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《A CEO Implacável: O Retorno Triunfal》Capítulo 8

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— Sabrina.

O olhar com que ele a observava era tão distante quanto o de um estranho.

— De agora em diante, não me importarei com nada relacionado a você. Quanto às coisas erradas que você fez, você pagará o preço por todas elas.

Sabrina estremeceu por completo, como se tivesse levado um golpe brutal na cabeça: — Não, você não pode fazer isso...

Ela estendeu as mãos trêmulas e agarrou firmemente o pulso de Hugo.

Mas no segundo seguinte.

Hugo sacudiu a mão dela e partiu sem olhar para trás.

Ao mesmo tempo, os seguranças chegaram à frente de Sabrina e foram profissionais:

— Srta. Sabrina, o Sr. Hugo já forneceu à polícia as evidências de todas as coisas que você fez na universidade para infringir os direitos de outras pessoas. Nós a levaremos à delegacia.

Sabrina desabou no chão, com os cabelos bagunçados e o rosto banhado em lágrimas, em um estado de extrema miséria.

......

Depois de terminar o jantar, Clara acabou de pedir um táxi para Sofia, que tinha bebido demais, e preparava-se para voltar também.

No momento seguinte, um Bentley preto parou na sua frente.

A janela do carro baixou pela metade, revelando o perfil elegante de Hugo.

— Clara, vamos conversar.

Sua voz estava um pouco rouca, carregada de exaustão.

— Não temos nada para conversar.

Clara virou-se para sair.

Mas Hugo saiu diretamente do carro, segurou seu pulso com a mão grande e a puxou de volta.

— Solte-me!

Clara franziu a testa e lutou, mas ele a segurou ainda mais forte.

Ela levantou o pé para chutá-lo, mas ele a conteve e a empurrou com força contra a porta do carro, deixando-a sem poder se mover.

— Hugo!

O volume de sua voz aumentou. — Se você está doente, vá ao hospital se tratar, não fique aqui agindo como um louco na minha frente!...

— Sinto muito.

Hugo baixou a cabeça, sua voz carregada de desculpas e culpa.

Clara ficou atordoada.

— Eu estava errado. Seja cinco anos atrás ou hoje, eu errei completamente.

Capítulo 17

— Já cuidei do assunto de Sabrina e farei com que ela pague o preço devido pelo que fez. Quanto a nós...

Hugo a encarava fixamente.

Em sua mente, a pergunta de Sabrina sobre se ele realmente tinha se apaixonado por Clara ecoava.

— Cinco anos atrás, na verdade, eu me apaixonei por você.

Ele soltou um suspiro e finalmente admitiu.

— É que eu não reconheci meus próprios sentimentos na época, o que nos levou a perder tantos anos um do outro.

— Na verdade, nesses cinco anos, busquei por notícias suas mais de uma vez, mas não encontrei nada. Mas agora, já que conseguimos nos reencontrar, por que não considerar isso como o destino dando uma nova chance a esse laço inacabado entre nós?

— Hugo, o que você quer dizer afinal?

Clara olhava para a emoção que surgia incessantemente no fundo dos olhos dele. Ela estava confusa e tentou empurrá-lo, mas teve as mãos firmemente seguradas por ele.

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— Quero dizer que gosto de você.

O tom de Hugo era sincero. — Mesmo depois de cinco anos, ainda não consigo esquecer você. Então, agora, quero completar aquela confissão anterior. Clara, fique comigo.

Diante da confissão repentina, Clara ficou atordoada por um momento e, em seguida, usou a força para tirar suas mãos das dele.

— Eu recuso.

Sua voz era monótona. — Não tínhamos relação alguma cinco anos atrás, e muito menos é possível ter algo agora...

— Então, você ousa dizer que nunca gostou de mim?

O tom de Hugo tornou-se subitamente agitado. Ele apertou o queixo dela, forçando-a a olhar para ele. — Você ousa dizer que já me esqueceu nesses cinco anos?

Clara franziu levemente a testa e disse lentamente: — Eu não gosto de você...

— Você está mentindo!

O olhar de Hugo caiu sobre o colar que ela usava no pescoço, como se quisesse revelar todos os seus disfarces e mentiras.

— Se você realmente não gosta de mim, se realmente me esqueceu, como explica esse colar?

HYX.

— HYX, Hugo, você ainda usa o colar com as iniciais do meu nome até hoje. Clara, até quando você vai continuar enganando a si mesma? Você gosta de mim, sim!...

— Solte-me!

Clara empurrou-o com força, e sua mão subconscientemente cobriu as iniciais no colar, evitando o olhar dele. — Isso é um assunto privado meu e não tem nada a ver com você! Se você continuar me incomodando, vou chamar a polícia!

Terminado, ela não olhou mais para ele e partiu diretamente.

Mas, antes que ela desse dois passos, ouviu-se barulhentos assobios e risadas à frente.

Alguns arruaceiros bêbados balançavam-se e bloqueavam o caminho de Clara, provocando-a:

— Ora, a bela moça brigou com o namorado? Que tal vir com a gente e deixar que nós cuidemos bem de você!

Dito isso, uma mão oleosa tentou tocar o rosto de Clara.

Mas antes que ele pudesse encostar, um punho afiado cortou o ar e atingiu-o pesadamente!

Capítulo 18

Com um som abafado de "boom".

O homem soltou um grito e caiu cambaleando para trás, jogado no chão.

— Apenas por tentarem, vocês ousam tocá-la?

A voz de Hugo era fria e carregada de intimidação.

Os outros três arruaceiros bêbados ficaram atordoados e, em seguida, envergonhados e furiosos, avançando juntos com insultos.

Hugo moveu-se com agilidade e precisão; em um instante, dois deles foram rapidamente subjugados.

Mas no segundo seguinte, ele foi atacado por trás por uma garrafa de vidro de vinho que atingiu a parte de trás de sua cabeça!

— Hugo!...

O grito de choque de Clara nem tinha terminado.

"Crash——!"

Um som estridente de quebra ecoou.

Fragmentos atingiram a têmpora de Hugo, e sangue quente e escarlate escorreu pela linha de seu maxilar, de forma chocante.

Mas ele não recuou; pelo contrário, subconscientemente apertou os braços, protegendo Clara atrás dele ainda mais firmemente. Com a força que lhe restava, ele se virou e deu um soco pesado no peito do atacante, chutando o último homem para o chão.

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Após vários gritos consecutivos, os quatro arruaceiros estavam todos caídos no chão, gemendo sem parar, incapazes de se levantar novamente.

A visão de Hugo estava um pouco embaçada devido à perda de sangue e ao impacto.

Mas ele apenas levantou a mão para limpar casualmente o sangue do rosto e, imediatamente, virou-se para Clara atrás dele, perguntando preocupado: — Não tenha medo, está tudo resolvido, já passou.

Clara permaneceu no lugar, olhando para ele coberto de sangue, com uma emoção complexa passando por seus olhos, mas desaparecendo logo em seguida.

Ela evitou o olhar dele e pegou o celular, com a ponta dos dedos estável: — Vou chamar uma ambulância.

Como se este homem, que se machucou e sangrou por ela, fosse apenas um estranho irrelevante.

As mãos de Hugo ao lado do corpo cerraram-se subitamente. Seu peito foi tomado por uma amargura fria que apertou seu coração, doendo mais do que a ferida na testa, enquanto uma sensação sufocante tomava todo o seu corpo.

— Até agora, você ainda está magoada com o que aconteceu há cinco anos e não quer me perdoar, é isso?

Clara apenas abaixou os olhos, olhando para o número de emergência no celular, com seus longos cílios caídos, ocultando todas as emoções, sem negar nem admitir.

Hugo observou suas feições frias e distantes, com um brilho escuro em seus olhos avermelhados, e finalmente soltou um suspiro.

— Tudo bem.

Ele sorriu e, palavra por palavra, clara e solene, atravessou a brisa fria da noite.

— Vou provar para você, deixarei que você veja minha sinceridade com seus próprios olhos.

No dia seguinte, o Grupo Huo convocou uma coletiva de imprensa com o tema:

O Presidente do Grupo Huo, Hugo, faz um pedido público de desculpas a Clara Souza.

Capítulo 19

O enorme local da coletiva de imprensa estava lotado, e a transmissão ao vivo percorria toda a rede.

Hugo, com um terno preto impecável, estava sozinho no centro do palco, e o microfone à sua frente transmitia sua voz claramente para todos os cantos.

— Convoco esta coletiva hoje, não pela reputação comercial do Grupo Huo, nem por disputas comerciais, mas apenas por uma pessoa: Clara Souza.

Sussurros e exclamações de surpresa soaram na plateia.

Mas Hugo ignorou e continuou:

— Aquele caso de trapaça no vestibular de cinco anos atrás fui eu quem a incriminou pessoalmente.

— Após o ocorrido, Clara Souza nunca confessou. Ela reuniu evidências desesperadamente e tentou provar sua inocência com todas as forças. Ela claramente poderia ter limpado todas as acusações e ter um futuro brilhante e transparente.

— Mas eu...

Sua voz tornou-se cada vez mais profunda e pesada; cada palavra era uma tortura para si mesmo.

— Fui eu que destruí pessoalmente todas as suas evidências de prova e usei as conexões e o poder do Grupo Huo para forçá-la a entrar na detenção.

O local já estava em silêncio absoluto; todos estavam em choque e ninguém ousava mais se manifestar.

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