localização atual: Novela Mágica Fantasia Romance Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras CAPÍTULO 47: Pedindo Socorro

《Coração Selvagem: Ouvindo a Voz das Feras》CAPÍTULO 47: Pedindo Socorro

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O gato turco, com as patas ensanguentadas, correu. Ao pular, quase caiu.

Letícia, ouvindo, voltou. Chegando, encontrou-o. "O que houve?"

Viu o sangue, sua testa pulou.

O gato miou desesperado.

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Humana cheirosa, salve o papai! Ele está deitado, morrendo! Muito sangue!

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O Miau chama, ele não responde.

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O Miau vai perder o papai?

'

"Onde está o sangue?" Letícia perguntou séria.

Sem saber, não podia entrar. Se fosse ataque, o agressor podia estar lá.

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Pulso.

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Corte longo. A faca está ao lado.

'

'

Irmã, salve! O Miau dá o peixinho favorito.

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Ela não gostava de peixinho, obrigada.

Pela descrição, Letícia entendeu.

"Seu papai tem depressão?" Explicou: "Fica triste, em casa."

O gato pensou, concordou.

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Ultimamente, fica em casa. O Miau mal vê a Flor. Só quando ele dorme, o Miau sai.

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O Miau fica pouco, volta. Desta vez, o Miau saiu um pouco, ele sangrou.

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Depressão, com certeza.

Letícia olhou para Leonardo. "Irmão, ligue para o síndico, abra a porta. E chame ambulância."

Leonardo não perguntou, ligou.

Por serem moradores, o síndico veio rápido.

O gato não abria. Letícia bateu. "Sr. Qin, está ouvindo?"

Quando achou que não responderia, o interfone tocou. Voz fraca: "Estou."

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Papai!

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O gato ficou animado.

"Sr. Qin, está bem? Precisa de polícia ou ambulância?" Letícia perguntou. Depressivos são sensíveis.

Leonardo já ligara. A voz veio: "Estou bem. Não chame. Realmente, não precisa."

Letícia franziu a testa, não insistiu, pegou o braço de Leonardo, balançou a cabeça.

Leonardo não reagiu. Letícia pegou o celular. A voz da ambulância: "Endereço?"

"Desculpe, já está bem. Levamos ao hospital." Letícia desligou.

"Moça, obrigado." A voz fraca veio.

"De nada. Seu gato nos chamou." Letícia aproximou-se.

"Sr. Qin, preciso ver. Sou médica." Letícia perguntou.

Veterinária também era médica. Na faculdade, estudara medicina humana, depois animal. Preferia animais.

O homem hesitou.

Depois: "Obrigado."

"Entrem." Deu a senha, desligou.

Letícia digitou, a porta abriu. O gato foi na frente.

A villa tinha seis andares: três subsolos, três andares.

O primeiro subsolo tinha sala. O segundo, lazer. O terceiro, garagem. Os andares, quartos.

O gato levou ao subsolo.

Sem o gato, ninguém saberia.

Desceu, viu sangue. Assustador, mas não era muito. Senão, estaria inconsciente.

O homem se movera para o sofá, pálido. O sangue no pulso secava.

O gato pulou em seus braços.

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Papai, está bem? Quase matou o Miau de susto. O Miau pensou que ficaria na rua.

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O Miau é bom, né?

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O Miau trouxe ajuda.

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O gato mostrou o rabo, buscando elogios.

Qin Yu sorriu com esforço, acariciou. "Tuanzi, bom menino. Estou bem."

"Tuanzi causou incômodo. Obrigado." Qin Yu tentou levantar, mas fraco.

"Tuanzi é fofo." Letícia olhou para o rosto pálido, mas bonito.

Hesitou. "Você é o ator Qin Yu?"

Não se surpreendeu. Com sua fama, até não fãs o conheciam. "Sim. Por favor, não espalhe."

Leonardo olhou desconfiado.

Sentindo, Letícia sussurrou: "A Ana da clínica é fã. Vejo por acaso."

Ana era fã. Ouvia suas músicas.

Leonardo relaxou.

Desde Felipe, ficara desconfiado.

Letícia sorriu. "Sr. Qin, não espalharemos."

Lembrou-se. "Irmão, avise ao síndico para não vir."

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