localização atual: Novela Mágica Fantasia Romance Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras CAPÍTULO 59: Coruja Rebelde

《Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras》CAPÍTULO 59: Coruja Rebelde

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Só Li Qin não conseguiria.

Letícia, na cadeira, olhou para MaoMao. "Irmão César, tenho uma sugestão. MaoMao seguiu o carro, perdeu. Se levar para onde perdeu, talvez tenha pistas, ou reduza a área."

Com o sequestro, muitos estavam ocupados.

"Certo, vou com você." César pegou as chaves.

Com os animais, seria mais rápido.

"Irmão César, espere. Não posso levar todos. Perigoso."

Não garantia protegê-los.

A gata reagiu primeiro.

Irmã, o Miau vai.

A raposinha também.

A coruja conta.

Ouvindo, Letícia ficou emocionada.

Mas recusou. "Você vale mais. Se te roubarem? E você, asa machucada, não voa. Fiquem aqui. A irmã volta rápido."

Acariciou cada um.

Antes que falasse, César disse: "Há um lugar bom. Vamos."

Letícia não imaginou: o escritório do diretor.

O que era isso?

Letícia olhou para César, mas ele ignorou. "Diretor Song, levo Letícia. Os animais ficam aqui."

O Diretor Song queria recrutar Letícia, mas ela tinha negócio.

Desistiu.

"Claro, cuido."

"Tenho sorte. Nunca vi raposinha e coruja. Vá, eu cuido. Diga o que comem." O Diretor Song sorriu.

A coruja tentou voar para a planta, mas a asa atrapalhou. Quase caiu. Letícia a pegou, colocou na mesa. "Comportem-se. Senão, banho."

Comportados.

Comportados, nada. Quando forem, a coruja dorme na árvore.

Letícia apertou a testa. Coruja rebelde. Queria mandar para o órgão ambiental.

Olhou para a árvore da sorte, desejou sorte.

Depois, olhou para o Diretor Song. "Não são exigentes. Carne crua."

"Obrigada."

"E, Diretor Song, cuidado com a árvore." Letícia lembrou.

"O que há?"

"A coruja quer dormir nela."

"Não é problema. Durma. Não maltrato animal protegido. A raposinha também." O Diretor Song riu.

A raposinha não gosta de árvore, prefere areia.

"Obrigada." Letícia agradeceu.

"Nada. Eu que agradeço. César, proteja." O Diretor Song pediu.

Queria recrutar. Visitou o pai de Letícia, mas ele disse respeitar a vontade.

Um diretor, diante de talento nacional, nada.

Acomodando os animais, Letícia saiu com MaoMao. Antes de entrar, foi ao mercado, comprou carne, grãos.

Vendo, César perguntou: "Por que tanto?"

"Precisa." Letícia respondeu.

Olhou para MaoMao. "Para onde?"

Colocou MaoMao na janela, com almofada.

Esquerda.

MaoMao seguiu, voltou, foi à delegacia. Inteligente.

"Irmão César, esquerda, devagar." Letícia pediu.

César dirigiu.

Ouvindo barulho, Letícia olhou para trás.

Com a ação, silêncio. Nos bancos, só a carne.

Irmã não viu.

Não vira, mas os pensamentos revelaram.

Que se camuflava era a gata.

"Já vi, saia." Letícia falou cansada.

César, pelo espelho, viu a gata sair, pular no colo de Letícia.

A gata se esfregou.

O Miau vai com a irmã.

Letícia a pegou. "Como saiu?"

O Miau pulou da janela, entrou no carro.

A raposinha e a coruja burra queriam, mas a raposinha teve medo, não pulou.

A coruja não voa, só o Miau veio.

Ainda bem. Senão, o Diretor Song ficaria louco.

Gatos de rua pulam. Letícia apertou sua orelha. "Pular alto é perigoso. Pode machucar. Não faça, senão a irmã ignora."

Não pula.

Irmã, não ignore.

Ameaça funcionava.

Já veio, não dava para voltar. Gata de rua era corajosa.

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