《O Segredo da Garota de Ouro no Mundo dos Alfas》Capítulo 40

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— Não... meu sono estava leve — respondeu ela, olhando para o livro. — Esses mangás são seus?

— Sim, são a única diversão neste escritório — admitiu ele, com franqueza. — Meu favorito é o Cavaleiro de Leão, e o seu?

— ...Acho que todos parecem iguais. — Hilda não conseguia distinguir muito bem entre tantas armaduras douradas.

— De jeito nenhum, o de Leão é o mais bonito.

— Oh, tudo bem.

— Qual o seu signo, bebê? — perguntou ele subitamente.

— Áries. — Ela olhou para ele curiosa. — E o seu?

— Adivinhe. — Ele acariciou o cabelo dela com carinho.

— Leão! — afirmou ela com convicção.

— Não. — Ele riu.

Ela ficou surpresa por ele não ser de Leão. — Escorpião?

— Também não. — Ele beijou a testa dela e disse suavemente: — Gêmeos. Acho que combinamos muito bem.

Hilda sentiu o coração disparar com o tom suave dele. Suas orelhas ficaram vermelhas e ela desviou o olhar dos olhos roxos dele. Aquele rosto, combinado com aquela voz e atitude, era uma trapaça.

A mão do Duque apoiou suavemente a nuca dela, enquanto a outra mão garantia que ela estivesse firme em seu colo. Ele roçou o nariz no dela; o hálito quente a fez sentir cócegas. Ela fechou os olhos e envolveu o pescoço dele, preparando-se para o beijo.

— SR. DUQUE!! — Uma batida forte ressoou na porta.

Ambos levaram um susto. Especialmente Hilda, que escorregou do colo dele como uma lagarta e, com o rosto fervendo, enfiou-se debaixo da mesa de trabalho.

— Sr. Duque! Sou eu, Gaston. O conselho da cidade debateu esta semana e preparamos novos anúncios. Vim pedir sua aprovação!

Tallon suspirou profundamente várias vezes. Irritado, ajeitou o cabelo para trás e gritou com voz abafada: — Entre!!

0100 100 (H) Ela olhou para a sua braguilha

O prefeito Gaston limpou a garganta na porta, ajeitou a gravata, sacudiu os documentos em mãos e entrou no escritório com vigor.

— .... — Tallon apoiava o braço na mesa, sentindo a sobrancelha tremer. Seus olhos miravam Hilda, que estava de joelhos debaixo da mesa, com o rosto vermelho como um tomate.

Com ela ali, entre suas pernas, pedir para ela sair tornaria as coisas ainda mais estranhas. Mas deixá-la ali também parecia... er...

— Sr. Duque, posso começar? — Gaston perguntou com a voz trêmula, percebendo que Tallon olhava fixamente para debaixo da mesa. Temia ter interrompido algo e irritado o patrão.

— Claro, prossiga. — Tallon recuperou a compostura, ajeitou a cadeira e cruzou as mãos sobre a mesa, entrando em modo de trabalho.

Que seja... Gaston já é velho, talvez não aguentasse o susto de vê-la sair dali.

Nos quinze minutos seguintes, Hilda bocejou várias vezes. Aqueles documentos administrativos eram extremamente entediantes; eles estavam realmente discutindo se deveriam plantar tulipas rosa ou margaridas amarelas na Alameda das Flores.

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Por que não plantar metade de cada?!

Curiosamente, o Duque expressou a mesma opinião que ela, o que a deixou satisfeita. Ela aproveitou para acariciar a coxa dele, fazendo-o esticar a ponta dos pés dentro dos sapatos.

— Ah, Sr. Duque, um último ponto que discutimos por muito tempo — disse Gaston, seriamente.

— Diga. — O Duque segurava a pena de forma relaxada.

— A primavera está chegando, e o senhor sabe que há muitos cães e gatos de rua na capital — o tom de Gaston subiu. — Tememos que, se continuarmos permitindo isso, a cadeia biológica local seja afetada. Esses gatos caçam pássaros, o que acaba afetando as plantações de grãos. Embora seja cruel, acreditamos ser necessário eliminá-los. Ouvi dizer que em regiões remotas eles comem carne de cão e gato; talvez isso possa se tornar um negócio.

Ao ouvir aquilo, Hilda deu um soco na coxa de Tallon em protesto.

— Acho que sua sugestão é boa — disse o Duque, sem ver nada de errado. Ele apoiava a cabeça na mão, pronto para marcar o "visto" no formulário.

Hilda não podia acreditar. Achou que precisava puni-lo; ele era frio demais! Aqueles animais eram tão fofos! Como ele podia decidir executá-los e vendê-los como carne? Além disso, ouvira dizer que carne de gato era horrível e, pior, não temia doenças infecciosas?

Poderiam simplesmente castrá-los. Se havia tantos homens castrados na capital, por que não castrar os bichos? Seria uma cirurgia muito mais simples.

Nesse momento, seu olhar fixou-se na braguilha dele.

Ela sabia que aquele era o ponto mais vulnerável de um homem.

Ela afastou um pouco as pernas longas dele, posicionou-se entre elas e abriu o zíper da calça com agilidade. Ele estava usando uma cueca rosa choque hoje; ela já desistira de criticar as cores que ele escolhia — havia tantas cuecas normais na gaveta e ele nunca as usava.

Hilda puxou o "parceirão" dele para fora e deu um aperto firme.

0101 101 (H) Ele lisonjeado, ela sedutora.

"..." No mesmo instante, a expressão de Tallon mudou completamente. As sobrancelhas que antes estavam arqueadas de forma relaxada franziram-se imediatamente.

O prefeito Gaston percebeu o problema. Ele achou que o Duque havia mudado de ideia, porque viu que...

O SR. DUQUE!!! A mão direita dele, que segurava a pena!!! Estava tremendo!!!

— Sr. Duque...? — ele chamou timidamente.

— ...Eu acho que, er... — Tallon soltou um gemido abafado pela garganta. Ele largou a pena e começou a estender uma das mãos para debaixo da mesa, em um movimento muito estranho.

Ele pretendia segurar a mãozinha de Hilda para que ela o soltasse.

Mas ela aumentou subitamente a força, e sua outra mão apertou as bolas dele, dando um puxão leve.

— Bebê! — Tallon estremeceu da cabeça aos pés. A mão que ele descia acabou pressionando a cabeça dela e, naquele momento, sentiu o toque dos lábios macios da jovem, que enviou uma descarga elétrica direto para o seu cérebro.

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Um segundo depois de ela limpar a boca com desdém, percebeu com surpresa que o "parceirão" dele havia se erguido triunfante.

O olhar de Hilda tornou-se astuto. Ela estendeu o dedo indicador e provocou a pontinha. Tallon ficou na ponta dos pés com ambas as pernas; o membro antes alvo agora exibia um rubor excitado, ereto e rígido como um rolo de massa.

As mãos de Gaston, segurando os papéis, começaram a tremer.

O SR. DUQUE! Ele... está ficando pálido!!!

O SR. DUQUE! Ele... até jogou a caneta fora!!!

— Sr. Duque... o senhor... não está... satisfeito...? — Gaston disse, agitando sua barba de bode.

— NÃO! — Tallon gritou com voz rouca. — Saia! Agora mesmo!

— Mas isso precisa da assinatura de Vossa Graça... — Gaston foi interrompido por um olhar mortal.

— Não me faça repetir — Tallon disse entre dentes. Sua mão esquerda apertava o punho sobre a mesa, enquanto a direita tateava às cegas, tentando conter a cabecinha dela.

O Duque não conseguia mais se segurar.

Era bom demais!

Assim que a porta do escritório se fechou, ele jorrou tudo no rosto dela. Ela fora forçada a engolir apenas alguns goles; nem imaginava que ele viria tão rápido, sem dar tempo de desviar.

Atrás da porta, Gaston ainda refletia sobre aquele "NÃO!" histérico do Duque. Afinal, era um "não" de satisfação ou de insatisfação?

— Hoje eu vou te foder até você não aguentar mais! — Tallon puxou Hilda de debaixo da mesa, levantou a saia dela até a cintura e rasgou sua calcinha com uma mão, despindo as próprias calças rapidamente.

— Você não deveria condená-los à morte! É muito cruel! — Ela limpou um pouco de sêmen da lateral do rosto, protestando. — Você não pode usar o cérebro antes de agir?!

— E o que eu deveria fazer? Deixar que eles fiquem trepando por aí como nós?! — Ele segurou o pênis úmido e começou a esfregá-lo na entrada rosada dela, entrando um pouquinho e deslizando para fora logo em seguida.

— Deve haver outro jeito, de qualquer forma, nada de matá-los para vender a carne! — Ela resistia bravamente, lutando pela vida daquelas pobres criaturinhas.

Ele deu um tapa no bumbum dela, fazendo-a soltar um grito agudo.

— Me deixe ainda mais animado e eu retiro aquele anúncio — disse ele, penetrando-a com força algumas vezes de repente.

— Hmm... está falando sério? — Hilda olhou para trás, para ele.

— Com certeza, bebê — disse ele, com seu jeito galanteador.

Hilda fez força para se virar e, com os braços, empurrou o peito dele, fazendo-o sentar na cadeira de veludo.

Uma de suas pernas nuas apoiou-se ao lado do corpo dele. Tallon sentiu o queixo ser erguido pelos dedos delicados dela; ele levantou seus olhos roxos lisonjeados para encontrar aqueles grandes olhos rosa que, naquele momento, pareciam extremamente sedutores.

A faísca inflamou-se em um instante, e os feromônios colidiram violentamente no ar.

0102 102 (H) Sr. Duque, ainda está feliz?

Em todas as sextas-feiras de lazer, o sistema de som do edifício administrativo transmitia melodias agradáveis, acrescentando um toque de paz e elegância ao ar frio, permitindo que todos relaxassem após uma semana de trabalho.

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