localização atual: Novela Mágica Moderno O Preço de uma Mentira Capítulo 8

《O Preço de uma Mentira》Capítulo 8

PUBLICIDADE

Foi à London Eye e, desta vez, ninguém a chamou de infantil. Sentada na roda-gigante gigante às margens do Tâmisa, descobriu que uma roda-gigante sozinha também pode ser tão romântica;

Caminhando pelas ruas de Edimburgo, sentiu-se de volta ao corpo de sua adolescência, confiante e audaciosa.

Afinal, a vida lá fora era tão bela, mas ela se contentou em ficar presa em um terreno quadrado por tanto tempo.

Agora ela finalmente tinha tempo para fazer o que lhe interessava, como participar do concerto de hoje.

Vestida com um vestido adequado, sentou-se na plateia e ouviu a peça de piano que tanto gostava sendo tocada no palco, com todo o corpo e mente embevecidos.

Quando o concerto terminou, ela ainda queria mais. Caminhando pela multidão, viu que aquele local já estava cercado de pessoas.

Um homem estava no centro da multidão, sorrindo gentilmente, com um temperamento aristocrático em cada gesto.

Ele era o criador daquela peça de piano, conversando agora com entusiastas de piano de todo o país.

Um jornalista o entrevistou: "Sr. Si, por que o senhor nomeou esta peça de piano como 'Yun Qi Xi Pan'?"

Cecília parou subconscientemente para ouvir, pois também se sentira curiosa sobre essa questão; o nome da música era muito semelhante ao seu.

O homem chamado Sr. Si não respondeu ao jornalista, mas saltou direto sobre ele e lançou seu olhar para Cecília.

"Esta senhora, por favor, espere um momento."

O homem caminhou a passos largos em direção a Cecília.

Cecília olhou ao redor e, como não havia mais ninguém por perto, percebeu que ele a chamava.

"O senhor gostaria de algo?"

Ao cumprimentar seu ídolo pela primeira vez, ela estava cheia de nervosismo, mas sem perder a etiqueta.

O Sr. Si sorriu: "Senhora, esta é a segunda vez que a vejo."

Cecília ficou surpresa por um momento e, em seguida, assentiu sem jeito.

Esta era de fato a segunda vez que ela vinha ouvir, porque gostava demais daquela música, e ela assistia a todas as turnês dele no Reino Unido.

Não esperava ser lembrada por ele.

"Não pretendo ofender, mas sinto que a senhora gosta especialmente da minha música. Se for possível, eu poderia convidá-la para ser uma convidada especial na minha próxima turnê?"

O tom do homem era sincero.

Cecília cobriu a boca, incrédula. Uma bênção tão grande caía sobre ela.

"Sou eu mesma?" Ela estava com os olhos marejados. "Muito obrigada, Sr. Si."

O homem olhou para ela com foco: "Não seja tão formal, pode me chamar de Si Yan."

Conversando com Si Yan, ela soube que ele também era chinês e que imigrou para o Reino Unido quando era adolescente.

Cecília pensara originalmente que um pianista genial como aquele seria difícil de lidar, mas após alguns dias de contato, descobriu que ele não era nada arrogante e, além disso, muito divertido e bem-humorado.

Ela e Si Yan se davam muito bem, sem imaginar que, ao mesmo tempo, Julian a procurava por toda parte.

PUBLICIDADE

Desde que Julian descobriu que Cecília estava no Reino Unido, deixou para trás uma pilha de negócios da empresa e, ignorando tudo, veio sozinho ao Reino Unido procurá-la.

O Reino Unido não era como o círculo em que ele vivia; encontrar alguém era como procurar uma agulha num palheiro. No entanto, ele sempre tinha um jeito e, pouco depois, soube que Cecília havia aparecido em um concerto.

Ele deveria ter adivinhado antes. Cecília adorava tocar piano e tocava em casa, mas depois que ele reclamou que era barulhento, ela parou de tocar.

Julian arrependeu-se profundamente e jurou silenciosamente que, quando a trouxesse de volta, a ouviria tocar piano todos os dias.

Ele pensava que Cecília, chegando sozinha ao Reino Unido, devia estar muito triste e certamente iria ouvir música para aliviar sua melancolia.

Ao chegar ao local do concerto, Julian percorreu a plateia e não viu o vulto de Cecília.

Até que o concerto começou oficialmente, o artista de terno preto saiu dos bastidores, seguido de perto por uma mulher de figura elegante e aparência notável.

Julian olhou fixamente; aquela mulher era Cecília.

Capítulo 15

No palco, Cecília brilhava intensamente. Ela e o homem de terno trocaram um olhar e, em seguida, tocaram uma peça de piano juntos.

A luz branca brilhava sobre sua cabeça. Seu perfil estava calmo e focado, seus braços balançavam com o ritmo, e seu corpo, ocasionalmente balançando, revelava seu pescoço liso e esbelto.

Com seu vestido longo arrastando pelo chão e sua cintura fina, ela parecia ainda mais cativante.

A música fluía de seus dedos, e as pessoas presentes estavam todas inebriadas; apenas Julian não conseguia sorrir.

Três anos de casamento, por que ele nunca havia notado um lado tão brilhante e deslumbrante de Cecília antes?

Deveria estar lá, mas por que, quando Cecília tocava piano naquela época, ele apenas sentia que era barulhento?

Ao final de uma peça de piano, Cecília foi até a beira do palco agradecer. Julian endireitou inconscientemente as costas, esperando que, assim que ela olhasse para cima, o visse.

Ele pensou que sua primeira reação seria não conseguir controlar suas expressões, chorar, talvez estar magoada, talvez com raiva, mas não importava; ela acabaria por perdoá-lo e ir para casa com ele.

No entanto, o fato era que, após agradecer, Cecília não olhou para a plateia, mas virou-se para olhar para o outro homem ao seu lado.

Seu olhar estava cheio daquele homem, assim como olhava para Julian antigamente.

A diferença era que aquele olhar continha mais admiração, e o homem também a olhava de volta, com apreço nos olhos.

O homem era muito jovem e sua aparência e temperamento não perdiam em nada para os de Julian, o que gerou um forte ciúme no fundo do coração de Julian.

Essa sensação era muito estranha para ele; ele nunca havia sentido ciúmes de Cecília antes.

Como ela ousava olhar para outro homem na frente dele?

PUBLICIDADE

Julian enviou imediatamente uma mensagem ao assistente: [Quero saber a história completa deste homem.]

Em seguida, guardou o celular e caminhou até os bastidores, segurando o presente preparado com antecedência.

Cecília estava sentada diante do espelho tirando a maquiagem.

Ele caminhou lentamente até atrás dela e chamou: "Cecília."

As mãos de Cecília pararam por um momento enquanto tirava a maquiagem, e então ela virou a cabeça para olhá-lo.

Aqueles olhos, que antes se enchiam de adoração ao vê-lo, agora eram como um lago sem ondas, sem a menor flutuação ao vê-lo, como se olhasse para um estranho que entrara de repente.

Não houve a reação que ele esperava, absolutamente nenhuma.

O coração de Julian deu um pulo, e ele quase perdeu a compostura.

"Procurei por você por tanto tempo, não esperava que estivesse aqui." Ele recuperou o sorriso e entregou o presente em suas mãos: "Cecília, sua apresentação foi brilhante agora, parabéns."

"Por que você está me procurando?" Cecília retraiu o olhar levemente, ignorando o presente que ele oferecia.

"Cecília, venha para casa comigo." A voz de Julian estava tensa.

"Para casa?" Cecília olhou para ele como se olhasse para um monstro: "Sr. Julian, você está enganado? Já estamos divorciados. Sequestrar uma estranha para casa é crime."

Ao ouvir o tom sarcástico dela, Julian arrependeu-se profundamente de ter assinado o acordo de divórcio.

"Tudo isso é culpa de Sofia, Cecília. Já investiguei, o bebê realmente não foi envenenado por você. Ela colheu o que plantou, e eu já a puni."

"E daí? O que isso tem a ver comigo?" Cecília não demonstrou gratidão. Ela já havia terminado de tirar a maquiagem, levantou-se e começou a arrumar sua bolsa para sair.

Vendo que ela ia embora, Julian adiantou-se para segurá-la, com um tom de voz habitualmente forte: "Você não pode ir, você é minha esposa."

Sua força era grande. Cecília puxou a mão e, como não conseguiu se soltar, pisou com o salto alto em cima do sapato de couro dele.

Julian soltou a mão, sentindo dor, e olhou para ela, incrédulo.

Antigamente, se ele batesse de leve, ela ficava com o coração partido, mas agora ela pisava nele sem hesitar.

Neste momento, Si Yan abriu a porta e entrou nos bastidores. Assim que entrou, caminhou diretamente para Cecília: "Cecília, você terminou? O carro para nos buscar já está lá fora."

Cecília avançou carinhosamente para segurar o braço dele: "Terminei, vamos."

Os dois saíram de mãos dadas.

A atitude dos dois, como se ninguém mais existisse, irritou completamente Julian, que chamou Cecília com raiva.

"Cecília, você traz esses homens de má reputação para perto de você só para me irritar, vale a pena?"

Os dois pararam. Si Yan virou a cabeça, mas seus olhos olhavam para Cecília: "Cecília, quem é este senhor?"

"Uma pessoa do passado sem importância." O tom de Cecília era leve.

"Compreendo." Si Yan assentiu como se entendesse.

Os dentes de Julian rangeram: "Compreende o quê?"

"Compreendo por que se tornou uma pessoa do passado," Si Yan sorriu e olhou novamente para Cecília com carinho, "Cecília, não ande mais com gente que tem a boca suja."

Capítulo 16

Após terminarem de falar, foram embora por conta própria.

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia