localização atual: Novela Mágica Moderno A CEO Implacável: O Retorno Triunfal Capítulo 4

《A CEO Implacável: O Retorno Triunfal》Capítulo 4

PUBLICIDADE

Capítulo 7

Na manhã do dia seguinte.

Carlos convidou diversos veículos de imprensa para realizar uma coletiva de imprensa.

Duas fileiras de câmeras e microfones foram montadas. Na transmissão ao vivo, Carlos e os outros dois entrevistadores sentaram-se nos lugares principais.

As outras pessoas que tiveram suas qualificações canceladas sentaram-se na área dos representantes.

Hugo estava sentado na área VIP, com Sabrina ao seu lado.

Clara estava sendo vigiada por vários guarda-costas da família Vance; os olhares ao redor, carregados de escrutínio e desprezo, cercavam-na por todos os lados, tratando-a como uma prisioneira.

Em pouco tempo, a coletiva começou.

Carlos subiu ao palco primeiro e falou diante das câmeras:

— Agradeço a presença de todos os amigos da mídia. A coletiva de hoje é principalmente sobre o incidente em que Clara Souza se passou por entrevistadora, perturbando maliciosamente o processo normal de recrutamento da nossa empresa e infringindo os direitos de candidatos de excelência.

Ele fez uma pausa e pediu que exibissem o excelente currículo de Sabrina no telão.

Curso de elite na universidade mais conceituada do país.

Primeira colocada da turma por quatro anos consecutivos durante a graduação.

Quatro trabalhos premiados em nível nacional.

Três trabalhos premiados com medalhas de ouro internacionais.

As pessoas na plateia começaram a cochichar.

O chat da transmissão ao vivo também começou a defender Sabrina.

【Uma pessoa tão excelente pôde ser reprovada? Isso é simplesmente detestável!】

【Se não punirem rigorosamente essa Clara Souza, isso partirá o coração de todos os que estudam com afinco!】

【Exato! Precisamos de justiça!】

— A seguir, convidamos a vítima a subir ao palco!

Sabrina observava os comentários, lançou um olhar lateral para Clara com o fundo dos olhos cheio de triunfo e, em seguida, adotou uma expressão lastimável de vítima.

Suas pálpebras avermelharam-se levemente enquanto ela pegava o microfone:

— Olá a todos, sou Sabrina Rossi, uma das vítimas deste incidente.

Seus ombros tremiam, em uma aparência de quem sofreu uma grande injustiça, mas se esforçava para manter a calma, o que instantaneamente mexeu com as emoções de todos no local.

— Estudei arduamente por mais de uma década e sempre me dediquei ao aperfeiçoamento da minha profissão. Fiquei muito feliz em passar por várias triagens e chegar à entrevista final, acreditando que poderia ser julgada de forma justa por minhas próprias capacidades. No entanto, não esperava que a Srta. Clara interferisse maliciosamente, causando o cancelamento da minha qualificação de entrevista.

Ela ergueu os olhos para a câmera, com o tom de voz cada vez mais amargurado: — Nunca tive qualquer desavença com a Srta. Clara, muito menos a ofendi. Não sei por que ela precisava me perseguir desta forma.

— Hoje, não estou aqui para pedir punições, apenas espero obter uma justiça básica e desejo que a equidade e a retidão no setor não sejam destruídas arbitrariamente pelos desejos pessoais de alguém.

O discurso banhado em lágrimas incendiou completamente a ira do local.

PUBLICIDADE

Os repórteres na plateia entraram em alvoroço; o som dos obturadores das câmeras disparava ininterruptamente, focando densamente em Clara.

O chat da transmissão estava completamente lotado, cheio de ofensas.

【Que dó da Sabrina! Ter seu esforço pisoteado por outros... quem não entraria em colapso?】

【Essa Clara Souza realmente usa métodos desprezíveis demais. Trapacear no vestibular e agora se passar por entrevistadora, é muito arrogante!】

【Precisamos punir rigorosamente esse tipo de escória!】

As acusações e censuras de todo o local convergiam para Clara como uma maré.

Na área VIP, Hugo olhou para a figura esguia de Clara no palco e franziu a testa de forma quase imperceptível.

Discretamente, ele enviou um olhar a Carlos, que estava no palco.

Carlos entendeu imediatamente e disse ao microfone: — Clara Souza, as coisas chegaram a este ponto e as evidências são irrefutáveis. Por favor, suba ao palco imediatamente e peça desculpas publicamente à Srta. Sabrina Rossi, à empresa e a todo o público!

Os guarda-costas a soltaram. Clara levantou-se lentamente e, sob inúmeros olhares de escrutínio, escárnio e raiva, caminhou passo a passo até o palco.

O holofote caiu sobre seu perfil frio e elegante. Ela pegou o microfone e sua voz era calma, porém clara:

— O cancelamento da qualificação de Sabrina Rossi na entrevista final foi obra minha. Eu admito.

Todos pensaram que ela finalmente havia se curvado e confessado. As ofensas no chat pararam momentaneamente, aguardando para vê-la ajoelhar-se e pedir desculpas.

Apenas Sabrina curvou levemente os lábios, um sorriso de vitória passando por seus olhos.

Mas, no segundo seguinte, Clara mudou bruscamente o tom de voz, que vinha carregado de um frio infinito, com cada palavra soando firme:

— Mas não acredito que, desde os tempos antigos, qualquer agressor seja digno de receber um pedido de desculpas de sua vítima!

Assim que isso foi dito, todos ficaram estupefatos.

— O que ela quer dizer? Ela disse que ela é a vítima?

— Como é possível! As evidências são claras!...

Mas, no segundo seguinte, Clara ergueu a mão e pressionou o reprodutor que havia preparado com antecedência.

Uma voz masculina grave ressoou por todo o local da coletiva de imprensa —

— Clara Souza, não se esqueça: cinco anos atrás, consegui fazer você carregar a culpa da trapaça no vestibular, destruir suas provas e jogá-la em uma cela. Agora, continuo capaz de fazer com que você e todas as pessoas ligadas a você recebam uma lição.

Em um instante, houve um silêncio absoluto.

A expressão de Hugo mudou instantaneamente: — Pessoal! Subam imediatamente, tragam-na para baixo! Desliguem o equipamento!

Mas, antes que os guarda-costas da família Vance pudessem dar um passo sequer, um grupo de sombras de porte imponente inundou a entrada do local.

Dezenas de guarda-costas bem treinados entraram rapidamente, com movimentos ágeis e organizados, cercando todo o palco elevado e, curvando-se diante de Clara, disseram com vozes altas e uníssonas:

PUBLICIDADE

— Diretora Clara!

Capítulo 8

— Diretora Clara?

Hugo ficou atordoado, encarando fixamente Clara no palco.

Não sabia por que, embora ela estivesse com a mesma vestimenta e parada no mesmo lugar, naquele momento, a aura de Clara havia mudado completamente.

Um lampejo de dúvida passou pelos olhos de Carlos, mas ele reagiu rapidamente, apontando para Clara e avisando:

— Clara Souza, mesmo que você tenha trazido um exército, esta é a coletiva de imprensa da nossa empresa! Você não tem autoridade para reunir pessoas aqui!

Assim que disse isso, os colegas que tiveram as entrevistas canceladas sentados na plateia também concordaram:

— Exato! Não pense que, por ter contratado alguns figurantes para encenar, você realmente se tornou uma líder!

— Você fingiu ser entrevistadora, interferiu no processo de entrevista e nos fez perder nossa qualificação; você deveria se desculpar conosco diante de todos!

— Verdade! Desculpe-se!

Ao ver a cena, Carlos também gritou a plenos pulmões: — Clara Souza, se você não dispersar essas pessoas, não me culpe por denunciar isso à nossa sede e fazer com que você se arrependa amargamente!...

Antes que terminasse a frase, foi interrompido por Sofia Lima, que se aproximou: — Você já não teve um surto suficiente?! Denunciar à sede? Você sabe que a Diretora Clara é a CEO da sede?!

A voz de Sofia era clara e direta. Não foi alta, mas soou como um trovão, explodindo em todo o local da coletiva!

A multidão barulhenta e furiosa silenciou-se instantaneamente.

Os pedidos de desculpas e as censuras que antes se alternavam cessaram abruptamente; até o ar pareceu congelar de repente.

Todos os candidatos, repórteres de mídia e funcionários que observavam na plateia ficaram paralisados no lugar, repletos de choque.

Especialmente Carlos.

Que há pouco era agressivo, agora encontrava-se rígido no lugar, com as pernas parecendo moldadas em concreto e os olhos fixos em um estupor de descrença.

CEO?!

Clara Souza era a nova CEO recém-nomeada da sede?!

— Co, como é possível...

Ele murmurou.

Mas Sofia já havia tirado o celular e jogado na frente dele o comunicado oficial de nomeação emitido pela sede no exterior: — Olhe bem para isso!

Ao ver claramente o nome e a foto de Clara ali, Carlos sentiu o mundo escurecer.

— Di, Diretora Clara...

Ele olhou para Clara, abrindo a boca com dificuldade, sua voz tremendo como uma peneira.

Clara encontrou o olhar dele e perguntou friamente:

— Agora, você ainda quer denunciar à sede e me fazer arrepender amargamente?

Ao ouvir isso, as pernas de Carlos cederam de repente; ele cambaleou para trás, quase caindo sentado no chão, enquanto as pontas de seus dedos tremiam loucamente fora de controle.

— Não, não me atrevo, Diretora Clara...

Suor frio escorria furiosamente pelas têmporas dele, encharcando instantaneamente as mechas de cabelo em sua testa. Ele olhou para ela e explicou apressadamente:

— Diretora Clara, fui eu quem não reconheceu a grandeza à minha frente. Eu, eu não tive a intenção de ofender. Por favor, que a Diretora seja magnânima e não me leve a mal...

Clara não se deu ao trabalho de ouvir mais aquelas bobagens e gesticulou: — Saia.

— Sim, sim.

Carlos curvou-se repetidamente enquanto saía do palco, com as pernas tremendo.

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia