《O Segredo da Garota de Ouro no Mundo dos Alfas》Capítulo 35

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Ele abriu os olhos e encontrou o olhar marejado dela. Limpou com a mão grande a lágrima que rolara até o queixo dela e disse com a voz rouca:

— O que houve? Eu te machuquei?

Ela balançou a cabeça negativamente, virou o rosto e colou sua bochecha na dele, envolvendo o pescoço dele com os braços. Ele sentiu as pernas dela, entrelaçadas em sua cintura, apertarem um pouco mais.

Isso fez o Duque sentir-se lisonjeado. Ele entrelaçou seus dedos ainda mais firme; os movimentos abaixo tornaram-se gradualmente mais rápidos, estocada após estocada nas profundezas quentes e macias dela, como se estivesse preenchendo completamente a parte que lhe faltava.

Eles se entregavam à intimidade, fundindo-se, sentindo o calor e o hálito um do outro.

— Sr. Duque... — Ela não conseguiu conter e chamou o nome dele repetidamente entre os suspiros: — Sr. Tallon...

Isso fez o peito do Duque formigar; sua mente estava preenchida pela voz suave do pequeno algodão-doce. Ele sentiu que, hoje, havia ganhado o mundo inteiro.

0087 87 (H) O Duque estuda escondido

Antes, Hilda nunca imaginara que o ato sexual pudesse ser algo tão maravilhoso. Ela passou a amar a sensação do contato físico com o Duque, o cheiro de feromônios que ele exalava, seu rosto e sua voz. Passara a amar tudo nele.

Ela ouvia a respiração pesada e profunda dele e, após cada beijo, aqueles "eu te amo" melosos ditos bem de perto. O incenso no quarto subitamente pareceu ter um cheiro doce como se estivesse saturado de mel.

Era como ter entrado em um livro de contos de fadas, uma irrealidade que a fazia flutuar.

O Duque continuava levando o ato muito a sério. Ele usou os braços para erguer as coxas dela, trazendo-as para mais perto de sua cintura, e a velocidade das estocadas aumentou consideravelmente. Isso trouxe Hilda, que estava distraída, de volta à realidade; seus gemidos tornaram-se gradualmente mais altos e urgentes junto com ele.

Beijos intensos, corpos conectados. Ela sentia cada carícia ardente e cada entrada profunda. O prazer formigante em seu ventre começou a se espalhar novamente. Ela o abraçou forte, tremendo incontrolavelmente, enquanto o ventre se contraía devagar.

Ele estava sendo apertado e sugado pelas contrações sucessivas dela, ouvindo os soluços doces dela chamando seu nome. Seu "parceirão" lá dentro inchou ainda mais, uma dilatação torturante; as veias saltaram nas têmporas de seu rosto imponente.

O Duque estava prestes a não aguentar mais, mas desta vez não ousou continuar como da última vez. Ele parou, soltou alguns gemidos abafados e começou a mover o quadril para se retirar lentamente. A parte inferior deles ainda emitia sons úmidos e pegajosos, mas conforme ele se retirava, o pequeno algodão-doce o sugava; as pernas dela o prendiam como se não quisessem deixá-lo sair, fazendo o coração dele disparar ainda mais.

Afinal, o Duque ainda se importava muito com a questão da combinação de feromônios. Nos dias anteriores, ele fora sorrateiramente à biblioteca ler um livro educativo chamado "A Jornada Sexual do Alpha".

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O Duque estudara detalhadamente como realizar a marcação e os pontos principais da combinação de feromônios. Ele sempre achou que da última vez fizera do jeito errado, que fora apressado demais, o que resultou na falha da conexão com seu pequeno algodão-doce.

Hilda sentiu Tallon se retirar, mas ainda queria mais. Ao vê-lo menoscabar a ideia de continuar, ela imediatamente se grudou ao peito dele como um pequeno coala, com uma voz extremamente carente:

— Sr. Tallon?

O Duque sentiu como se o Cupido tivesse disparado dezenas de flechas de amor em seu coração. O jeito que ela se apegava a ele fazia seu coração bater tão rápido que parecia prestes a saltar do peito.

Ele se esforçou para suprimir a pequena fera em seu interior que queria possuí-la ferozmente.

— Vamos mudar de posição, tudo bem? — Ele disse com a voz rouca, roçando o queixo no topo da cabeça macia dela.

— O quê... — Ela olhou para ele.

— Por trás, como daquela vez. — Ele começou a guiá-la para se virar, ficando de joelhos sobre o lençol. No entanto, o pequeno algodão-doce pareceu resistir à posição de quatro; isso a lembrou da primeira vez que ele a fizera desmaiar.

Ela se encolheu no pescoço dele e balançou a cabeça, com uma mistura de carência e insatisfação:

— Daquela vez você me machucou muito.

Essa frase fez Tallon perder o fôlego por um instante. Sentiu culpa, dor e um arrependimento profundo novamente.

— Me desculpe, eu errei, Totó. Eu nunca mais farei isso, Totó. — Tallon baixou a cabeça envolvendo a cintura dela; o olhar em seus olhos roxos era de pânico e ansiedade. Ele disse com a voz contida: — Pode me castigar como quiser, Totó.

0088 88 (H) O comportamento confuso do Duque

— .... — Hilda achou que Tallon parecia agora um Husky com o rabo entre as pernas. Ela se apoiou no peito dele, ergueu a mão e começou a desenhar círculos no coração dele com o dedo indicador, dizendo suavemente: — Ainda não sei, não decidi.

— Então esperarei até que você decida, Totó. — Ele segurou a mãozinha dela contra o coração, inclinou a cabeça para roçar o nariz no dela e deu um beijo leve. Seus olhos roxos fitavam profundamente os dela, com uma voz rouca, mas carregada de mimo: — Bebê, eu errei. Me perdoe, sim?

O coração de Hilda disparou imediatamente. Ela era do tipo que dificilmente conseguia ser brava e se amolecia com facilidade, algo que o Duque sabia muito bem. Após tanto tempo convivendo com o pequeno algodão-doce e tendo olhos apenas para ela, ele já conhecia perfeitamente seu temperamento.

Ela perdeu toda a irritação com aquele pedido de desculpas cheio de carinhos. Seu rosto começou a ganhar um leve rubor e ela murmurou:

— Mas não pode mais fazer aquilo no futuro...

— Eu juro, querida. — Com o canto dos lábios levemente elevado, ele beijou a testa dela, colocou a mão grande em seu ventre e começou a dizer palavras doces: — Eu te amo, docinho.

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Enquanto a beijava, ele foi se posicionando sobre ela. Hilda sentiu por trás que ele estava começando a entrar novamente. Ele segurou a cintura dela e colocou um travesseiro sob os braços que a sustentavam. Ela separou os lábios do beijo; o cabelo loiro caía sobre seus ombros e ela começou a arfar com as orelhas vermelhas.

Essa posição fazia com que ela sentisse a penetração de forma ainda mais profunda. O Duque entrava enquanto sugava e beijava os ombros e as costas rosadas do pequeno algodão-doce, com a outra mão massageando o seio que balançava.

— Hmm... ah... — Ela agarrou com força o travesseiro de plumas sob seus braços, arqueando a cintura e as pernas. Inicialmente, tentou olhar para trás para vê-lo, mas após duas estocadas fortes, não teve mais fôlego para se importar com ele. Sentia as pernas fracas e uma dormência em ondas no abdômen. Com poucos movimentos, ela relaxou o corpo e, com as orelhas vermelhas, enterrou o rosto marejado de prazer no travesseiro e chegou ao clímax novamente.

Pouco depois de ela se recuperar, sentiu que ele segurava sua cintura com força para estocá-la e, como da última vez, encostava o nariz na nuca dela.

— Hmm... não... Tallon... o que você está fazendo... — Ela não aguentava aquela ação contínua e sentia-se confusa com o comportamento dele. Envergonhada, estendeu a mãozinha para empurrar o rosto dele com desdém, rebolando o quadril para que ele parasse.

— Estou procurando sua glândula, bebê. — Ele beijou a palma da mão que o empurrava e foi imediatamente empurrado de novo com mais força. Ele fez um biquinho e disse: — Já está quase pronto, bebê.

— ...Eu não tenho esse tipo de coisa, seu bobo. — Ela se lembrou das informações que lera naquele livro e ia explicar para ele.

Mas o Duque entrou em pânico e disse imediatamente:

— Não pode ser! Você tem que ter! Não pode não ter!

Se não houvesse uma glândula, ele não poderia marcá-la. Combinar os feromônios era vital; ela não podia continuar sem nenhum sinal de marcação. Este era um mundo perigoso cheio de homens! Ele estava muito preocupado que algo como o que aconteceu da última vez se repetisse.

— O que é isso de ter ou não ter? Eu simplesmente não tenho... que chato! — Hilda ficou um pouco irritada. Ela moveu o bumbum e ele foi forçado a deslizar para fora. Aquela coisa continuava ereta e rígida, brilhando de umidade, puxando fios de prata transparentes entre as pernas dela ao sair.

0089 89 (H) Ainda está confortável, bebê?

— Deixe-me procurar mais um pouco, não faça assim, bebê. — Tallon virou a jovem novamente, pressionando seu bumbum empinado e, mirando a posição, voltou a penetrar profundamente com um som úmido. Ela não pôde evitar um grito agudo, agarrando o braço musculoso dele, onde as veias saltavam de esforço.

O som das estocadas era pegajoso, mas o Duque ainda não conseguia sentir o cheiro de nenhum feromônio vindo do pequeno algodão-doce; ele franziu a testa, insistindo na busca.

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