localização atual: Novela Mágica Fantasia Romance Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras CAPÍTULO 53: Raposa e Gato Cooperam

《Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras》CAPÍTULO 53: Raposa e Gato Cooperam

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Raposinhas do deserto comem roedores e porcos-espinho por falta de opção. Domésticas podem comer outras carnes. Cozinhar é melhor.

Maltratada, não podia comer muito de uma vez.

Letícia cortou um pouco.

Colocou o prato e a raposinha na mesa, pegou a gata. "Fiz carne para você e os filhotes."

Gatos de rua comem de tudo.

Domésticos, menos carne crua. Bactérias.

Miau!

'

Bom.

'

Letícia viu a gata olhando a carne.

Como convidada, mesmo com vontade, não roubava.

Letícia deu um peixinho seco.

A gata, em seu colo, mastigou.

A raposinha, sentindo, cheirou. "Quer?"

Letícia deu outro. "Comeu pouco, não pode muito. Pequenas refeições."

A raposinha pegou.

O peixe seco era duro. Servia para roer. Mastigou devagar.

Após expor Tia Zhang, a raposinha se apegou. Ficava no colo ou ombro, seguindo.

Um enfeite vivo.

Quando a carne esfriou, misturou com ração, deu à gata e filhotes.

A raposinha pulou, quis comer. Letícia impediu. "Já comeu carne. Não mais."

"Dou desidratado." Letícia pegou-a, foi até a prateleira, abriu um pacote, deu.

Era pequeno, não enchia.

À noite, ficou na villa.

Após o jantar, só ela e os animais.

Leonardo e o vovô trabalhavam. Os pais, um no laboratório, outro fora, raramente juntos. Jantaram, saíram.

Letícia, no sofá, viu mensagens. A gata a seus pés, a raposinha em seu colo.

Com a fama, muitos perguntavam sobre adoção. Alguns só por fama.

Não eram sinceros. Talvez no início tratassem bem, mas depois...

Filtrando, ficou tarde. Letícia tirou os animais.

A raposinha dormia. Colocou no sofá. A gata, ao ser colocada, abriu os olhos. "Durma. Eu vou."

A gata esfregou-se em seus dedos, dormiu.

Letícia subiu, dormiu.

Acordando, sol brilhante. A cortina voava, luz entrava.

"Estranho, fechei a janela."

'

A raposinha abriu.

'

Olhando, a raposinha a seus pés.

Abriu, não a acordou, ficou quieta. Ao vê-la acordar, aproximou-se.

Letícia pegou. "Como abriu?"

Ela estava no terceiro andar. Janela deslizante. Animais teriam dificuldade.

A raposinha, orgulhosa: '

Irmã não é esperta. A raposinha subiu pela árvore. Difícil. A gata preta ajudou, subiu pelo cano.

'

"E a janela?" Letícia perguntou.

'

Com a gata. A raposinha puxou, a gata ajudou.

'

Sem câmeras na estufa, mas em outros lugares.

Pela descrição, não tinha ideia. Pegou o celular, viu as câmeras, acelerou, achou.

Pelo vídeo, a gata subiu, depois a raposinha, quase caindo. A gata a pegou.

Raposinhas não sobem em árvores. Primeira vez.

Como se tornaram amigas?

Talvez para vê-la.

A árvore ia até a varanda do segundo andar.

Chegando, andaram pelo telhado, até a janela. Conversaram, a raposinha subiu pelo cano, a gata atrás.

Gatos de rua tinham habilidades.

Onde difícil, a gata empurrava.

Com ajuda, a raposinha chegou.

Pelo vídeo, a raposinha puxou, a gata mordeu, abriram uma fresta, depois arranharam.

"Muito perigoso. Dentes e patas, tudo bem?" Letícia examinou.

Os dentes da gata estavam bem.

Apertou as orelhas. "Não façam de novo. Tiveram sorte. Se caíssem?"

"Deixo a porta aberta. Entrem pela porta."

Educando, viu o vídeo continuar. A gata saiu, voltou com algo.

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