《O Segredo da Garota de Ouro no Mundo dos Alfas》Capítulo 42

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Para os criados, desde que a pequena senhorita chegara à mansão, o Duque tornara-se muito mais alegre e expansivo; era comum vê-lo sorrindo. Embora aquele sorriso de dentes brancos diante dela parecesse um pouco bobo, com o tempo tornou-se até bem fofo.

Ver o Duque e a pequena senhorita em tal clima de romance trazia uma luz e um calor novos para toda a mansão. Não era para menos; antigamente a mansão era muito fria e silenciosa, mantendo apenas uma relação estritamente profissional entre patrão e empregados por mais de dez anos.

Mas agora era diferente. A pequena senhorita sempre conversava com eles, trocando trivialidades e risadas, e até o Duque ocasionalmente comentava algo com gentileza.

Todos os criados gostavam muito dela e esperavam que esses dias durassem para sempre.

Enquanto a sala da mansão transbordava com um calor pacífico, o quarto do Duque ainda estava em plena ebulição.

— Sr. Tallon... você não pretende descansar nem um pouco no dia de folga... — Ela se apoiava com força nos lençóis, seus longos cabelos loiros balançando conforme os movimentos dele. — Isso também cansa...

Aquela calcinha fio-dental que ela mal conseguia olhar agora estava pendurada em seu tornozelo sobre as meias brancas, balançando. O top de renda rosa já fora baixado até a cintura, e seus seios fartos não paravam de balançar. Sua pele alva estava coberta por marcas de beijos rosadas, e o pênis que entrava e saía ficava visível sob o tecido fino da saia erótica.

— Como fazer amor pode cansar? — Ele disse com toda a seriedade, seu corpo coberto de suor e músculos definidos. Suas coxas grossas pressionavam as dela enquanto ele a penetrava por trás, as mãos grandes segurando a lateral da cintura dela, esforçando-se ainda mais para mover aquele bumbum empinado e trêmulo, cujas marcas rosadas começavam a surgir pelos impactos.

0105 105 (H) Você me ama?

— Hmm... — Ela não tinha forças para retrucar, respirando de forma apressada. Pouco depois, enterrou as bochechas avermelhadas no travesseiro abaixo, levando a pequena mão para trás para segurar a mão grande dele, enquanto seu corpo arqueado tremia levemente.

Ele se inclinou, colando-se às costas dela; ela sentia o queixo dele roçando em seu pescoço, enquanto os braços robustos envolviam sua cintura com firmeza, estocando com força e rapidez.

Mantiveram essa posição próxima por pouco tempo até que ele deu uma última estocada profunda, preenchendo mais uma vez o baixo ventre dela, que se contraía e o apertava, com aquele sêmen quente.

Ambos terminaram exaustos. Desta vez, ele se retirou imediatamente após gozar; naquele instante, ela sentiu um alívio, como se uma grande rolha finalmente tivesse se separado do gargalo de uma garrafinha de cerveja cheia.

Ela respirou o ar fresco e, após um momento, tentou alcançar os lenços de papel na mesa de cabeceira, mas a pessoa sobre ela foi mais rápida. Ele pegou alguns lenços e desceu a mão.

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— ...Eu posso fazer isso sozinha. — Ela tensionou o abdômen por reflexo e segurou os dedos dele imediatamente.

— Está tudo bem, no primeiro dia também fui eu quem ajudou você a trocar de roupa e tomar banho. — Ele ergueu um pouco o corpo, olhando para baixo com seus olhos roxos. Os movimentos de sua mão eram leves, e embora falasse com convicção, seu tom era gentil e honesto. — Isso é o que deve ser feito.

— Tudo bem, então... — Ela decidiu aceitar a gentileza dele, mas quanto mais ouvia o som dele limpando entre suas coxas pegajosas, mais envergonhada ficava. Virou-se e escondeu o rostinho no peito dele.

— Totó. — A voz dele ainda estava muito rouca, mas soava extremamente carinhosa. — Você continua sendo tão fácil de envergonhar.

O coração dela bateu ainda mais rápido.

— A propósito. — Ele acariciava os cabelos loiros dela que passavam dos ombros.

Ela levantou a cabeça, olhando confusa para o queixo dele, achando que era algum assunto sério ou planos para o dia seguinte.

— Esqueci de dizer hoje. — Ele a olhou intensamente, soltou um risinho leve e beijou ternamente os olhos confusos dela, sussurrando palavras ardentes em seu ouvido: — Eu te amo, Totó. Eu te amo, meu pequeno algodão-doce.

O Duque sempre dizia palavras de amor de forma tão direta. Ela já perdera a conta de quantas vezes ele dissera "eu te amo", e menos ainda de quantas vezes dissera "gosto de você", sem saber distinguir se aquelas palavras lindas eram verdadeiras ou falsas.

Por algum motivo, seus olhos arderam subitamente, uma sensação parecida com a do primeiro dia ao acordar, ofuscada pelo lustre de diamantes daquele quarto luxuoso; mas agora, o que se refletia em seus olhos eram os olhos roxos profundos do Duque, que também espelhavam o rosto dela.

Essa sensação de irrealidade e torpor transformou-se hoje, de repente, em uma tristeza profunda que envolveu Hilda da cabeça aos pés.

O quarto ficou silencioso. O sol poente atravessava a janela e atingia o broche de rubi sobre a mesa de cabeceira, símbolo da nobre linhagem do Duque; ele brilhava intensamente, ofuscando até o lustre de diamantes.

Ao ver o pequeno algodão-doce perdida em pensamentos, o Duque apertou a cintura dela, contendo a agitação em seu coração. — Mas ainda não ouvi você dizer.

— O quê... — O tom dela não soou como uma pergunta.

Mas o Duque claramente não se importou com esse detalhe.

— Você me ama? — O Duque sorriu com os cantos da boca, os olhos cheios de expectativa. Ele disse alegremente: — Quero ouvir você dizer que me ama.

0106 106 Eu te amo.

O tempo pareceu parar para ela no instante em que ele terminou a frase. Ela já pensara nessa questão muitas vezes: ela realmente o amava?

Se ela o amasse, se o amasse na qualidade de Hilda, isso a fazia lembrar do conto de fadas que toda menina conhece, a Cinderela.

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Quando o relógio batesse meia-noite, a proteção da fada terminaria; mas será que o Duque, como o príncipe do livro, viria procurá-la? Hilda não sabia.

Ela sequer tinha certeza de qual motivo o Duque teria para gostar dela.

Hilda era tímida e não era uma garota muito autoconfiante; embora na época de escola fosse muito popular entre o sexo oposto, todos se afastavam gradualmente quando conheciam sua história de vida e seus gostos.

Até que conheceu Chris. Ele disse que não se importava com nada disso e que estava disposto a cuidar da loja de hamsters com ela; por isso, quando ficaram juntos, ela sentiu que Chris era um presente dos céus.

E agora, ela não ousava ter certeza do amor do Duque por ela. Ela achava que alguém tão comum e sem graça não estava à sua altura, mas, por outro lado, desejava intensamente o amor dele. Tudo nele a fazia experimentar uma palpitação que nunca sentira antes.

Mas para Hilda, o mais importante era o fato de que ela não pertencia a este mundo.

Se ela se apaixonasse pelo Duque daqui, o que aconteceria com seus sentimentos por Chris? Seus laços e amores ainda estavam lá, e ela ainda não tinha como abandonar todo o seu passado por ele.

Isso deixou Hilda sem saber o que fazer. Seus olhos começaram a desviar; ela queria explicar para ele aquela origem que soava tão absurda, mas temia que, se ele soubesse que ela vinha de outro mundo, pensaria que ela era louca.

【 Ela não queria que ele pensasse isso dela. 】

Ao vê-la hesitar, o Duque sentiu uma pequena pontada de desapontamento. Ele disse suavemente: — Se não quiser, tudo bem. Não tem problema dizer isso depois.

Ela pretendia reunir coragem para tentar explicar, mas as palavras ficaram presas em sua garganta. Ela deitou a cabeça no peito dele; o coração dele batia rápido, mas ainda com muita força.

Contudo...

De uma coisa ela tinha certeza: ela sentia pena dele, ela não queria deixá-lo.

Ao ver que ela o abraçou, o Duque ficou radiante novamente. Começou a alisar com sua mão grande os cabelos loiros e macios dela; agora o cabelo dela estava comprido, e cabelos longos realmente combinavam com ela, deixando-a linda como um anjo.

Enquanto o Duque alisava o cabelo de Hilda, pensando se no dia do pedido de casamento colocaria uma rosa vermelha ou um lindo lírio branco em sua cabeça, o pequeno algodão-doce escondido em seu peito falou de repente.

Sua voz parecia um pouco embargada.

Mas ela disse:

— Eu te amo, Sr. Tallon.

Oh~ o coração do Duque derreteu~ os cantos da boca do Duque estavam prestes a alcançar o sol~

Mas o Duque conteve a alegria em seu peito e segurou o rosto dela; a expressão do pequeno algodão-doce parecia um pouco triste.

— O que foi? — Tallon limpou com o polegar o rastro de lágrimas nos olhos dela, que molhavam seu peito. — Por que chorar de repente?

— Parece que estou forçando você a dizer. — Ele riu, fingindo um tom de voz injustiçado.

— ...Não. — Ela balançou a cabeça imediatamente.

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