《A Beleza Oculta da Minha Colega de Classe》Capítulo 18

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Capítulo 18: Valentina Ficou Vermelha

Ao chegar na sala logo cedo, Lucas viu que havia pão e leite de soja sobre sua mesa.

Valentina estava sentada ao lado, olhando para ele com um sorriso radiante.

— Ué, o que deu em você hoje? Me comprou café da manhã? — Lucas ficou surpreso.

Desde que o primeiro simulado terminou, ela não tinha mais comprado nada para ele. Parecia que o sol tinha nascido no oeste hoje.

— O quê? Eu não posso mais te pagar um café? Humf!

Valentina cruzou os braços.

Sem perceber, esse movimento fez com que o casaco largo se ajustasse ao seu corpo, delineando suas curvas generosas.

Lucas não pôde evitar dar uma olhada extra.

"Céus... ela não é só linda de rosto, o corpo também é espetacular."

Uma garota dessas era mais rara que um panda selvagem.

Ele se sentou calmamente e começou a comer um pão, embora já tivesse comido no refeitório.

Ao terminar, Lucas percebeu que Valentina estava muito estranha hoje. Estava toda hesitante, o que não combinava com o jeito dela.

— O que você tem hoje? Está agindo de um jeito esquisito.

— Hein? Nada... não tenho nada. Eu sempre sou assim... — ela negou prontamente.

"Valentina, Valentina, não amarela agora! Seja corajosa e pergunte se ele tem alguma garota que ele gosta!"

"Teste se ele sente algo por você!"

"Se não agir agora, outra vai roubar ele de você!"

...

Lucas, que estava bebendo o leite de soja, quase cuspiu tudo de volta.

Ele olhou para Valentina em choque.

"Ela... gosta de mim?"

Lucas lembrou que, após completar a missão de ontem, o sistema aumentou a afeição de Valentina por ele em 20 pontos. Esses 20 pontos fizeram com que ela desenvolvesse sentimentos românticos.

No entanto, para Lucas, esses sentimentos eram algo que ele já esperava.

— Ai, que preocupação! — Lucas soltou um suspiro repentino.

— O que foi? Se for algum problema, conte para mim, quem sabe eu me divirto um pouco — Valentina mordeu a isca.

Lucas lamentou: — Eu só tenho dezoito anos e minha mãe já está me cobrando para arrumar uma namorada. Isso não é um tédio?

— Ah? A sua mãe está com muita pressa, hein? — disse Valentina, com o coração saltitando de alegria.

"Hahaha! Então o Lucas não tem namorada!"

— Pois é, e não tem nenhuma garota atrás de mim. Eu queria muito saber como é a sensação de estar namorando — Lucas disse com o rosto sério, segurando o riso.

"Uau! Também não tem ninguém atrás dele, que ótimo!"

"Valentina, mantenha a compostura, calma, calma!"

"Você está tão feia por fora... se eu fosse um garoto, também não correria atrás de você. Mas posso testar o Lucas para saber de que tipo de garota ele gosta."

— Lucas, de que tipo de garota você gosta? Se eu conhecer alguém, posso te apresentar! — Valentina deu um tapinha no ombro dele, fingindo ser uma veterana experiente.

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— Eu? — Lucas fingiu pensar seriamente antes de dar a resposta.

— Eu gosto de garotas alegres, vibrantes e que tenham os mesmos interesses que eu.

— E olha, eu não me importo se ela é bonita ou não. Mesmo que não seja atraente, eu não me importo.

— Além disso, essa garota tem que gostar de mim nem que seja um pouquinho...

Enquanto dizia isso, ele olhava fixamente para Valentina.

O coração dela começou a disparar.

As bochechas queimavam e as orelhas ficaram vermelhas.

"Ele não está descrevendo exatamente a mim?"

Alegre e vibrante, com gostos parecidos com os dele... e ainda por cima Lucas disse que não ligava para aparência e disse tudo isso olhando bem nos olhos dela.

Será que...

Quanto mais Valentina pensava, mais vermelha ficava.

"Isso conta como um pedido de namoro indireto?!"

"Que vergonha! O que eu faço? Agora não consigo olhar para ele nem falar nada."

"Ai, por que o Lucas continua me encarando? Que chato!"

Lucas estava fazendo de propósito, observando aquele jeito envergonhado dela. Estava a coisa mais fofa do mundo.

— Valen, avise aquela sua amiga para vender as ações daqui a cinco dias.

— Eu também vou preparar as nossas para venda. Pelas contas, vamos lucrar uns seiscentos mil reais.

— Aí dividimos meio a meio.

Lucas mudou de assunto para as ações para aliviar o clima constrangedor.

— Ah... tá bom — respondeu ela, distraída.

— Amanhã é sábado e não tem aula. Vou para casa por dois dias, então a tutoria vai dar uma pausa.

— Entendido.

...

O sinal da saída tocou à tarde.

Os dois se despediram e foram para suas casas.

A casa de Lucas ficava a uns dez quilômetros da escola e ele voltou de táxi.

Era uma área de vilas urbanas, onde o aluguel era muito barato.

Lucas morava ali com a mãe desde pequeno, cuidando um do outro.

Quanto ao pai? Ele desapareceu antes mesmo de Lucas nascer, enquanto a mãe ainda estava grávida.

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