localização atual: Novela Mágica Moderno A CEO Implacável: O Retorno Triunfal Capítulo 1

《A CEO Implacável: O Retorno Triunfal》Capítulo 1

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Capítulo 1

Após ter sido incriminada por trapaça durante o vestibular e ter todas as suas notas anuladas, Clara Souza levou cinco anos para se tornar a CEO mais jovem da história de uma empresa unicórnio global.

Ao retornar ao país de uma viagem de negócios, recém-aterrissada, recebeu um pedido de ajuda de sua melhor amiga: que a substituísse temporariamente como entrevistadora de uma filial para selecionar novos candidatos.

No momento em que empurrou a porta da sala de reuniões, todos os olhares se voltaram para ela, repletos de espanto.

Clara percebeu que havia entrado por engano na sala de espera e preparou-se para sair.

— Clara Souza? É você mesma!

A pessoa lá dentro tomou a iniciativa e disse, com um sorriso de escárnio:

— Ora, ora, não é a nossa famosa trapaceira da escola? Esta empresa é renomada em todo o Rio de Janeiro, como você teve a audácia de vir aqui para uma entrevista?

Assim que a frase foi proferida, todos os olhares de desprezo e zombaria caíram sobre Clara.

— Precisa perguntar? Certamente ainda não superou o Hugo, e sabendo que ele acompanharia a Sabrina na entrevista hoje, veio atrás dele sem o menor pudor.

— Naquela época, ela só trapaceou porque queria entrar na mesma faculdade que o Hugo. Foi pega e nem admitiu, que nojo!

— É uma pena, mas o Hugo e a Sabrina estão vivendo um romance intenso. O primeiro lugar em exatas e a primeira em humanas, esses sim são um par feito um para o outro. Ela, uma trapaceira, não chega nem aos pés de um fio de cabelo deles!

Clara apertou a bolsa que segurava, e o canto de seus olhos avistou de repente o homem sentado perto da janela —

Hugo Vance.

Cinco anos se passaram, e ele continuava como ela o lembrava: uma flor inalcançável no topo da montanha.

Mas, por mais frio que ele fosse, houve um verão em que ele lhe deu uma doçura que parecia um sonho.

Naquela época, Hugo era o primeiro lugar em exatas, idolatrado por toda a escola, mas só era gentil com ela.

No estudo matinal, ele levava um café da manhã quentinho e colocava sobre sua mesa.

Ao final do estudo noturno, ele esperava no térreo do prédio de aulas, acompanhando-a pelo longo caminho de plátanos da escola. Quando o vento noturno trazia folhas para seus ombros, ele se inclinava para limpá-los.

Até mesmo quando ela teve cólicas menstruais durante uma prova, ele desistiu de responder à sua própria prova, carregou-a nas costas até a enfermaria e a primeira coisa que disse foi: "A prova não é mais importante que você."

Aqueles pequenos gestos de ternura construíram o sonho de verão mais precioso de toda a sua juventude.

Mas tudo se quebrou completamente no dia do vestibular.

No meio da sala de prova, um papel cheio de respostas surgiu do nada, pousando abruptamente ao lado de sua folha de respostas.

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No momento em que o fiscal se aproximou, em meio ao pânico, ela levantou os olhos e encontrou o olhar gélido de Hugo, que estava nas últimas fileiras.

— Eu vi com meus próprios olhos, foi a Clara Souza quem tirou a cola para trapacear.

Uma frase leviana foi o suficiente para selar seu destino como trapaceira. Todas as suas notas foram canceladas e seu histórico escolar ficou marcado por uma mancha permanente.

A luz do sol de verão era ofuscante e abrasadora. Ela estava pálida, quase desmaiando, mas ainda assim esperou obstinadamente por ele na beira da estrada.

Ela queria uma explicação.

Mas o que recebeu foi apenas o vulto dele partindo ao lado de Sabrina.

Ele não desviou o olhar, recusando-se até mesmo a lhe conceder um último olhar.

Mais tarde, ela soube que a pessoa de quem ele sempre gostou foi Sabrina. Aproximar-se dela não passava de uma estratégia para desviar sua atenção, para que Sabrina pudesse se preparar para as provas com foco total e superá-la como a primeira colocada em humanas.

E aquele papel de cola foi apenas o resultado de Sabrina dizer a ele antes da prova que não estava confiante. Então, ele usou aquele método para destruir todos os esforços dela.

O que ele não sabia, porém, era que ela nem sequer se importava com a posição de primeira colocada em humanas.

Ela já havia recebido a carta de admissão de uma universidade renomada no exterior, mas estava hesitante, querendo ficar para entrar na mesma universidade que ele. Mas ela não esperava...

Que não havia necessidade alguma disso.

— Tudo bem, parem com isso, afinal, fomos todos colegas de classe.

Sabrina disse com um sorriso, olhando para Clara:

— Clara, você não entrou em contato conosco por cinco anos, isso não foi nada legal. Ouvi dizer que você foi trabalhar no exterior, é verdade?

Antes que Clara pudesse falar, os outros riram baixinho.

— Sabrina, você é muito benevolente. Quem não sabe que ela foi detida na época por trapaça? Mesmo procurando emprego, ninguém a queria. No fim, ela acabou indo para o exterior fazer trabalhos ilegais. Naquele tipo de lugar mais atrasado e sujo, talvez ela já tenha até... credo...

— Não é de se admirar que ela esteja tão bem vestida hoje, de onde viria o dinheiro? Não deve ser outra coisa a não ser vendendo o próprio corpo, esse tipo de meio desprezível...

— Chega.

Uma voz grave soou.

Hugo ergueu os olhos, seu olhar pousou levemente sobre Clara.

— Clara Souza, pare com esses joguinhos e vá embora. Com o seu currículo, é impossível passar na entrevista. Ficar aqui só vai trazer humilhação para você mesma.

Ele fez uma pausa e continuou, com um tom indiferente:

— Nenhuma empresa vai querer uma funcionária suja e desprezível.

As pessoas na sala de espera trocaram olhares e, logo em seguida, soltaram uma gargalhada.

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— Por que tanta barulheira? A entrevista vai começar, mantenham o silêncio!

Justo nesse momento, o funcionário responsável pela entrevista entrou na sala.

Os outros calaram a boca apressadamente.

Ao ver a cena, Sabrina estufou o peito, com um sorriso sereno no rosto, e aproximou-se para cumprimentar o funcionário: — Olá, eu sou a candidata número 1...

Mas, antes que pudesse terminar a frase, o funcionário passou por ela e veio até Clara, com um tom de voz respeitoso:

— Senhorita Clara, aqui estava você. A sala de entrevistas é ao lado. O senhor Carlos pediu que eu a levasse até lá. Os candidatos de hoje têm currículos muito bons, especialmente a número 1, Sabrina Rossi, com quatro trabalhos premiados nacionalmente e três trabalhos ganhadores de medalhas de ouro internacionais. É um talento raro...

— Não será necessário.

O olhar calmo de Clara passou pelas pessoas presentes na sala, e ela disse lentamente:

— Cancelem a elegibilidade deles para a entrevista.

Capítulo 2

Assim que essa frase foi dita, o sorriso no rosto de Sabrina congelou por um instante.

Hugo franziu a testa.

Os outros também mudaram de expressão, mas logo em seguida, alguém soltou uma risada de desprezo.

— Ah, Clara, não imaginava que você chegaria ao ponto de contratar alguém para encenar com você.

— É ridículo! Que formação você tem? Que status você possui para se passar por entrevistadora aqui? Acha que somos idiotas?!

— É verdade! Querendo nos enganar com esses truquezinhos... É típico de uma operária que nem universidade fez, chega a ser estúpida de tão ridícula!

— Como vocês estão falando?

O funcionário não aguentou ver aquilo.

— Esta é a entrevistadora de vocês hoje! Com essa atitude horrível e esse desrespeito, vocês serão desclassificados da entrevista! ...

O que recebeu em troca foi uma risada ainda mais alta: — Olhem só, o ator até se irritou!

— Falando em cancelar a entrevista... vocês dois têm esse poder todo? Estão aqui latindo à toa!

— Vocês, vocês...

O funcionário ficou com o rosto pálido de raiva.

— Tudo bem, tudo bem.

Sabrina aproveitou o momento, olhou para Clara e deu um sorriso de canto. — Em vez de desperdiçarmos tempo aqui, por que não pedir ao gerente do departamento, o Sr. Carlos, que comprove a identidade de Clara? Assim todos ficaremos convencidos.

Assim que ela disse isso, todos concordaram prontamente.

— Exato! Se tem coragem, prove!

— É verdade, Clara não estava usando o nome do Sr. Carlos agora pouco? Se ela fosse realmente a entrevistadora, com certeza teria o contato dele.

Sabrina aproveitou a oportunidade para dizer sorrindo: — Por que não liga agora para o Sr. Carlos e pede para ele vir aqui?

Clara observou o brilho de desprezo e provocação nos olhos dela e estreitou levemente o olhar.

— Pois é! Clara, o que você ainda está fazendo parada aí? Se você é mesmo a entrevistadora, ligue para o Sr. Carlos e peça para ele confirmar sua identidade!

— Para mim, ela está tão ocupada fingindo que, na verdade, nem deve saber quem é o Sr. Carlos! ...

Ao ver todos eles pulando de alegria apenas por causa das palavras de instigação de Sabrina, Clara sentiu apenas desprezo.

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