《O Segredo da Garota de Ouro no Mundo dos Alfas》Capítulo 45

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— O Sr. Tallon poderia ir ao jardim colher algumas margaridas para mim? Quero usá-las para decorar a gaiola dos hamsters daqui a pouco — disse Hilda, inventando um motivo para afastá-lo. — Quando você voltar, eu te dou um beijo, pode ser?

0112 112 (H) Não há ninguém hoje

— Tudo bem~ — Tallon prontamente foi ao jardim colher as flores.

Hilda aproveitou a chance para chamar Wilder antes que ele saísse. Perguntou sobre o "dia de folga" de Tallon e o comportamento estranho dele.

Wilder ouviu e pareceu surpreso. — Pequena senhorita, este é o período de sensibilidade do Sr. Duque... e é a primeira vez que ele tem a senhora para confortá-lo nesse período.

— Período de sensibilidade?

Wilder limpou a garganta. Talvez a pequena senhorita realmente não entendesse essas coisas. Ouvira do Duque que também era a primeira vez dela... então resolveu explicar.

— Esta semana pertence apenas a vocês dois. Durante este período, o Sr. Duque pode tornar-se repentinamente grudento ou emocionalmente frágil como uma criança. Ele precisa desesperadamente do seu conforto agora.

— Eu.. por quê?

— Porque a senhora é a única parceira do Sr. Duque.

Pouco depois, Tallon retornou.

— Bebê, cheguei~ — Ele entregou a ela um buquê de flores coloridas. — São todas para você.

— Obrigada. — Ela aceitou o grande buquê, separando algumas margaridas para a gaiola e colocando as outras em um vaso de vidro. Tocou as pétalas ainda úmidas e sorriu. — São lindas.

— Se você gosta, eu colherei para você todos os dias~ — O Duque olhava com adoração para seu pequeno algodão-doce. Ela virou-se em seus braços, ficando na ponta dos pés e enlaçando o pescoço dele com seus braços finos.

— Se continuar colhendo assim, vai esvaziar o jardim inteiro — riu Hilda, dando um selinho nos lábios dele. — Bobo.

O olhar roxo do Duque baixou, observando o sorriso terno no rosto dela; era como um sol morno que fazia seu coração formigar. Ele sussurrou para ela com voz rouca:

— Não importa se o jardim esvaziar, eu já tenho a flor mais bonita.

A atmosfera no reservado do escritório, antes fria, tornou-se ambígua. Alguns hamsters sentiam o perfume das margaridas na gaiola, enquanto outros observavam o casal abraçado e se beijando diante da estante.

— ...Hmm. — Ela murmurou, com as costas já encostadas na vitrine de vidro. O beijo ardente dele desceu da orelha para o pescoço. Percebendo o que ele pretendia fazer, ela inclinou a cabeça um pouco tensa, ofegando levemente.

— ...Aqui? — Hilda olhou de relance para a porta entreaberta.

Assim que terminou de falar, foi erguida por ele, sentando-se de pernas abertas sobre a mesa alta de cor branca e dourada. Ele apoiou os braços ao lado dela e guiou a mãozinha da jovem para o colarinho de sua camisa de seda cinza-azulada.

— Não quer? — Tallon aproximou o rosto, sua franja prateada roçando nos cabelos loiros dela, sugerindo com voz rouca: — Não há ninguém hoje, querida.

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— .... — Ela levantou os olhos vermelhos, trocou olhares com ele por alguns segundos e então ergueu o queixo para beijá-lo.

....

Sons começaram a emanar do reservado. Os pés da luxuosa mesa alta rangiam com o balanço rítmico. Pela fresta sob a porta, podiam-se ver roupas espalhadas pelo chão.

Os músculos da panturrilha robusta do homem estavam tensos; ele permanecia de pé, entregue ao momento com ela, que estava sentada na mesa.

— Hmm.. ah..

As pernas de Hilda envolviam a cintura de Tallon enquanto ele se movia. Seus seios fartos e macios pressionavam o peito firme e alvo do homem. As mãos grandes dele seguravam-na por baixo do bumbum, enquanto ele entrava e saía dela continuamente com o abdômen tenso.

A cada estocada profunda, a voz dela tornava-se um gemido mais suave. Seus braços finos apertavam as costas dele e seu tronco arqueava-se a cada movimento, colando-se ainda mais a ele.

0113 113 (H) O Duque sentiu-se satisfeito

O fluido lubrificante viscoso, misturado ao sêmen esbranquiçado, criava fios entre eles a cada movimento de estocada. Hilda sentia como se estivesse prestes a derreter; em pouco tempo, seu corpo amoleceu e ela se aninhou nos braços dele. No entanto, a dureza da mesa de porcelana branca sob seu bumbum a deixava desconfortável, e ela ergueu o rosto para olhá-lo com olhos marejados.

O Duque entendeu imediatamente. Ele também achou que aquele lugar não era o mais prático para continuar; decidiu mudar de ambiente e interrompeu a batalha por um momento. Usando os braços para sustentar o bumbum de seu bebê, ele a ergueu da mesa alta e, com passos largos e firmes, deitou-a suavemente sobre o encosto de um sofá macio próximo.

Ele recompôs a postura, posicionando as pernas dela novamente ao lado de sua cintura. Após se ajeitar, baixou o olhar e viu que seu "parceirão" continuava pronto para a ação. Sobre o corpo dela, uma camisola fina de alcinha cobria vagamente seu segredinho. Naquele momento, o Duque pensou em algo: ele parecia ainda não ter observado bem as pétalas dela.

Ele estreitou os olhos roxos, engoliu em seco e deslizou a mão grande pela coxa dela. Três dedos de juntas bem marcadas tatearam sob a seda da camisola, levantando-a delicadamente.

Ali ainda restavam os vestígios brilhantes do fluido lubrificante; as duas pétalas rosadas estavam levemente avermelhadas. Logo abaixo, o núcleo que ele acabara de deixar estava em leve espasmo e contração, expelindo gradualmente o sêmen dele.

— O que foi... — Hilda percebeu o movimento dele e apoiou o tronco. Ao notar que ele olhava fixamente para lá, como se tivesse descoberto um novo mundo — com um olhar carregado de desejo e em uma posição que a fazia se sentir envergonhada e erótica —, ela não entendeu por que ele precisava olhar daquele jeito. Já tinham feito isso antes, afinal. Sem palavras, usou a mãozinha para tentar cobrir os olhos dele: — Não olhe assim...

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— Bebê, você é tão fofa~ — Ele se inclinou para pressioná-la de volta contra o sofá, então esticou o tronco novamente. Com a mão grande, guiou seu pênis úmido; a extremidade rígida e avermelhada esfregou-se de cima a baixo na entrada lamacenta e macia. O som provocado pelo atrito era extremamente excitante.

— Tallon... — Ela preferia que ele entrasse de uma vez em vez de ser provocada daquela forma. Com o rosto corado, segurou a ponta dele, tentando guiá-lo para dentro.

— Estou entrando agora, querida~ — O Duque sentiu-se lisonjeado novamente. Imediatamente segurou a cintura fina dela, alinhou o membro ereto e o empurrou lentamente para dentro.

Sempre que a ponta entrava, o restante do comprimento seguia com facilidade. Ele observava, de cabeça baixa, como ela era preenchida por ele. O som úmido e os gemidos intermitentes dela ecoavam pelo quarto. O ar estava saturado com o cheiro dos feromônios do Duque; pela primeira vez em seu período de sensibilidade, ele sentiu uma satisfação plena.

Após alguns movimentos, ele tentou retirar-se um pouco para estocar mais fundo, mas era imediatamente sugado e mordido por ela, que o apertava com força, impedindo-o de sair. O aperto era tanto que as veias nas têmporas dele saltaram.

A camisola fina sobre a cintura dela cobria vagamente o ponto de união. Seus seios fartos balançavam para cima e para baixo conforme o ritmo dele, deixando-o com a boca seca. A velocidade dele aumentava cada vez mais.

Gradualmente, Hilda conseguia ouvir o eco de sua própria respiração ofegante no quarto. Envergonhada, cobriu os lábios com o braço, mas seus ouvidos ainda captavam nitidamente os sons úmidos e carnais dos impactos.

0114 114 (H) Nem uma gota sobrou

Após algum tempo de movimento contínuo, o Duque gozou novamente. Ele repousou sobre Hilda para recuperar o fôlego e, em seguida, ergueu o bumbum dela, colocando-a sentada em seu colo.

Hilda começou a contar mentalmente quantas vezes ele já havia gozado. Mas, vendo que ele ainda parecia extasiado e nada exausto, concluiu que não haveria problema.

Ela suspirou aliviada, lembrando-se vagamente de quando ajudou a cruzar o cachorro Poodle de um colega de faculdade; naquela longa hora, ela compreendera os mistérios da natureza.

— Bebê, no que está pensando? — Ao vê-la distraída novamente, ele encostou a testa na dela, roçando a ponta do nariz, com os braços robustos cruzados sobre o bumbum dela.

— Estou pensando em você — respondeu ela imediatamente. Em seguida, ergueu a cabeça para beijar os lábios dele, enlaçando o pescoço dele com as mãos pequenas e pressionando os seios contra o peito dele, começando a rebolar. O ponto de união tornou-se ainda mais úmido com a fricção.

— Hmm... — Após beijarem e lamberem os lábios um do qual, ele baixou a cabeça para sugar gentilmente os mamilos rosados e eretos dela. Após algumas sucções, usou a língua para fazer círculos sobre eles, fazendo-os tremer.

As horas passavam e a movimentação no sofá era intermitente, até que o brilho do entardecer atingiu os cabelos loiros dela, deitada no ombro dele, e seus olhos vermelhos e nublados. A nuca de cabelos prateados curtos dele e seus trapézios proeminentes estavam cobertos de suor.

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