localização atual: Novela Mágica Moderno A CEO Implacável: O Retorno Triunfal Capítulo 5

《A CEO Implacável: O Retorno Triunfal》Capítulo 5

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Sabrina observava aquela cena com os dedos já brancos de tanto apertar.

Como é possível?

Clara não tinha tido todas as suas notas anuladas, nenhuma escola a aceitava e ninguém a queria nem para trabalhar como operária?

Ela não deveria estar na miséria, lutando para sobreviver?

Como poderia ter se tornado a CEO da empresa matriz?!

Ela encarava fixamente Clara, com um ciúme tão intenso que quase transbordava.

No entanto, ao ver de relance as câmeras que ainda filmavam ao redor, ela apertou os dedos e, após dois segundos de choque, seus olhos lacrimejaram imediatamente:

— Srta. Clara, mesmo que você seja a CEO da empresa, você deve seguir o processo normal de entrevista. Será que só porque você é a líder pode ignorar as regras? Isso acaba deixando dúvidas sobre a justiça da liderança da sua empresa!

— Eu só queria um esclarecimento justo. Mesmo que você me persiga e use seu privilégio para cancelar minha qualificação, eu não reclamo. Mas você manchar a reputação do Sr. Hugo publicamente desta forma... não acha que foi longe demais?

Clara observou aquela aparência de "justiça" e disse calmamente:

— Longe demais? Comparado às ações perversas da Srta. Sabrina anos atrás, isso é apenas uma gota no oceano.

Terminada a frase, ela pressionou o reprodutor novamente.

Um som de chiado começou, a qualidade do áudio era um pouco ruim, como se fosse uma gravação antiga.

Mas ainda era possível ouvir claramente a voz humana —

— Clara Souza, não insista. Não é uma sensação ruim ser pega trapaceando e ter as notas anuladas? Por que se esforçar em vão, fazendo os outros pensarem que você é patética e não sabe perder, servindo apenas de piada?

Bum —

As pupilas de Sabrina contraíram-se violentamente e o sangue desapareceu de seu rosto.

Capítulo 9

O som da gravação ecoava por todo o salão.

— Não imaginava, né? Você gosta tanto do Hugo, mas, no fim das contas, a pessoa que ele sempre gostou fui eu. Não importa o que eu peça para ele fazer, ele sempre me ajuda.

— Então, foi você quem arquitetou tudo, instigando Hugo a usar métodos tão desprezíveis para colocar a culpa da trapaça nas minhas costas, é isso?

— E se foi? Esse é o preço que você paga por ousar competir comigo.

......

Sabrina cambaleou, quase perdendo o equilíbrio, e encarou Clara fixamente: — Como você conseguiu...

— Eu já disse: quem muito pratica o mal, acaba colhendo sua própria destruição. Cedo ou tarde, todas as suas tramas se voltarão contra você com a mesma força.

A voz de Clara era suave. Ao pousar o olhar em Hugo, que estava na plateia com as sobrancelhas franzidas, ela finalmente conseguiu liberar a tensão que reprimira por cinco anos inteiros.

Ele provavelmente não imaginava que, embora tivesse destruído as provas que ela tanto se esforçara para reunir na época, ela possuía uma gravação feita de improviso que, anos depois, se tornaria a peça-chave para desmascarar as maldades de Sabrina.

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Como ele mesmo dissera na época, a família Vance tinha poder total na cidade; se ela tivesse apresentado aquela gravação cinco anos atrás, teria sido em vão.

Por isso, ela suportou tudo em silêncio, acumulando forças e subindo degrau por degrau.

Tudo para que, um dia, pudesse estar ali, naquele palco, e apresentar as provas de forma completa para que todos ouvissem e soubessem: ela era inocente.

Por um momento, o público na plateia começou a comentar freneticamente.

— Meu Deus! Então a história de que Clara trapaceou era mentira?

— Faz sentido, Clara sempre foi a primeira da turma em humanidades, com notas tão estáveis, que necessidade ela teria de trapacear?

......

Os colegas que antes ridicularizavam e menosprezavam Clara trocavam olhares, entre o choque e a culpa, incapazes de levantar a cabeça.

— Que manipuladora, essa Sabrina! Por fora parece gentil e bondosa, mas por dentro é tão perversa e cruel? Só por inveja, destruiu o futuro de alguém?

— Uma pessoa assim ainda tem coragem de falar em justiça? É ridículo!

Muitos jornalistas levantaram suas câmeras imediatamente para registrar a cena, com olhares famintos por um furo de reportagem.

A reviravolta em um caso antigo de cinco anos atrás, envolvendo uma falsa acusação de fraude em vestibular de uma instituição de elite, somada à atual posição de Clara como CEO de uma empresa unicórnio global, era, sem dúvida, uma notícia bombástica que abalaria toda a cidade.

Sabrina foi ofuscada pelos flashes, perdendo completamente a pose de vítima. Ela apontou para Clara, elevando a voz:

— O que aconteceu há cinco anos já passou! Com a tecnologia de hoje tão avançada, quem pode garantir que essa gravação não foi sintetizada por Clara para me incriminar propositalmente!

— Quer me culpar com base em apenas uma gravação? Eu não aceito!

Sabrina encarou Clara com fúria.

— Além disso, ela claramente quer desviar a atenção de todos, usando uma gravação de veracidade duvidosa para encobrir o fato de que, como alta executiva, abusou de seu poder para cancelar a entrevista de candidatos qualificados sem motivo! Esse é o ponto central da nossa coletiva de hoje, não se deixem enganar por ela!

— Sabrina, você disse algo certo: o ponto central da nossa coletiva hoje é justamente o fato de você, tão "qualificada", ter tido sua entrevista cancelada.

Clara observou o desespero dela e curvou os lábios levemente.

— Você diz que é qualificada, mas afinal, onde reside essa qualificação?

Ela encarou os olhos de Sabrina, como se pudesse enxergar toda a baixeza escondida ali.

— Na sua fraude acadêmica? No plágio de trabalhos alheios, acompanhado de ameaças maliciosas para que as vítimas não pudessem se defender?

Um pânico brilhou nos olhos de Sabrina, que desviou o olhar: — Eu não fiz isso! Você está apenas me difamando!

— Se estou difamando ou não, basta deixar que as vítimas fiquem frente a frente com você para esclarecer, não é?

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Clara olhou para um canto da plateia e assentiu: — Podem subir!

No momento seguinte, vários estudantes se levantaram.

Simultaneamente, o telão no palco exibiu os rascunhos originais de todos os trabalhos premiados de Sabrina.

Aqueles chamados "prêmios nacionais" e "medalhas de ouro internacionais" tinham assinaturas claras; em nenhum deles constava o nome de Sabrina!

Os estudantes também se pronunciaram diante da mídia:

— O esboço do projeto que levei oito meses para lapidar foi copiado ilegalmente por Sabrina, que ganhou o prêmio nacional com ele e ainda me ameaçou, dizendo que se eu reclamasse, a família Vance bloquearia todas as minhas chances no setor.

— E a minha tese de conclusão de curso, na qual gastei meio ano trabalhando, foi roubada secretamente por ela, que ainda recebeu honrarias acadêmicas. Tentei recorrer apresentando todas as provas, mas não só o recurso falhou, como ainda fui advertido pelo orientador!

— E nós! Formamos um grupo com ela para um projeto acadêmico internacional; todo o trabalho foi feito por nós. Sabrina participou zero, mas quando ganhamos o prêmio internacional, ela apagou os nomes de todos os integrantes, assumindo o mérito coletivo como se fosse individual e monopolizando todas as honras!......

Hugo ouviu os relatos dos estudantes; primeiro ficou atônito, depois sua expressão gradualmente escureceu.

Sabrina estava no palco, pálida como um fantasma. Ela olhou para Hugo, com os olhos marejados: — Hugo, me ajuda...

Mas, antes que ela terminasse, Clara dirigiu-se primeiro a Hugo:

— O Sr. Hugo não mediu esforços por Sabrina há cinco anos. Desta vez, vai continuar protegendo-a diante de todos?

Capítulo 10

Hugo ouviu as acusações dos estudantes e apertou os lábios, formando uma linha reta. Seus nós dos dedos ficaram brancos.

Os holofotes da coletiva eram cegantes e incidiam sobre seu rosto frio e sereno.

O salão estava em silêncio absoluto. Inúmeras lentes estavam voltadas para ele, aguardando um posicionamento.

No final, Hugo não disse nada.

Apenas olhou friamente para Sabrina, que estava desolada no palco, em completo silêncio.

Sabrina ficou estática no lugar. O último brilho em seus olhos desvaneceu-se.

Ela ergueu o olhar para Hugo, incrédula. Seu rosto estava desprovido de cor e as lágrimas rolavam livremente pelas bochechas.

Em sua mente, não importava o erro que ela cometesse ou a confusão que criasse, Hugo sempre estaria à sua frente para protegê-la e resolver tudo.

Desta vez, deveria ser igual.

Ela não se importou mais com a dignidade e avançou em direção a Hugo, com a voz rouca:

— Hugo! Me ajuda! Por favor, me ajuda! Você sempre esteve do meu lado antes! Você prometeu que me protegeria sempre, como você pode —

Antes que ela terminasse, os guarda-costas da família Vance subiram ao palco e seguraram seus braços.

— Me soltem! Me soltem! Hugo! Diz alguma coisa! Me salva!

Sabrina lutava desesperadamente, com o cabelo bagunçado e a maquiagem arruinada. Ela forçou o pescoço para olhar para ele, mesmo que fosse apenas para receber um olhar.

Contudo, Hugo mantinha os olhos baixos, com uma expressão indiferente, sem lhe dirigir um único lampejo de atenção.

Sob o olhar atento da mídia e de todos, os dois seguranças arrastaram Sabrina para fora do palco enquanto ela chorava e gritava.

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