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《Destruída pelo Desejo》Capítulo 8

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Capítulo 15: Agora você sabe que sou um canalha?

O olhar de Yago tornou-se subitamente mais intrigante.

"Eu te ajudo, mas é claro que cobrarei um retorno por isso."

Janaína sabia perfeitamente que ele não era tão bondoso. "Diga logo, o que você quer?"

Yago sorriu e devolveu a pergunta: "O que você pode me dar?"

Janaína ficou momentaneamente sem palavras: "..."

"Como você conseguiu esse vídeo?"

Parecia que só agora ela havia caído na real; a veracidade daquelas imagens ainda era incerta. Ele trazê-las até ela poderia ser parte de algum plano sinistro.

"Suspeita que o vídeo seja falso?" Yago percebeu de imediato o que se passava na mente dela e curvou os lábios com total desdém. "Você pode esperar seu especialista voltar para validar a autenticidade. Mas agora, vamos falar sobre as condições."

Seu tom de voz não era um pedido, mas sim uma ordem.

Janaína sentiu-se extremamente incomodada. Por que ela deveria seguir o ritmo dele? "Não preciso do seu vídeo. Basta eu estalar os dedos e o Lucas certamente me ajudará."

"Ah, é? Estalar os dedos?"

Yago soltou uma risada gélida. "Você tem certeza de que pode superar os sentimentos de uma vida inteira entre eles?"

Ele se levantou, tirou pausadamente o terno preto formal, revelando apenas uma camisa preta e calças sociais impecáveis do mesmo tom, e sentou-se na cama do hospital.

A distância entre os dois encurtou-se instantaneamente.

Janaína encolheu os pés rapidamente para evitar o toque dele, encarando-o com cautela: "Eles ficaram juntos por tantos anos e nunca se casaram; deve haver um grande problema entre eles. Talvez não sejam tão perfeitos quanto todos dizem."

O argumento dela tinha lógica.

"Além disso, a Zara tem passado dos limites ultimamente. Acredito que, mesmo sem o seu vídeo, o Lucas acabará percebendo a verdadeira face dela, não acha?"

"E tem mais, eu não pretendo me casar novamente com o Lucas. Portanto, essa evidência que você tem não possui tanto valor para mim."

A menos que ele tivesse o poder de colocar Zara na cadeia.

Claramente, ele não tinha.

Yago cerrou os olhos: "Sério? Eu pensei que você estivesse jogando aquele joguinho de se fazer de difícil para seduzir homens."

As pálpebras de Janaína tremeram rapidamente.

Na verdade, ela havia pensado nisso.

Recuar para avançar era uma necessidade, mas também era usar a armadilha deles contra eles mesmos.

"Seja como for, entre eu e o senhor, o que passou, passou."

A forma como ela o chamou de "senhor" soou quase provocativa.

Yago esboçou um sorriso perverso e, subitamente, avançou segurando os tornozelos dela.

O rosto de Janaína estancou.

Antes que pudesse reagir, seu rosto já estava contra o travesseiro, com os tornozelos imobilizados cada um em um lado da cama.

Em meio ao choque, no instante seguinte, suas mãos foram presas atrás das costas.

Pela visão periférica, ela o viu tirar uma fita de contenção do bolso e apertar seus pulsos.

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Antes que pudesse gritar por socorro, uma mão grande cobriu sua boca a tempo.

"Hum...!"

Janaína mordeu os dedos dele com força.

Yago, como se não sentisse dor, sussurrou de forma ambígua perto do ouvido dela: "Já faz um tempo. Sentiu minha falta?"

"Como eu poderia sentir sua fal... hum!"

Antes que o insulto saísse, a outra mão dele apertou seu pescoço delicado, controlando instantaneamente seu ponto vital.

Ele aplicou uma leve pressão, e o rosto dela ficou completamente vermelho.

Mesmo com a garganta comprimida, Janaína fez questão de dizer: "Eu estava apenas me divertindo. O senhor não levou a sério, levou?"

"Eu disse para não me chamar de senhor."

Janaína: "... Ah, maninho Yago."

"Apenas diversão?" A voz de Yago era baixa e perigosa. "Hum? Senhorita Bruna."

Ao ouvir aquele nome, Janaína cerrou os dentes.

Após um longo silêncio, ela forçou um sorriso nos lábios rígidos: "Não sei do que você está falando."

Yago deu um sorriso de canto: "Não tem problema. Eu farei você saber."

Nesse instante, a mente de Janaína tornou-se um caos.

Ele a reconheceu?

Desde o início?

De que lado ele realmente estava?

A mão quente dele tocou seu abdômen frio, e Janaína tencionou-se imediatamente.

Uma cãibra percorreu sua coxa, e a dor foi tanta que as lágrimas quase saltaram. Ela pensou que aquele seria o seu fim ali mesmo, quando a voz grave soou novamente em seu ouvido: "Não aguenta nem um minuto e ainda quer mentir."

Janaína virou o rosto: "Não sei do que está falando... Você deve estar enganado. Existem tantas pessoas com o mesmo nome, e até rostos de influenciadoras que se parecem. Seria melhor não matar um inocente por engano."

O sorriso no rosto frio de Yago era pura zombaria: "Não me chame de irmão, eu não tenho irmã nenhuma."

Capítulo 16: Você tem muita confiança de que o fará se casar com você de novo

Janaína mordeu os lábios e permaneceu em silêncio, tentando usar o descaso para encerrar o assunto.

Ela pensou que ele acabaria perdendo o interesse.

Enquanto pensava nisso, a mão de Yago, que antes pressionava suas costas, subiu para o seu rosto.

Os dedos longos eram rígidos e fortes, apertando sua bochecha sem nenhuma piedade.

A dor fez lágrimas fisiológicas brotarem nos olhos de Janaína.

E nos olhos indiferentes de Yago não havia um pingo de compaixão. "Parece que você prefere do jeito difícil?"

Sua voz tinha um tom leve, como se estivesse discutindo o que comer no jantar.

A bochecha de Janaína estava tão apertada que sua fala saiu enrolada, mas ela ainda mantinha o espírito firme: "Você errou de pessoa!"

"Se você acha que vai me fazer confessar à base de força, pode tirar o cavalinho da chuva!"

"Ah, é?" Yago arqueou uma sobrancelha. "Que tal tentar me satisfazer? Talvez assim eu perca minhas suspeitas sobre você."

Sentindo a mão em seu rosto relaxar lentamente, Janaína respirou fundo com dificuldade.

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Instintivamente, perguntou: "Como você quer que eu te satisfaça?"

Ela viu o brilho sombrio nos olhos dele e preferiria não ter entendido o significado.

Assim que fez a pergunta, arrependeu-se.

Só quem tem algo a esconder tentaria dissipar as suspeitas dele!

Yago deitou-se diante dela.

Janaína franziu a testa profundamente, sentindo um nervosismo inexplicável e, devido ao estímulo físico que ele lhe causava, estava prestes a chorar: "Aqui é um hospital, as enfermeiras podem entrar para a ronda a qualquer momento, melhor não..."

"Se você não quiser, então não me culpe por tornar sua identidade pública."

Yago não caía nos truques dela. Sua palma ergueu a cintura dela: "Não adianta negar, as pessoas preferem acreditar na dúvida do que na inocência."

A respiração dele estava ficando pesada.

Sem qualquer preliminar, para Janaína aquilo era uma tortura.

O prazer que sentira em outros dias agora transformava-se em humilhação.

Yago forçou o rosto dela para que o olhasse: "Divorciar-se do Lucas é apenas uma estratégia temporária, não é? Você ainda pretende ter contato com ele, desde que ele volte rastejando para você?"

"Não sei do que você está falando."

"Ainda insistindo na mentira?" O riso de Yago era contido. "Você tem muita confiança de que o fará se casar com você de novo, não tem?"

Janaína mordeu os lábios com força.

Antes de Zara tentar envenená-la, ela não havia pensado nisso. Agora, as coisas eram diferentes.

...

Yago vestiu pausadamente o terno preto formal, lançando um olhar desdenhoso para a garota que jazia na cama em estado deplorável.

Coitada, mas teimosa.

Isso superou as expectativas dele.

Ela sempre conseguia surpreendê-lo.

Desde o primeiro encontro.

Ao desamarrar as mãos e os pés dela, sentiu a batata da perna dela tremendo e deu um riso silencioso: "Tanto medo assim de mim?"

Janaína encolheu a perna.

Yago virou-se e sentou-se, puxando-a para um abraço. O aperto era forte, mas a voz soou doce como água: "Você quer saber como o Conrado morreu?"

O coração de Janaína deu um salto violento.

Após ficar paralisada por alguns segundos, ela virou a cabeça para olhá-lo, com o olhar fixo.

O rosto de Yago foi tomado por uma expressão de deboche: "Ainda vai continuar mentindo?"

Janaína franziu a testa: "Você sabe?"

Yago pressionou a nuca dela com sua mão grande, e sua respiração quente e perigosa ficou rente aos lábios dela: "Estou apenas brincando com você."

Janaína tremia os lábios, tão irritada que não conseguia sequer proferir um xingamento.

Ele sabia a verdade sobre o suicídio de Conrado.

Ele certamente sabia!

Yago apertou as bochechas dela, brincando um pouco antes de se levantar da cama. Seu corpo alto e imponente a olhava de cima: "Se não quiser morrer, fique longe do Lucas."

Janaína não entendeu: "Então por que você me mostrou o vídeo da Zara me envenenando?"

Yago soltou um riso sarcástico: "Você realmente achou que eu deixaria você levar esse vídeo até o Lucas para implorar pela piedade dele?"

Ele disse pausadamente: "Você se iludiu."

Janaína compreendeu instantaneamente: ele estava apenas testando a atitude dela em relação a Lucas.

Mas o que ele não sabia era que, quando ele abriu o vídeo para mostrar a ela, uma câmera escondida nas proximidades já havia registrado tudo perfeitamente.

Yago ergueu o queixo dela, capturando com precisão o olhar fugitivo dela, mas ele não se importou e disse casualmente: "Lembre-se do que eu disse."

Janaína suspirou aliviada internamente; felizmente ele não percebeu nada.

A mão de Yago, que segurava seu queixo, deslizou para a nuca dela e, sem aviso, puxou-a com força para frente.

Ela quase bateu o rosto na fivela de metal do cinto dele.

Era óbvio que, se ele não tivesse tido clemência, o osso do nariz dela teria se quebrado com o impacto!

Janaína ainda não havia se recuperado do susto quando ouviu algo ainda pior saindo da boca dele: "Se quiser que o Hugo saia logo da cadeia, faça o que eu digo e não se faça de vítima diante do Lucas."

Janaína assentiu obedientemente, de forma que ninguém pudesse dizer se ela realmente havia levado as palavras dele a sério ou não.

Assim que Yago saiu, sua primeira ação foi enviar o vídeo gravado para Lucas.

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