimentos de vários projetos do nosso Grupo Araújo. Agora estamos com uma grande escassez de fundos, andando na corda bamba financeiramente. O departamento financeiro já começou a fazer as contas, e nossos recursos só durarão mais sete dias."

Sete dias......

Giselle fez uma careta.

Parece que Mateus está tentando se vingar por Helena e, de forma indireta, forçá-la a se submeter. "Falando em fundos, gostaria de fazer um empréstimo bancário."

Sullivan franziu a testa: "Pedir um empréstimo ao banco? Isso é muito arriscado, eu pessoalmente não recomendaria."

"Pense em uma maneira de pegar quinhentos milhões emprestados do banco e, primeiro, resolva aquele projeto imobiliário de quinhentos milhões do qual Mateus se desfez antes. Quanto ao financiamento dos outros projetos, eu cuidarei disso."

"...Senhorita, são quinhentos milhões; o banco pode não concordar e, além disso, precisamos de fundos para financiar muitos outros projetos."

"Me dê um relatório detalhado, e em sete dias eu te darei uma resposta."

"...Sim."

Sullivan respondeu com a boca, mas não achava que Giselle pudesse levantar tanto dinheiro em sete dias.

A menos que...... a Senhorita cedesse ao Sr. Prado.

À tarde, Giselle deixou o Grupo Araújo. Uma pessoa que Mateus havia designado para vigiar Giselle entrou em contato com o Ass. Bruno, que estava no escritório do Grupo Prado.

O Ass. Bruno, após receber a mensagem, se dirigiu ao escritório nervosamente.

Mateus, sem levantar a cabeça, perguntou: "E então? Ela decidiu se submeter?"

"...A Srta. Araújo, após deixar a empresa, foi às compras."

"Às compras?"

Mateus olhou para cima, sua testa se franzindo involuntariamente.

Será que essa Giselle estava fora de si?

A empresa estava em um problema tão grande, mas ela ainda tinha coragem de ir às compras?

"Sr. Prado......"

Mateus bufou friamente: "Que senhorita desmiolada que só sabe gastar dinheiro e se divertir! Bem, já que ela não quer se submeter, não preciso mais ter pena. Vamos apertar ainda mais, para que ela saiba as consequências de me provocar."

"Mas Sr. Prado, a Velha Senhora não ficaria feliz..."

Mateus lançou um olhar frio para o Ass. Bruno, dizendo em tom severo: "Quando Giselle agrediu Helena, ela já deveria saber as consequências! Agir assim contra ela, já é por respeito à minha avó."

"...Sim, Sr. Prado."

Bruno foi recuando lentamente, mas Mateus, de repente, pensou em algo e pediu para parar: "Espere!"

"Sr. Prado, há mais alguma coisa que deseja?"

"Se a Giselle quiser me ver, diga que eu não estou disponível."

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia