localização atual: Novela Mágica Moderno A CEO Implacável: O Retorno Triunfal Capítulo 3

《A CEO Implacável: O Retorno Triunfal》Capítulo 3

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— Sem você, posso viver muito bem sozinha.

Ela não queria mais desperdiçar tempo com ele e virou-se para sair.

— Clara!

Hugo, subconscientemente, estendeu a mão e agarrou o pulso dela. — Você precisa ser tão teimosa?

Seus olhos transbordavam emoções complexas.

— O que você quer, afinal? Se você estiver disposta a ceder, não é como se eu não pudesse atender aos seus desejos...

Antes que terminasse a frase, a voz de Sabrina ecoou.

— Hugo!

Sabrina correu até eles, com os olhos vermelhos.

Só então Hugo soltou o pulso de Clara e olhou para Sabrina com preocupação: — O que aconteceu? Por que está com essa aparência?

— É por causa daquela víbora, Clara Souza!

Os outros colegas também se aproximaram, chocados e furiosos.

— A qualificação de entrevista da Sabrina e a nossa realmente foram canceladas!

Capítulo 5

Ao ouvir isso, a expressão de Hugo tornou-se desagradável.

— Foi a pessoa que estava com a Clara. Ela entrou na sala de entrevistas e não sei o que disse aos entrevistadores, mas nossas qualificações foram realmente canceladas...

Sabrina parecia magoada. — Hugo, eu não queria que os outros pensassem que entrei pela porta dos fundos por sua causa, por isso decidi procurar emprego por conta própria. Pensei que, assim, seria justo, mas não esperava que...

— Clara, com que direito você cancelou a qualificação da Sabrina?

Alguém imediatamente a defendeu, e outros logo concordaram.

— Exato! Você sabe o quão brilhante a Sabrina é? Ela se formou na melhor universidade do país, em um curso de elite! Suas notas sempre foram as melhores da turma!

— Ela tem quatro trabalhos que ganharam prêmios nacionais e três trabalhos que conquistaram medalhas de ouro internacionais!

A cada frase dita, Sabrina endireitava mais as costas, um brilho astuto passava por seus olhos, enquanto ela fingia ser modesta:

— Pessoal, não digam essas coisas. Acredito que a Clara deve ter tido seus motivos para fazer isso.

— Que motivos ela poderia ter? É pura inveja que a Clara sente de você! Ela usou métodos sujos, subiu na cama dos executivos da empresa e soprou em seus ouvidos para te prejudicar de propósito!

— Olhem para o estilo dela, cada peça de roupa custa cinco dígitos. Se dependesse dela mesma, não conseguiria vestir isso nem em anos de trabalho duro!

Olhares de escrutínio caíam sobre Clara, repletos de zombaria.

— Conseguir estender as mãos até dentro desta empresa... certamente já dormiu com muitos homens, que desprezível! ...

Ouvindo os insultos, Clara, sem qualquer expressão, chamou os seguranças:

— Tirem eles daqui.

Eles olhavam com descrença.

Mas, bem quando os seguranças estavam prestes a expulsá-los, vários guarda-costas de terno se aproximaram, formando uma barreira opressora.

— Quero ver quem se atreve a tocar neles.

Hugo acariciou as costas da mão de Sabrina para confortá-la e, em seguida, caminhou até Clara, encarando-a de cima para baixo.

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— Clara, se você continuar tão obstinada, não me culpe por não ser mais gentil.

Assim que terminou de falar, o gerente geral da empresa, Carlos Mendes, apressou-se a chegar, curvando-se e fazendo mesuras:

— Sr. Hugo, não sabia de sua ilustre visita, perdoe-nos pela falta de cortesia...

Dizendo isso, ele lançou um olhar de descontentamento para Clara. — Você é a pessoa que a Sofia Lima trouxe? Você enlouqueceu? Não sabe qual é a origem do Sr. Hugo, a ponto de ousar ofendê-lo?! Peça desculpas imediatamente!

As palavras agressivas eram idênticas às que Clara ouvira anos atrás.

Naquele verão, após a reviravolta em sua família, para juntar o dinheiro do custo de vida no exterior, Clara trabalhou como garçonete em um restaurante.

Mas acabou encontrando Sabrina e Hugo, que jantavam juntos.

Sabrina, aproveitando que Hugo saiu para fazer um telefonema, dificultou as coisas para ela de propósito, derrubou café no próprio vestido e disse que fora Clara quem o fizera, exigindo que ela se ajoelhasse para pedir perdão.

O gerente do restaurante na época também a agarrou daquela forma e avisou: — Clara, você não sabe qual é a origem do jovem mestre Hugo? Alguém que ousa ofendê-lo? Peça desculpas imediatamente!

— Não fui eu, por que eu pediria desculpas?

Clara rebateu. — O restaurante tem câmeras, podemos checar...

Mas, no segundo seguinte, Sabrina pegou a sopa da mesa e derramou sobre a própria mão!

Quando Hugo correu, ele viu exatamente Sabrina segurando a mão, com lágrimas caindo sem parar.

— Clara! — Ele agarrou a mão dela com tanta força que quase a quebrou. — Você feriu a Sabrina de novo?!

— Eu não fiz isso.

— Eu vi com meus próprios olhos!

Hugo interrompeu. — Já que você não aprende a lição, não me culpe por não ter misericórdia. Alguém, venha aqui!

Clara foi trancada na adega do restaurante.

Por 48 horas inteiras.

A escuridão, a umidade e o frio, como cobras venenosas, envolveram seus membros e a devoraram.

Mas, na verdade, quando ela foi trancada por engano na sala de equipamentos esportivos durante uma aula de educação física no passado, Hugo foi o primeiro a encontrá-la e carregá-la para fora.

Naquela época, ele dizia: "Comigo por perto, nunca deixarei que você se machuque."

No fim, a pessoa que a feriu repetidamente foi ele.

Quando ela foi libertada, havia perdido quase toda a sensibilidade.

Os guarda-costas da família Vance pararam diante dela: — Ofendeu o jovem mestre Hugo, não há um único estabelecimento em toda a cidade que lhe dará emprego.

Capítulo 6

Aqueles recuerdos insuportáveis deixaram cicatrizes indeléveis no coração de Clara.

Hoje, diante daquelas bocas agressivas, Clara apertou os dedos cerrados ao lado do corpo:

— Não vou pedir desculpas, o que vocês podem fazer comigo?

— E mais, agora mesmo, acabei de enviar a lista de aprovados para a sede. Não é nenhum de vocês que está aqui.

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— Você! Você!...

Carlos estava furioso com ela.

Um brilho de crueldade passou pelos olhos de Sabrina, que puxou a manga da camisa de Hugo com lágrimas nos olhos: — Hugo, você sabe, me preparei muito para essa entrevista, mas por causa dela, todo o esforço foi em vão. Você precisa fazer justiça por mim...

Hugo olhou para o perfil obstinado de Clara, franziu a testa e, finalmente, disse com voz fria:

— Já que o gerente diz que ela foi trazida pela Sofia, e ela se recusa a pedir desculpas, então que a Sofia assuma a responsabilidade pelo erro dela.

— Hugo!

Clara cerrou os dentes. — Se tem coragem, venha contra mim, por que arrastar uma pessoa inocente para isso?

Hugo, porém, aproximou-se e, em um volume que apenas eles dois podiam ouvir, disse lentamente:

— Clara, não se esqueça: cinco anos atrás, consegui fazer você carregar a culpa da trapaça no vestibular, destruir suas provas e jogá-la em uma cela. Agora, continuo capaz de fazer com que você e todas as pessoas ligadas a você recebam uma lição.

— Se não acredita, podemos tentar.

A garganta de Clara apertou-se, seu coração parecia estar sendo esmagado por uma mão gelada: — Hugo, você é realmente desprezível.

— Às vezes, ser teimosa demais não lhe traz nenhum benefício.

Hugo, raramente, suavizou a voz. — Se quer ou não envolver os outros, depende apenas de você.

O ambiente mergulhou em um silêncio mortal.

Muito tempo depois, Clara fechou os olhos, soltou um suspiro e finalmente assentiu: — Tudo bem, eu aceito.

Naquela noite, Carlos ordenou que a empresa emitisse imediatamente uma declaração de emergência:

【Após investigação, Clara Souza usou indevidamente o nome de nossa empresa e interferiu no processo de contratação sem autorização. Todas as ações violadoras foram operações pessoais dela, sem qualquer vínculo com esta empresa. Ordenamos que Clara Souza peça desculpas publicamente e assuma total responsabilidade por seu comportamento impróprio.】

Em um instante, todas as ofensas caíram sobre Clara como uma maré.

【Clara Souza? Por que este nome me parece tão familiar? Não é aquela que trapaceou no vestibular anos atrás?】

【É ela mesma! Não esperava que, além de trapacear, ela fosse capaz de fingir ser entrevistadora!】

【Como pode existir esse tipo de lixo na sociedade! Que nojo!】

......

Clara lia silenciosamente aqueles comentários sem demonstrar grandes emoções.

Seu celular também recebeu várias mensagens.

Uma delas era de Sabrina.

【Clara, lutando contra mim, você só terá o gosto da derrota para sempre!】

【De agora em diante, você será apenas um rato correndo pela rua, que todos querem bater!】

Havia também uma de Hugo.

Um comprovante de transferência.

E um texto.

【Peça desculpas publicamente na coletiva de imprensa amanhã. Quando a poeira baixar, vou arranjar um trabalho para você ao meu lado. O salário será naturalmente muito melhor do que o de qualquer emprego que você possa arranjar por aí. Já deveria estar satisfeita.】

Sofia, sentada ao seu lado, estava quase ficando louca de raiva: — Esses canalhas são simplesmente desprezíveis! Clara, você lutou tanto para chegar onde está hoje, não se comprometa com eles por minha causa!

— Não se preocupe.

Clara encarava a tela e deu um puxão nos lábios.

— Cinco anos se passaram. Já que alguém se ofereceu para preparar o palco, é claro que eu preciso cantar bem este espetáculo.

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