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Conectados.
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Depois que humanos foram, ratos fedorentos ocuparam. Quente, roem madeira. O pardal não gosta de ratos.
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Humanos não vigiam atrás.
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Humanos não sabem que conecta.
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"Irmão César, funciona." Letícia quis dizer.
César planejou a ação.
Ao anoitecer, com ordem, os reforços atacaram. Douglas entrou.
Letícia ficou com os pássaros e gatos.
Sentada, com binóculos, olhou.
Tiros silenciosos, gritos. Um sequestrador pulou, correu para a van, tentou ligar, não funcionou.
"Carro ruim!"
Antes que fugisse, Douglas o pegou.
Vendo, Letícia sentiu algo puxando sua perna. A gata.
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MaoMao foi para a fábrica.
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"O quê?" Ela olhava, não vira.
O rajado falou: '
Por trás.
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Letícia ficou brava.
MaoMao ouvira o plano.
"Vamos atrás." Letícia deixou os binóculos, seguiu.
O rajado e a gata seguiram.
Os pardais guiaram.
Logo, chegaram atrás. Olhou para o segundo andar. Subir sem confronto era difícil.
O pardal voou, voltou.
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Gato e mulher ali.
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Humano com faca.
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"Um só? E o outro?"
O outro pardal voltou.
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Pegaram dois, dois se esconderam.
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Ir ao segundo andar, risco.
Letícia pegou um pedaço de madeira.
Sem spray, madeira.
A gata entrou, o rajado ficou.
A gata verificou, voltou, guiou. Evitando perigos, subiram. Mas no segundo andar, uma mão a cobriu.
Ao tentar se debater, voz baixa: "Leti, sou eu."
César. Letícia soltou.
Se perigo, os animais teriam alertado. Mas como era conhecido, não.
César sussurrou: "Pedi para esperar. Por que veio?"
"MaoMao veio. Vim ver."
Explicando: "A Sra. Zhang está na última sala. Pelo pardal, perigo."
"Não venha mais. Perigoso." César falou preocupado.
Nesse momento, a gata e o rajado voltaram, quebrando o clima.
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Irmã, ninguém.
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"Entendi." Letícia acariciou.
A gata e o rajado foram na frente, os pardais atrás.
A fábrica abandonada há anos, poeira, cheiro de ferrugem, mofo. Porta de madeira podre, não aguentaria peso.
Sem isolamento.
Chegando, ouviram vozes.
"Zhang Yin, namoramos. Dê cinquenta mil, solto." Homem com faca, tremendo.
"Covarde! A polícia veio. Sem saída. Pare." Mulher amarrada, machucada, tentou levantar, falhou.
"Covarde por sua culpa. Pedi dinheiro, não deu. Se desse, não acontecia. Se morrer, levo você."
Li Qin, olhos vermelhos, avançou.
Amarrada, não podia se defender. MaoMao pulou, mordeu seu braço. Unhas aparadas, pouco dano.
Doído, Li Qin jogou MaoMao.
MaoMao bateu na parede, caiu, sangue na boca.
"MaoMao!"
A Sra. Zhang, vendo, tentou ir.
Li Qin, vendo lágrimas, pegou o gato. "Se gosta, mando junto."
A faca não atingiu. A porta foi arrombada, tinta caindo.
César deu um chute.
Li Qin caiu, o gato escapou.
Antes que reagisse, César o imobilizou, algemou.
Depois, desamarrou a Sra. Zhang.
Letícia foi até MaoMao.
Sangue ainda saía.
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Dói, muito. MaoMao dói.
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Mamãe, irmã, MaoMao vai para o planeta Miau?
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