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《O Erro Fatal do Capitão》Capítulo 5

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— Lucca, você colheu o que plantou. Você mesmo destruiu nosso amor e sua carreira. Eu não tenho nada a ver com isso.

— Eu sei que foi minha culpa! Eu prometo que vou mudar, vou te tratar como você merece. Vou recomeçar do zero, arranjar um emprego... vamos começar de novo, por favor?

Ele agarrou minha mão com desespero, mas eu me soltei bruscamente e recuei.

— Começar de novo? Impossível. Eu te amei tanto que daria minha vida por você, mas no momento em que você me traiu, não sobrou caminho de volta. Vá embora e não me procure mais.

Ele ainda tentou insistir, mas meu pai apareceu na porta e o encarou friamente:

— Lucca, pare de incomodar a Sâmia. Você não é bem-vindo nesta casa. Se não sair agora, eu chamo a polícia.

Lucca me olhou com olhos carregados de dor e angústia, mas finalmente entendeu que meu perdão era algo que ele nunca mais teria.

Ele ficou parado por um longo tempo antes de finalmente dar as costas e partir.

Mais tarde, soube que Lucca deixou a cidade. Sem ter para onde ir, acabou aceitando empregos braçais em lugares distantes.

Aquele que antes era o respeitado Capitão Lucca agora vivia na base da pirâmide social, sofrendo humilhações e desprezo.

Ele tentou me contatar de várias formas — cartas, e-mails — mas eu nunca respondi; joguei tudo no lixo.

Dizem que ele vive de forma miserável, bebendo para esquecer e chamando pelo meu nome no auge da embriaguez.

Dizem também que ele procurou Viviane para tentar uma reconciliação, mas ela, carregando um ódio mortal por ele, o expulsou com ofensas e gritos.

Ao ouvir essas notícias, não senti qualquer emoção.

Ele e Viviane apenas provaram do próprio veneno; a solidão era a punição justa por terem traído quem mais os amava.

Após as festas de fim de ano, decidi deixar a cidade e me mudar para uma metrópole.

Eu precisava de um novo cenário para recomeçar minha vida.

Meus pais, embora com o coração apertado pela saudade, apoiaram minha decisão; eles sabiam que, se eu ficasse, as lembranças amargas continuariam a me assombrar.

Ao me despedir, minha mãe me entregou as malas e me deu um último conselho: — Se cuide nessa cidade grande. Coma bem e não deixe ninguém te diminuir. Se algo acontecer, volte logo para casa.

— Eu sei, mãe. Abracei-a com os olhos marejados. Apesar da traição sofrida, eu ainda tinha o amor incondicional dos meus pais, e isso era o suficiente.

No dia da partida, o sol brilhava intensamente. Olhei pela última vez para o lugar onde vivi por tantos anos. Não senti nostalgia, apenas uma expectativa vibrante pelo futuro. Aquelas memórias dolorosas, como névoa ao amanhecer, finalmente estavam se dissipando sob a luz de um novo dia.

(Fim)

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