localização atual: Novela Mágica Fantasia Romance Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras CAPÍTULO 61: Pequena Ideia

《Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras》CAPÍTULO 61: Pequena Ideia

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A fábrica estava em ruínas, portão enferrujado. Pelo vão, via-se a van.

O prédio de dois andares, abandonado, janelas quebradas.

Com medo, Letícia e César pararam no bosque.

Sem cobertura, aproximar-se seria perigoso. Pelo rajado, havia vários sequestradores.

Longe, não viam dentro.

Sem saber, não podiam agir. Com espingardas, a vítima corria risco.

Douglas, com mapa, correu. "Capitão, o mapa. E binóculos. O Diretor Song enviou reforços, cercaram. Aguardam ordem."

César abriu o mapa.

O primeiro andar era produção, lados depósito, atrás sala e escritório.

Da posição, não viam a sala.

"Escolheram bem. Abandonada, escondida, visibilidade. Se agirmos, veem. A menos que saibamos dentro." Douglas falou irritado.

César não respondeu, pegou os binóculos.

Douglas continuou: "Viu algo?"

"Não são comuns. Espertos, não se expõem. Usam ângulos cegos. Não vi nada." César falou calmo.

Letícia foi até os pardais.

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Aqueles humanos fizeram mal? Tantos, com espingardas.

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Tia, fugimos? Se brigarem, machucam.

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Medo? Longe. Depois, contamos aos outros.

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"Viram os humanos?" Letícia interrompeu.

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Tia, que voz?

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Tia, humana entende? Primeira vez.

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Um pardal, curioso, voou, pousou em sua mão.

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O pardal viu. Humanos maus, quase atropelaram a tia, xingaram.

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Trouxeram mulher colorida. Ficam há dias. Um sai para comprar comida, volta com baldes.

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Humanos barulhentos foram embora, agora vieram.

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Humana cheirosa, veio pegá-los? Pegue! À noite fazem barulho. Uma noite, a mulher fugiu, mas a pegaram, bateram.

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Letícia não imaginou. A mãe de MaoMao tentou fugir, apanhou.

Sua testa pulou. "A mulher está bem?"

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O pardal não sabe.

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A tia, olhando, voou, pousou.

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Este pardal sabe.

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O pardal entrou, viu. Mulher machucada. Humanos falaram: não pode morrer, senão sem dinheiro. Compraram remédio.

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Viva.

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Ouvindo, Letícia relaxou.

Olhando para César, ele deu o celular. Letícia aumentou o brilho. "Quem compra é este?"

O pardal bicou a foto.

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Humano de boné, não vi bem. Mas a mancha igual.

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"Irmão César, pelo pardal, o sequestrador é o namorado. Mas não é o chefe. Senão, não faria compras, cartas."

"Exato. Só pequenos roubos." César olhou fixo.

Letícia ficou sem graça. "Irmão César, há algo?"

"Não. Só pensei que é pena não entrar para a polícia." César falou, Douglas chegou.

"Capitão, a Tatiane investigou. O namorado é desempregado, joga. Um mês antes, devia cinquenta mil."

"Pequenos roubos não pagam. Daí a ideia."

"Enviaram e-mail, a Sra. Zhang está segura por agora. Agir é difícil, alertaria. Diga aos reforços para ficarem. À noite, explorem. Segurança primeiro."

Letícia não odiava a polícia, só regras. Ouviu, sorriu.

Ouvindo, antes que Douglas saísse, levantou a mão. "Tenho uma ideia."

"Fale." César olhou esperançoso.

"Podemos usar animais. Humanos não desconfiam. Assim, temos informações, sem alertar."

Ouvindo, Douglas animou-se, pegou a mão de Letícia. "Senhorita Letícia, ótima! Resolve. É nosso amuleto. Com você, tudo é mais fácil."

César olhou para as mãos, tossiu.

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