localização atual: Novela Mágica Moderno Renascida: Não Serei Seu Brinquedo Capítulo 1

《Renascida: Não Serei Seu Brinquedo》Capítulo 1

PUBLICIDADE

Capítulo 1

O meu amigo de infância, que era pobre, foi notado por uma herdeira rica. Ela exigiu que ele abandonasse toda a sua dignidade para se tornar o seu brinquedo.

Ele aceitou, fazendo apenas um pedido: que ela pagasse todas as minhas mensalidades escolares e o meu custo de vida.

Ele acreditava que, dessa forma, mesmo que ele se tornasse um objeto nas mãos dela, eu teria um futuro brilhante.

Mas ele não sabia que, por causa disso, o amigo "playboy" da herdeira notou a minha presença e, de forma cruel, me manteve prisioneira, usando-me para o seu bel-prazer.

Ao abrir os olhos novamente, renasci no dia em que o meu amigo de infância estava sendo pressionado pela herdeira.

Aquele jovem que, na vida passada, me envolveu em seus braços durante inúmeras noites apenas para me humilhar, estava ali, recostado preguiçosamente de um lado, reforçando o coro: "Alguém que não consegue nem pagar os estudos ainda está pensando em dignidade?"

Segurei a mão do meu amigo e sorri para o jovem: "Esqueci de te contar uma coisa: eu ganhei na loteria. Temos dinheiro para os estudos agora."

1

— Lucas — disse o jovem impaciente. — É uma honra a Alice ter se interessado por você.

Ao ouvir aquela voz familiar, recuei um passo instintivamente.

Meu rosto empalideceu.

Então, meus olhos encontraram aquele olhar audacioso e frio.

O jovem me lançou apenas um olhar casual antes de desviar a atenção para Alice: — O que você viu nesse rostinho bonito, afinal?

Nesse momento, ele ainda não tinha interesse em mim.

Estava apenas focado em ajudar a sua amiga a conseguir quem ela queria.

Alice soltou duas risadinhas: — Esse tipo de cara que tem um pouco de orgulho é que é divertido.

Virei o rosto.

Lucas estava ao meu lado, seu corpo magro e alto envolto em um uniforme escolar desbotado.

Ele baixou o olhar e, em seguida, olhou para mim de soslaio.

Eu também o observava, atordoada.

Era como se luzes e sombras passassem diante de mim.

Na vida passada.

Eu usei a minha obediência e submissão inúmeras vezes para conseguir a chance de vê-lo.

Mas só conseguia ver os seus olhos escuros cada vez mais sem brilho.

No entanto, no fim, ele sempre forçava um sorriso leve e me dizia com um tom de voz quase relaxado:

— Você emagreceu de novo? Precisa comer mais. Não fique voltando para o país o tempo todo para me ver, você tem o seu próprio caminho a seguir.

Fiquei na ponta dos pés e o abracei voluntariamente, com os olhos ardendo: — Está bem.

Depois, virei-me e saí.

Caminhei de volta para aquele quarto secreto.

Paredes cheias de telas, câmeras de alta definição em trezentos e sessenta graus.

No centro das imagens, Lucas continuava parado no mesmo lugar, solitário e isolado.

Alice e Gabriel estavam sentados à frente.

A luz azul e fria das telas refletia neles, com expressões cada vez mais sombrias.

PUBLICIDADE

Alice me perguntou sem emoção: — Com qual mão você o tocou agora pouco?

Gabriel levantou as pálpebras: — Ela é minha, não cabe a você dar lições.

Alice deu uma risada de desprezo: — Então dê um jeito nela!

Dito isso, ela saiu furiosa.

Certamente iria incomodar Lucas novamente.

E Gabriel caminhou lentamente em minha direção, seus dedos longos apertando o meu pulso com uma força que parecia querer esmagá-lo.

Ele sorria sem entusiasmo, com a voz gélida:

— Vocês são realmente um par de amantes desafortunados. A culpa é minha e da Alice por termos separado vocês.

2

E agora, tal como na vida passada.

Alice aproximou-se sorridente: — Lucas, você podia tentar gostar de mim. Sou bonita e rica, não sou muito melhor que essa sua amiguinha de infância?

Enquanto falava, apontou para mim com os dedos de unhas brilhantes.

Lucas colocou-se à minha frente e levantou o olhar friamente: — Você acha que está no nível dela para se comparar?

O rosto de Alice fechou-se imediatamente.

Ela virou-se e perguntou entre dentes: — Todos vocês, homens, gostam desse tipo de garota?

O jovem olhou para mim com tédio: — Insossa e sem graça.

Foi assim que ele me avaliou.

A expressão de Alice melhorou um pouco: — Leve ela daqui, quero falar com o Lucas a sós.

O jovem murmurou um "hum" desinteressado e caminhou em minha direção.

Lucas ficou com as costas tensas, protegendo-me atrás dele, com a voz rouca: — Não toque nela!

O jovem apontou o queixo para mim e disse para Lucas: — Se não me falha a memória, ela foi selecionada para um intercâmbio no exterior, não foi? Ela tem dinheiro para ir?

Alice entendeu e imediatamente franziu a testa: — Ei, eu posso dar dinheiro para o Lucas, mas para ela...

O jovem lançou-lhe um olhar leve.

Alice percebeu algo e calou-se.

Eu estava atrás de Lucas e não conseguia ver a sua expressão.

Instintivamente, segurei a barra da sua camisa, apertando-a aos poucos.

Por um momento, inúmeros pensamentos passaram pela minha cabeça.

No fim, restou apenas o que estava nítido à minha frente —

O sorriso vitorioso de Alice enquanto mexia nas unhas calmamente.

...E o olhar profundo e obscuro do jovem voltado para cá.

Felizmente, naquelas pupilas profundas, naquele exato momento, só havia impaciência e prepotência.

Em meio ao silêncio.

Segurei suavemente a mão de Lucas: — Esqueci de te contar uma coisa: eu ganhei na loteria. Temos dinheiro para os estudos agora.

Assim que terminei de falar.

Senti imediatamente dois olhares fixos em mim.

Lucas hesitou por um segundo e apertou a minha mão de volta.

Eu o acompanhei enquanto saíamos, sem olhar para trás.

Respirei aliviada.

Mas, por algum motivo, no meu subconsciente, eu sentia que as coisas não terminariam tão facilmente.

3

Naquela mesma noite, tive um pesadelo.

No sonho, eu era atormentada de todas as formas, chorando até ficar sem voz.

PUBLICIDADE

Eu soluçava repetidamente:

"Eu te odeio... eu te odeio..."

Apenas ouvia aquela voz preguiçosa e satisfeita dizer: — Me odeia? Do ódio nasce o amor, querida, repita comigo: você me ama.

Mordi o lábio inferior, recusando-me a emitir qualquer som.

Ele não me pressionou mais, apenas me abraçou apertado, sussurrando carinhosamente ao meu ouvido: — Não admira que o Lucas goste tanto de você, bebê, como você consegue ser tão fofa?

Sufocante...

Era sufocante demais...

Parecia que eu nunca conseguiria escapar.

Acordei de repente, com o coração disparado.

No silêncio da noite.

Eu ainda estava dormindo na cama simples de um metro e vinte do meu quarto alugado.

Não era a cama luxuosa e macia, com correntes douradas e frias penduradas na cabeceira.

Baixei os olhos, tentando acalmar a respiração.

Alice não desistiria assim tão fácil.

A obsessão dela pelo Lucas era evidente para todos.

Na vida passada, Gabriel costumava brincar com as mechas do meu cabelo de forma desleixada, mencionando como quem não quer nada:

— A Alice recusou o noivado de novo por causa daquele rostinho bonito.

Eu não reagia.

Ele levantava o meu queixo, forçando-me a encará-lo.

Dizia com indiferença:

— A Alice é capaz de enfrentar a família pelo Lucas. Contanto que ele faça as vontades dela, ela dará tudo a ele.

— E você? O que você pode fazer por ele?

— Você não pode fazer nada, porque você não tem nada.

Ao não receber resposta, ele dava duas risadinhas enigmáticas e, em seguida, envolvia-me lentamente em seus braços.

— Mas não faz mal.

— Se você me obedecer, eu também posso te dar tudo.

Minha voz saiu um pouco rouca: — É sério?

— Claro. — Ele beijou as minhas pálpebras. — Sua voz está rouca, vou buscar água para você.

Segurei o braço dele, olhando naqueles olhos escuros, dizendo cada palavra pausadamente:

— Deixe-me ir, e convença a Alice a deixar o Lucas em paz.

Gabriel ficou me encarando.

O sorriso em seus lábios foi desaparecendo gradualmente.

Dando lugar a uma expressão fria e olhos carregados de hostilidade.

Mas, para minha surpresa.

Ele voltou a sorrir logo em seguida.

— Se a Alice concordar, eu também concordo.

Ele ligou para Alice na minha frente, colocando no viva-voz.

— Escuta — disse Gabriel, recostado no sofá com desinteresse, as pernas longas cruzadas casualmente. — Que tal a gente ser caridoso com aquele par de infelizes e deixá-los ir?

Eu estava sentada ao lado, com as costas tensas, ouvindo a voz feminina do outro lado da linha.

Alice soltou um "hah": — Você se cansou dela?

Gabriel lançou-me um olhar e disse calmamente: — É, cansei.

— Ah, eu não cansei. — Alice resmungou. — Já que você cansou, dê um dinheiro a ela e mande-a embora de uma vez. Assim ela para de ficar aparecendo na frente do Lucas o tempo todo, isso me irrita profundamente.

Gabriel deu um sorriso falso: — Mas qual seria a graça de separar os pombinhos?

Alice entendeu o recado e imediatamente começou a xingar: — Desde quando você ficou tão bonzinho a ponto de querer unir casais? Eu te garanto: nem morta eu deixo o Lucas ir embora!

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia