localização atual: Novela Mágica Fantasia Romance Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras CAPÍTULO 55: Gato Cego Procura Humana

《Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras》CAPÍTULO 55: Gato Cego Procura Humana

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Depois, desinfetou, passou pomada.

A ferida era grave. Se não enfaixasse, a coruja bicaria. As penas atrapalhavam.

"Vou tirar algumas penas, enfaixar. Depois, crescem."

"Sem penas, voo afetado. Mas machucada, mesmo com penas, voo afetado."

A coruja revirou os olhos.

'

Sem penas, não voa, estraga a beleza.

'

'

Se não tirar, estraga a vida?

'

Ouvindo, Letícia decidiu. "Chega. Vida primeiro. Tiro, depois crescem."

Rapidamente, tirou penas, enfaixou.

Para não incomodar, a bandagem era leve.

"Pronto. Gostou?" Letícia mexeu sua cabeça.

'

Não gosto.

'

'

Feio. Estraga a beleza.

'

'

Não dá para se esfregar.

'

Letícia, achando bonito, ficou desapontada. "Achei bonito. Fiz laço."

"Com a ferida, não se esfregue."

'

Gosto humano ruim. Laço mais feio.

'

De novo desapontada.

Antes que consolasse, a coruja falou: '

Humana entende. Aquele gato burro procura essa humana?

'

A coruja pensou.

Letícia perguntou: "Que gato? Me procura?"

'

Não sei.

'

'

Gato burro dá comida a outros, pede para achar humana que entende. Disse que um gato cego falou.

'

'

Gato burro ainda procura o gato cego.

'

Letícia confusa.

Quem? Gato cego?

Talvez o gato turco de Qin Yu. Heterocromia parecia cego.

"Como sabe?" Letícia perguntou.

'

Atrapalhou o sono da coruja.

'

Um gato tão desesperado, algo aconteceu. Até pediu ajuda.

Letícia tocou seu bico. "Lembra onde ouviu?"

'

A coruja tem boa memória.

'

A coruja inflou o peito, mas a bandagem atrapalhava.

"Pode me levar?" Letícia complementou: "Comida extra."

'

A coruja é do tipo que faz por comida?

'

Sim.

"Troco de roupa." Acordou, assustada, tratou a coruja, não trocou.

Rapidamente, trocou, lavou o rosto, pegou pão, bolsos com sachês, lata, grãos.

A coruja, sem voar, foi ao ombro.

Antes de sair, a raposinha e a gata correram, bloquearam.

'

Irmã, a raposinha vai!

'

'

O Miau também!

'

"Lá fora é perigoso. Fiquem." Letícia agachou-se, acariciou.

"O Miau protege."

'

O pássaro fedorento vai, por que a raposinha não?

'

Letícia apertou a testa. Parecia crianças.

"Tudo bem, vão." Letícia pegou a gata no outro ombro, a raposinha no colo.

Antes de sair, avisou ao mordomo, para não pensarem que fugiu.

Saindo assim, carros paravam, olhavam.

"Que legal, papai, quero!" Um menino em um carro apontou.

O homem deu um tapinha. "Quer o quê? Matou o gato. Deixe os animais."

Mandou dirigir.

Letícia não viu.

Seguindo a coruja, foi ao parque.

Era horário de trabalho, poucos idosos.

Vendo Letícia, tiraram fotos, postaram.

Com a fama, viralizou.

[Se gatos e cachorros, pode ser combinação. Mas coruja é protegida. Não combinaria.]

[Errei? Pode criar coruja?]

[Com bandagem, deve ser resgate. A não ser que queira cadeia.]

[Só eu vi a raposinha? Fofa. Como criar?]

[Se for rico.]

[Como faço meu bicho obedecer?]

'

Esquerda.

'

Seguindo, foi onde alimentavam animais. No pavilhão, viu um conhecido.

Vestido casual, não pálido, boné, sem máscara. Talvez pensando que não viriam.

O parque era seguro. Dificilmente entrariam.

"Sr. Qin, o que faz aqui?"

Ouvindo, Qin Yu levantou-se. Vendo Letícia, relaxou. "Tuanzi achou a namorada. Trouxe para casa. É uma tricolor linda."

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