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《Adeus ao Ritmo da Traição》Capítulo 31 (Fim)

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Capítulo 31 (Fim)

Quatro anos depois, Aeroporto Internacional de Hong Kong.

— Bem-vinda de volta, Cecília!

— Cecília Cavalcante, estamos ansiosos pelo seu show de retorno no Coliseu! Não esquecemos nossa promessa!

Para reencontrar esses fãs de quem estivera longe por tanto tempo, Cecília fez questão de não usar a passagem VIP.

Olhando para aqueles rostos, alguns jovens, outros mais velhos, ela sentiu-se profundamente comovida.

Enquanto recebia várias cartas escritas à mão, ela parou diante de duas garotas.

— São vocês.

Eram as mesmas três fãs que ela encontrara perto do

Liberty Bell

, na Filadélfia, quatro anos antes. Cecília olhou para as duas jovens, que estavam com os olhos marejados, e estendeu a mão voluntariamente.

— Acho que desta vez eu finalmente posso dar um autógrafo para vocês, não é?

Ao ouvir isso, as garotas choraram: — Você realmente ainda se lembra de nós!

Cecília sorriu suavemente: — Como eu poderia esquecer? Vocês me deram muita força naquela época. Onde está a outra?

Uma das garotas respondeu prontamente:

— Ela tem uma entrevista de emprego muito importante hoje e não pôde vir, mas pediu para te dizermos uma coisa sem falta.

— O quê? — Cecília inclinou-se para ouvir.

As duas garotas trocaram um sorriso cúmplice:

— Ela disse: "Nós sabíamos que você voltaria. Jamais esqueceremos nossa promessa e sempre estaremos aqui para te apoiar!"

Nesse momento, todos os fãs presentes no saguão gritaram em uníssono, como se tivessem ensaiado:

— Cecília Cavalcante, bem-vinda ao lar! Estaremos sempre atrás de você, sempre te apoiando!

Cecília olhou para cada um daqueles rostos sinceros e sentiu os olhos arderem. Em seguida, ela recuou um passo e fez uma reverência profunda para todos.

— Obrigada. Vamos tirar uma foto juntos? Espero que, daqui a dez ou vinte anos, eu ainda tenha a honra de cantar para vocês.

...

Assim que Cecília desapareceu da vista do público, várias hashtags com seu nome explodiram nos tópicos mais comentados das redes sociais:

"A Rainha Cecília Cavalcante retorna com força total; a estrela dos musicais faz sua primeira performance oficial no país!"

"Cecília volta ao topo assim que aparece; quatro anos de hiato e sua popularidade continua imbatível!"

"Uma promessa de dez anos: o amor mútuo entre Cecília e seus fãs!"

Nos comentários, o clima era de celebração absoluta:

"Meu Deus, a deusa voltou! Finalmente! Eu vi o musical dela no exterior e o nível é surreal, ela evoluiu demais."

"Essa é a mulher chinesa que ganhou um Tony na Broadway! Até os gringos ficaram obcecados por ela."

"Como assim? Ela mal chegou e os ingressos para o show esgotaram em menos de um segundo?"

"Eu nem tinha reparado, mas várias músicas famosas de outros artistas foram compostas por uma tal de 'Cecilia'. Lembro que o nome inglês da Cecília Cavalcante é Cecilia Cheung?"

...

Enquanto isso, na Mount Nicholson Road, nº 8.

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Gustavo Gouveia, vestindo roupas casuais pretas, abraçou Cecília de forma contida, mas repleta de saudade. Ele lhe entregou um grande buquê de lavandas roxas. Somente após a separação deles é que ele descobriu que, na linguagem das flores, a lavanda roxa significa "esperar por um amor sem esperança".

Cecília aceitou o presente com naturalidade, usando um tom familiar de velha amiga:

— Obrigada.

— Não há de quê.

Gustavo tirou um ingresso de show do bolso, tentando parecer despreocupado.

— Conversei com os outros membros e decidimos dissolver a banda. Agora cada um tem seu próprio foco na vida ou na carreira. Talvez deixar a

Wildfire

guardada na memória seja o melhor caminho.

Ele balançou o ingresso:

— Este é o nosso show de despedida. Reservei o melhor lugar para você. Você vem?

Cecília pegou o ingresso e assentiu:

— Se eu conseguir um tempo na agenda, com certeza irei. Combinado?

— Combinado. — Gustavo sorriu.

Ele abriu os braços novamente: — Então, um último abraço. De agora em diante, vou me aposentar dos palcos e ser apenas o "CEO autoritário" da empresa.

Cecília não recusou. Ela o abraçou e sussurrou:

— Obrigada, Gustavo. Eu sei que, no ensino fundamental, foi você quem deu uma lição naqueles garotos que zombavam de mim.

Gustavo estancou, surpreso, e então a abraçou com força. Ele finalmente disse as palavras que não tivera a chance de dizer em doze anos:

— Eu te amo, Cecília.

...

Três dias depois, no Coliseu de Hong Kong (Hung Hom). Show de despedida da banda

Wildfire

.

Gustavo estava sentado em um banco alto, com um feixe de luz suave iluminando seu rosto impecável. Mesmo perto do fim do show, a plateia continuava lotada. No entanto, o assento exclusivo no centro da primeira fila permanecia vazio.

Gustavo baixou a cabeça e deu um sorriso melancólico. Ele disse ao microfone:

— Esta é a última música da minha carreira como ídolo. Quero cantá-la para a pessoa mais importante da minha vida. Quando somos jovens, achamos que o amor é fácil de alcançar, mas só depois de perder é que entendemos que certas pessoas, uma vez que se vão, nunca mais voltam.

— Por isso, quero cantar

"Amanhã, Hoje"

(Ming Nin Gam Yat), do Eason Chan.

As luzes se apagaram levemente e a voz rouca de Gustavo começou a ecoar pelo estádio:

“... No dia de amanhã, que eu não perca mais o sono... Se tivermos a sorte de nos encontrar, talvez seja no banquete de casamento de um amigo comum, onde esperarei ansioso pela sua aparição... No dia de amanhã, não te vejo há quatro anos, quem teria coragem de mudar? ...”

Nesse momento, Cecília estava do lado de fora do estádio. A brisa soprava seus longos cabelos, exatamente como anos atrás. Ao som da voz emocionante de Gustavo que escapava da arena, Cecília fez um desejo:

— Que cada casal seja corajoso; que cada promessa feita seja um amor sincero que não mude com o passar dos anos.

— FIM —

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