"A tricolor adotei. Meu assistente a examina, banha, vermífugo. Vim alimentar os animais de rua. Cuidaram dela."
"Srta. Letícia, veio exercitar?" Moradores vinham.
"Não. A coruja disse que um gato me procura. Vim ver." Letícia explicou, olhou os gatos.
Qin Yu os atraíra, facilitou.
Qin Yu interessou-se. "Posso ajudar?"
"Provavelmente não." Letícia tocou o nariz, agachou-se.
Tirou uma lata, abriu, perguntou: "Nos últimos dias, um gato pediu para me achar?"
Os gatos olharam surpresos.
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Uau, humana entende!
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O gato cego não mentiu.
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Teve um gato. Trouxe ração, pediu para achar humana que entende.
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"O gato disse por quê?" Letícia abriu sachês.
Vendo a gata com fome, deu.
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Não sei.
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O gato feio não disse. Só pediu. Disse que roubaria ração.
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Gato alimentando outros para achar, raro.
"Sabe onde está?" Letícia perguntou.
Qin Yu, ouvindo, quis participar. "Srta. Letícia, procura gato? Posso ajudar."
"Não sabemos como é, onde. Pergunto." Letícia olhou os gatos.
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O Miau sabe. Hoje de manhã, vi no bosque. Feio, outros atacaram.
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"Pode me levar? Dou dez latas."
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Combinado.
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O rajado foi na frente.
Era forte.
Pelagem mesclada, andar confiante, cauda alta. Parava para ver.
Qin Yu seguiu.
Por causa dos pais, Letícia crescera com o vovô. Não gostava de exercício, vinha pouco.
O rajado os levou a um bosque denso. Árvores centenárias, esquilos.
Andando, não via gato. Quando ia perguntar, ouviu miados.
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Gato feio, desça! Entrou no território do Miau!
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Animais de rua defendem territórios.
Aproximando, viram um Ragdoll em um galho, cercado.
"Ela entrou sem querer. Dou ração, deixem-na." Letícia pegou ração, colocou em lenço.
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Por ração, não brigo. Mas diga para não voltar. Senão, o Miau bate.
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Ragdolls, para humanos, são lindos. Para gatos, feios.
"Certo, direi." Letícia abriu as latas, deu.
Acalmando, olhou para o Ragdoll sujo, machucado. O sangue no pescoço parecia de briga. Precisava descer.
"Pela coruja e outros, me procura." Letícia olhou para cima.
O Ragdoll ficou animado.
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Humana que entende!
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"Sim. Desço, vejo a ferida." Letícia olhou para a raposinha, não tinha mãos livres. Ofereceu a Qin Yu. "Sr. Qin, segure."
Qin Yu queria tocar. Só vira online.
Estendeu as mãos, mas a raposinha agarrou-se.
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Não deixo outros. Só a irmã.
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Qin Yu ficou desapontado, mas se controlou.
"Coloco no ombro, segure." Letícia colocou, pegou o Ragdoll.
O galho parecia baixo, mas não. "Pode descer? A irmã pega."
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Bom.
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O Ragdoll desceu.
Letícia pegou, examinou.
As patas estavam ensanguentadas, mas não era sangue dele.
Deu sachê. "Por que me procura?"
O Ragdoll não comeu, miou.
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Irmã, ajuda a salvar a mamãe!
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"O que houve?" Letícia perguntou.
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A mamãe foi sequestrada.
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O Ragdoll, ansioso, não sabia por onde começar.
Letícia acalmou. "Devagar."
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Rápido!
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A mamãe sumiu faz dias.
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A mamãe voltou do trabalho, o Miau ouviu, foi à varanda. Vi homens a pegarem, colocarem em carro.
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O Miau pulou, segui. Perdi em um cruzamento. Cachorro mau perseguiu, o Miau escapou.
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