《Giselle: A Nova Vida Sem o Homem Impotente》Capítulo 14

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Capítulo 14

"Giselle, Mateus foi simplesmente enfeitiçado por essa mulher da família Torres; fique tranquila, eu vou fazer com que ele lhe peça desculpas devidamente. Você é a nora que eu escolhi para a família Prado, e ninguém vai mudar isso."

A voz da Velha Sra. Prado era cheia de carinho, e Giselle sorriu e disse: "Velha Senhora, já que o Sr. Prado tomou sua decisão, não tenho mais nada a dizer; desejo-lhe felicidades com a Srta. Torres." Dizendo isso, Giselle levantou-se e disse: "Velha Sra. Prado, se precisar de mim no futuro, continuarei vindo cuidar da senhora, mas... o meu noivado com o Sr. Prado, acho que podemos considerá-lo encerrado."

"Giselle......"

A Velha Sra. Prado ainda queria persuadir com algumas palavras, mas Giselle balançou a cabeça e disse: "Velha Sra. Prado, tenho algumas questões para resolver em casa, preciso ir agora. Outro dia venho visitá-la."

Com isso, Giselle virou a cabeça e saiu.

A Velha Sra. Prado olhou para as costas de Giselle que partia e não pôde deixar de respirar fundo.

No passado, Giselle não era uma moça que agia sem ponderar as consequências.

Do lado de fora, assim que Giselle abriu o grande portão da família Prado, foi pega de surpresa por uma sombra que cobriu sua boca e nariz.

Instintivamente, Giselle tentou pegar a pequena faca escondida na manga, mas avistou o brasão da família Prado na roupa do homem.

Ao ver que se tratava de um dos homens de Mateus, Giselle guardou a faca e fingiu ter sido sequestrada por um ataque sorrateiro.

Afinal de contas, mesmo que Mateus não gostasse dela, ele nunca faria nada para prejudicá-la naquele momento.

Como esperado, o homem não fez nada de mais, apenas a levou para outra limusine preta de Mateus.

No carro, Giselle fingiu estar desacordada, e depois de um tempo, sentiu que estava sendo carregada. 'Ding dong-

O som do elevador chegou aos ouvidos, igual ao som do elevador do Royal Hotel.

Mateus a trouxe para o hotel?

"Sr. Prado, a trouxemos."

"Entre."

Lá dentro, um cheiro pungente de tabaco penetrou em sua boca e nariz, e Giselle prendeu a respiração ao ser jogada na cama macia.

Enquanto Giselle estava nervosa, a voz de Mateus soou ao lado: "Acordem ela."

"Sim."

O segurança jogou um balde de água fria em Giselle, que imediatamente abriu os olhos.

A luz do quarto era tênue, e a luz amarelada do abajur dava um tom um tanto íntimo.

Giselle já estava encharcada até a pele e seu corpo doía como se ela tivesse sido raspada com uma faca; ela fingiu raiva: "Mateus, você não acha que isso é demais?"

"Demais?"

Mateus deu uma risada fria: "Helena já é frágil fisicamente, e tem um temperamento forte. Depois de ser humilhada pela avó, ela está no hospital em coma. Srta. Araújo, quando você delatou, não achou que estava sendo demais?"

"Mateus Prado, eu não delatei."

Ao ouvir Giselle chamar seu nome, Mateus de repente estendeu a mão e apertou a mandíbula de Giselle, dizendo: "Você acha que eu vou acreditar? Hein? Giselle, você quer tanto ser a esposa do Grupo Prado; se eu mandar publicar todos os seus escândalos na internet esta noite, a avó ainda vai permitir que você entre na casa da família Prado?"

Diante dessas palavras, os olhos de Giselle ficaram frios.

Destruir sua reputação?

Sua reputação havia sido arruinada há muito tempo por aquele sequestrador nojento em sua vida anterior!

Antes, ela valorizava sua pureza acima de tudo.

Ela queria oferecer a Mateus um corpo limpo e intacto.

Mas justo no momento em que o sequestrador a violentou em sua vida passada, aquela Giselle ingênua e tola já havia morrido.

Que reputação?

Que honra?

Desde que pudesse sobreviver, ela estava disposta a abrir mão de tudo.

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