《O Segredo da Garota de Ouro no Mundo dos Alfas》Capítulo 34

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— Bebê, relaxe um pouco. — Ele voltou a acariciar as costas dela com cuidado para acalmá-la.

"...." A franja de Hilda também estava suada e seu rosto, muito vermelho. Afinal, a diferença de tamanho entre eles era considerável; ele a pressionava como um grande urso sobre seu corpo pequeno. Ela só conseguia passar os braços por baixo das axilas dele para segurar seus ombros, mantendo o queixo erguido contra ele.

Seu ventre estava completamente preenchido, com uma sensação de inchaço misturada a um formigamento. Na verdade, estava tudo bem, exceto pelo fato de ele estar quente demais; parecia um calor capaz de derretê-la. E, desta vez, ao entrar, ela conseguia sentir até a textura das veias saltadas dele, como uma espécie de "clava" rústica; aquele calor e preenchimento eram quase demais para ela, que já o mordera várias vezes sem perceber.

Jamais imaginara que até o início de um ato sexual pudesse ser tão difícil.

Ela respirou fundo e, aos poucos, relaxou o abdômen.

Com apenas esse movimento, aquele membro robusto deu uma estocada forte, fazendo-a sentir um choque por todo o corpo. Sua cintura arqueou-se e um gemido involuntário saltou de sua garganta.

Ele segurou a cintura dela e começou a mover-se lentamente dentro dela; a intensidade era perfeita. Inconscientemente, ela o arranhava com as pontas dos dedos. Aquela sensação de o ventre ser esvaziado e preenchido totalmente em seguida era estranha, como ondas quebrando, fazendo-a tremer sem parar. Ela sentia que estava prestes a ser derretida por ele; a cada estocada, uma corrente elétrica parecia sair de seu ventre, deixando-a sem forças, restando apenas os suspiros incontroláveis.

Aos poucos, todo o desconforto dissipou-se e ela começou a sentir-se muito bem.

— Sr. Tallon... — Ela começou a chamá-lo com uma voz dengosa, em meio a gemidos contínuos.

O Duque finalmente ouviu o gemido de prazer correto de Hilda. Ele caiu imediatamente na armadilha do desejo. Baixou a cabeça para lamber os mamilos dela que balançavam, ergueu as pernas dela que caíam sem forças e aumentou a força dos movimentos do quadril.

Os ouvidos de ambos estavam cheios do som úmido dos fluidos trocados abaixo deles.

No ponto de união, fios transparentes se formavam com seus movimentos. Ela apertava os cabelos dele enquanto ele estava enterrado em seu peito; sua respiração ficava cada vez mais rápida e os soluços aumentavam. Suas pernas queriam se fechar involuntariamente e seus pezinhos tremiam.

Ele sentiu o ventre dela se contrair novamente, mas desta vez com pequenas pulsações. Ele soltou a aréola dela, que estava vermelha de tanto ser sugada, empertigou-se e deu várias estocadas fortes seguidas, até que ela o apertou imensamente e o mordeu várias vezes.

Ele parou o movimento e baixou a cabeça para beijar a umidade sob os olhos vermelhos e nublados dela após o orgasmo. Beijou seus lábios com doçura, e ela murmurou em resposta. Ficaram assim por um tempo e, conforme ela relaxava, ele continuou a mover-se.

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Seus corpos estavam ensopados de suor e o ar do quarto parecia úmido.

Após o orgasmo, a mente dela ainda estava um pouco confusa; ela apenas se mantinha colada a ele, deixando que ele a movesse.

Vagamente, ela o ouviu dizer em seu ouvido, com uma voz rouca:

— Eu te amo.

0085 85 (H) Pequena felicidade

O quarto estava impregnado com o cheiro do desejo; a temperatura corporal ardente dele e os movimentos incessantes faziam a mente dela parecer cheia de névoa, conseguindo sentir apenas, de forma nítida, a textura levemente rugosa das digitais dele ao tocar sua pele.

— O que o senhor disse... — Hilda não ouviu claramente o que ele acabara de dizer; ela perguntou entre suspiros.

Ela ouviu o Duque soltar um riso baixo; o hálito que saía da boca dele era escaldante, e ela sentiu como se até o contorno de sua orelha estivesse prestes a derreter.

O Duque repetiu mais uma vez.

— Eu disse que te amo, Totó.

Involuntariamente, ela o apertou com mais força. Abriu a boca, perdida em desejo, prestes a dizer algo, quando uma estocada súbita dele atingiu exatamente o seu ponto sensível, deixando apenas gemidos em sua boca.

O Duque sempre a chamava pelo apelido; ele parecia gostar muito desse nome que o velho diretor lhe dera desde pequena. Ele era a primeira pessoa, além do velho diretor, que gostava tanto de chamá-la assim.

O braço que ela envolvia no pescoço do Duque foi baixado por ele; a palma da mão ardente dele subiu pelo cotovelo dela até que, finalmente, ela sentiu seus cinco dedinhos sendo entrelaçados com firmeza pelos dele.

Novamente, ouviu aquela voz rouca em seu ouvido.

【 Eu te amo, Hilda. 】

Ele roçou o nariz no dela e inclinou a cabeça para beijá-la.

Hilda, com os olhos rosa semicerrados, ficou olhando fixamente para as feições bonitas do Duque, tão próximas dela.

Parecia um sonho.

Especialmente irreal.

Hilda vivera em um orfanato desde pequena; nunca conhecera seus pais biológicos. Quando criança, assim como os outros órfãos, ela imaginava como seria bom se um dia seu papai e sua mamãe voltassem para buscá-la. Mas, quando as velinhas no bolo de aniversário chegaram a cinco, ela soprou a chama e, junto com as faíscas, soprou também a pequena esperança em seu coração.

Após entrar na escola primária, em todos os fins de semana, o velho diretor a levava para comprar panquecas de açúcar na rua. Ela segurava a mão grande e áspera do vovô diretor, comendo alegremente aquela panqueca de xarope de bordo maior que seu rosto; na época, ela achava que aquela panqueca doce era a felicidade.

Ocasionalmente, o vovô discutia com os vendedores, a maioria das vezes pechinchando.

Ela ficava obedientemente ao lado esperando por ele, comendo sua panqueca enquanto ouvia o barulho da multidão.

Naquele alvoroço, sempre havia pais e mães de outras pessoas; famílias de três pessoas passando pela pequena Hilda de mãos dadas. Ela conseguia ouvir as vozes deles dizendo "eu te amo", algo que soava ainda mais doce que aquela panqueca.

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Depois de crescer, Hilda perdeu o vovô diretor, que a chamava pelo apelido e dizia que a amava.

Em sua última palestra pública na universidade, ela conheceu Chris, que fora convidado pela instituição.

No início, ela não imaginava que aquele designer de moda famoso a chamaria de repente após a aula. Eles trocaram contatos e, depois, ela aceitou o convite dele meio atordoada, tornando-se, naturalmente, um casal comum.

Mas Chris raramente dizia palavras doces; ela nunca o ouvira dizer um "eu te amo" como este.

Ela pensava, cegamente, que o amor era assim: apenas dar as mãos, comer juntos e receber "bom dia" e "boa noite" pelo celular. Mas, na época, Hilda achava que estava bom; ela não tinha mais ninguém além de Chris.

0086 86 (H) Destino, ah, o destino.

Pouco tempo depois, Hilda se formou na universidade. Ela escolheu abrir uma loja de hamsters no mercado de flores e pássaros por onde costumava passar na infância. Havia muitos conhecidos antigos que a viram crescer, embora aqueles quase vinte anos tivessem mudado bastante a aparência das lojas e das pessoas dali.

Aos 23 anos, Hilda criava seus pequenos hamsters e vendia ninhada após ninhada. A vida seguiu comum por mais de meio ano; ela conheceu clientes interessantes e estreitou laços no mercado.

Naquele dia, ela se preparava para expandir sua loja — não por causa dos hamsters, mas pelos gatos de rua que acolhera. Não conseguia doá-los rapidamente e a loja era pequena demais, sem espaço. Por coincidência, uma loja de fogos de artifício em frente estava para ser transferida por um preço justo. Ela estava feliz por finalmente ter uma loja grande e, naquele mesmo dia, Chris a pediu em casamento.

Para Hilda, que crescera em um orfanato, ela se sentia grata por tudo. Sentia-se feliz por ter feito um café da manhã gostoso, sentia-se feliz pelo sol morno da tarde, e sentia-se feliz por ter uma loja de hamsters fofa e um noivo bonito.

Na primeira aula da escola primária, cada criança tinha que subir ao palco para se apresentar. A professora perguntava qual era o sonho delas e o que queriam ser no futuro.

Vozes infantis surgiam uma após a outra, dizendo profissões que a pequena Hilda nunca havia imaginado, como cientista, professora, médica, policial e assim por diante...

Isso a deixou envergonhada de subir ao palco para contar seu sonho. Mais tarde, uma professora bonita pegou sua mãozinha e subiu com ela.

Com o rosto corado, ela disse baixinho que seu sonho era ter um lar próprio, com o vovô, seu hamster Tom, papai, mamãe e panquecas de xarope de bordo infinitas.

Mesmo adulta, ela não esquecera esse pequeno sonho em seu coração.

Mas, como o vovô diretor costumava dizer aos vendedores, ela às vezes imitava o tom dele e dizia: "Este destino, ah, o destino... às vezes ele é sempre surpreendente, não?".

As lágrimas que caíam de seus olhos escorreram pelo nariz do Duque enquanto ele a beijava, parando finalmente no peito ardente dele, levemente amargas e frias.

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