localização atual: Novela Mágica Fantasia Romance Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras CAPÍTULO 57: Digo que o Gato Achou, Acreditam?

《Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras》CAPÍTULO 57: Digo que o Gato Achou, Acreditam?

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O Miau lembrou, com a mamãe, na TV, dizem para procurar polícia. O Miau foi, mas não entenderam, acharam que queria comida, deram ração, expulsaram.

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O Miau voltou, pelo jardim, ouviu o gato cego. Disse que humana entende. O Miau trouxe ração, pediu aos gatos do jardim para achar a irmã.

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A mamãe sumiu faz dias. Se não achar, algo acontece.

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Irmã, ajuda a achar?

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"Lembra onde perdeu?" Letícia perguntou séria.

O Ragdoll concordou. '

Lembra.

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"Não sabemos quantos são, o motivo. Só nós não conseguimos." Letícia foi realista.

O Ragdoll olhou desanimado.

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Irmã, o que fazer? A mamãe corre perigo.

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"Calma. A irmã ajuda. Precisamos da polícia, não só nós." Letícia pegou o gato, foi para a saída.

Qin Yu seguiu.

Letícia, vendo, parou. "Sr. Qin, tenho coisas. Volte."

"Irmã, vai à delegacia? Meu carro está perto. Peço para nos levar." Qin Yu ligou.

Letícia não pôde recusar.

Pelas informações, a dona sumiu. Sem resgate, perigoso.

Mas a mudança de tratamento a fez franzir a testa.

Qin Yu, desligando, notou. "Srta. Letícia, é mais velha. Chamar de irmã. Srta. é formal. Pode me chamar pelo nome."

Letícia calou.

O sistema, quieto, voltou.

[Ding! Nova missão.]

[Ajude o Ragdoll a achar a mamãe. Recompensa: 500 pontos.]

Mesmo sem sistema, ajudaria.

Pontos eram bônus.

Antes, vira o catálogo. O manual de animais ameaçados custava dez mil pontos. Caro, mas valioso.

Enquanto pensava, a van chegou. Letícia, com os animais, entrou.

A delegacia não era perto, mas sem trânsito, vinte minutos.

Desceu, encontrou César e Douglas.

Vendo, Douglas sorriu. "Senhorita Letícia, veio trazer caso?"

Sempre trazia.

César olhou para Qin Yu, franziu a testa, mas disfarçou.

Letícia não notou. "Sim, tenho algo."

César concordou. "Vamos."

Andando, Letícia parou, olhou para Qin Yu. "Obrigada pela carona. Tenho coisas. Volte. Se jornalistas virem, viraliza."

Pensando em sua saúde, melhor evitar.

"Tchau, irmã." Qin Yu acenou. Realmente não podia ficar.

Onde ninguém via, César apertou os punhos, depois soltou.

Levou-a à sala.

Douglas, ao lado, olhou os animais. "Senhorita Letícia, é uma raposinha?"

"Sim, do vovô." Letícia respondeu.

"Nunca vi. E a coruja?" Douglas olhou.

Animal protegido, proibido criar.

Letícia explicou: "A coruja se machucou, minha gata achou, enfaixei. Acreditam?"

Coincidência, muitos não acreditariam.

Corujas são boas caçadoras, voo silencioso. Difícil pegar.

Se tivesse pegado, não traria.

"Acredito." César falou baixo.

Chegando, César puxou a cadeira. Tatiane trouxe água.

Antes que perguntassem, Letícia foi direta. "Este Ragdoll pagou gatos de rua para me achar. A mamãe foi sequestrada. Ele veio à delegacia, não entenderam, expulsaram."

"Ele viu, seguiu o carro, perdeu."

Douglas, vendo o gato familiar, olhou para César. "Capitão César, ouça. Teve um Ragdoll, miou, demos comida, ignoramos."

César ignorou, olhou para Letícia. "Três dias atrás, a assistente da gerente da Oásis reportou sequestro. E-mail pediu cem mil, conta fixa. Dinheiro, soltariam."

"A assistente, com medo, reportou. Verificamos, a Sra. Zhang sumiu, não contatada. Rastreamos o e-mail, câmeras, só homem coberto."

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