Meu Alfa, Meu Prisioneiro
Sob a Lua de Sangue, o Supremo Alfa pronunciou as palavras que deveriam ser a sentença de morte de Helena — e a sua própria libertação. Ele achava que havia esmagado uma fraqueza insignificante.
Mal sabia ele que o Mate não se rompe impunemente. Quando o vínculo quebrou, o inferno congelou, mas o peito de Dante começou a arder em chamas vivas, consumindo sua alma dia e apó dia, implorando por um perdão que ele mesmo destruiu.
Mas o destino cobrou o preço. Quando Helena jogou seu colar de submissão aos pés dele e desapareceu na Floresta da Noite Eterna, o vínculo que ele quebrou transformou-se em uma fogueira que passou a consumi-lo vivo por dentro.
Meses depois, a frágil humana sumiu. Em seu lugar, emergiu uma rainha de olhos âmbar e olhar gélido, vestida em seda escura, governando as sombras do submundo e pronta para destruir o império dele.
O tirano que antes a repudiava agora rasteja na lama, disposto a queimar o mundo inteiro — e a si mesmo — apenas para ter o perdão dela.
“Você me quis longe, Dante. Agora, abra os joelhos e implore para eu ficar.”
Alpha|Romance10.4 mil palavras
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