《Adeus, Meu Jovem Mestre: A Liberdade de Sofia》Capítulo 5

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"Léo...", ela estendeu a mão fracamente. "Dói tanto..."

Sem dizer uma palavra, Leonardo a pegou no colo e caminhou rapidamente para o elevador.

Isadora encostou-se no peito dele, sentindo o leve aroma de cedro, e um sorriso involuntário surgiu em seus lábios.

"Não tenha medo, chegaremos ao hospital logo." Leonardo estava com o cenho franzido, sua voz era grave e terna.

O Maybach preto acelerou pelas ruas, avançando três sinais vermelhos até parar em frente ao hospital particular mais luxuoso da capital.

O diretor já os esperava com uma equipe de especialistas.

"Fique tranquilo, Senhor Leonardo, preparamos o melhor quarto e os melhores médicos", o diretor saudou-o respeitosamente.

Leonardo assentiu e levou Isadora diretamente para a suíte VIP.

Pelo caminho, as enfermeiras cochichavam, observando a cena.

"Meu Deus, aquele é o jovem herdeiro da família mais rica? Que gato!"

"Ele mima demais a namorada, não é?"

"Queria estar no lugar dela..."

O resultado dos exames saiu rápido — uma gastrite leve.

"Apenas gastrite?", Leonardo questionou. "Tem certeza de que não há mais nada?"

"Fique calmo, senhor, é realmente apenas uma gastrite leve", o médico responsável limpou o suor da testa. "Já prescrevemos o melhor tratamento..."

"Traga aquele medicamento especial recém-desenvolvido na Europa", Leonardo o interrompeu. "O dinheiro não é problema."

"Mas aquele remédio custa milhões por dose, para uma gastrite leve não seria exagero..."

"Eu já disse: o dinheiro não é problema."

Isadora, deitada na cama, sentiu o coração derreter ao ouvir Leonardo gastar fortunas por ela.

Ela segurou a manga da camisa dele: "Léo, não se preocupe tanto..."

Leonardo virou-se e segurou a mão dela, com voz gentil: "Descanse bem, estarei aqui com você".

Nos três dias seguintes, Leonardo não saiu do lado da cama dela.

Ele mesmo a medicava e a alimentava, ajudando-a até a virar de lado com todo o cuidado.

Quando Isadora dizia que queria o mingau daquela loja específica na zona oeste, ele mandava alguém buscar imediatamente.

Se ela dizia que o quarto estava abafado, ele mandava trazer as flores mais frescas para decorar o ambiente.

Bastava ela mencionar que estava entediada para que ele encomendasse bolsas Hermès de edição limitada para serem entregues no quarto.

Toda a alta sociedade comentava sobre o quanto o jovem mestre era devotado à namorada.

No dia da alta, Leonardo foi buscá-la pessoalmente.

"Léo...", Isadora disse no banco do passageiro, hesitante. "Eu... me sinto tão sozinha morando só..."

Leonardo dirigia com atenção: "Hum?"

"Agora somos namorados oficialmente...", ela corou, diminuindo o tom de voz. "Eu poderia... me mudar para a sua casa?"

A mão de Leonardo no volante hesitou por um breve instante.

Ele lembrou que Sofia já havia removido todas as coisas dela da mansão e... ele realmente queria ver Isadora todos os dias.

"Tudo bem", ele concordou.

Isadora ficou radiante e mudou-se para a mansão de Leonardo naquele mesmo dia.

Assim que entrou, começou a redecorar tudo com empolgação.

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"Léo, podemos trocar este sofá por um branco?"

"E as cortinas? Rosas ficariam lindas, não acha?"

"Para o quarto, quero usar este jogo de cama..."

Leonardo observava de canto, vendo Isadora pular de um lado para o outro como um pássaro feliz. Para cada pergunta, ele respondia gentilmente: "Como você quiser".

No entanto, quando a mansão terminou de ser renovada, Leonardo parou no centro da sala e sentiu uma súbita estranheza.

Aquele lugar fora inteiramente decorado por Sofia; dos móveis aos adornos, tudo refletia o gosto e os hábitos dele.

E agora...

"Léo? Você não gostou?", Isadora percebeu a mudança no humor dele.

Leonardo balançou a cabeça e a puxou para um abraço: "Claro que gostei. Se você gosta, eu também gosto".

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Capítulo 9

Nos dias que se seguiram, Isadora usou como pretexto o fato de não estar bem psicologicamente após a alta hospitalar para exigir que Leonardo não fosse à empresa e ficasse o dia todo com ela.

Leonardo aceitou sem hesitar, levando-a a todos os tipos de lugares luxuosos.

Em um leilão da Sotheby's, Isadora se interessou por um colar de diamantes antigo, e Leonardo levantou a placa imediatamente para arrematá-lo por cem milhões.

Em um restaurante três estrelas Michelin, ela comentou casualmente que gostava do talento do chef, e Leonardo o contratou na hora para ser seu chef particular.

Até mesmo durante as compras, bastava ela olhar uma vez a mais para um vestido na vitrine para que Leonardo entrasse em contato com o estilista e encomendasse uma peça exclusiva e única no mundo...

Todo o círculo social comentava que Leonardo estava mimando Isadora até não poder mais.

Naquela noite, Isadora, vestindo uma camisola sedutora, bateu à porta do quarto de Leonardo.

"Léo...", ela disse com o rosto corado, parada à porta. "Esta noite... posso dormir com você?"

Leonardo estava lendo alguns documentos. Ao ouvi-la, levantou o olhar, deteve-se nela por um breve momento e logo o desviou: "Isa, vá dormir no seu quarto".

Os olhos de Isadora se encheram de lágrimas instantaneamente: "Você... não gosta mais de mim?"

Leonardo levantou-se imediatamente, puxou-a para seus braços e baixou a cabeça para beijar seus lábios.

O beijo foi terno e envolvente, terminando apenas quando Isadora estava com as pernas bambas.

"Como eu não gostaria de você?", ele disse segurando o rosto dela, com a voz grave. "É justamente por gostar tanto que eu a valorizo. Quero deixar a nossa primeira vez para a noite de núpcias, tudo bem?"

Só então Isadora parou de chorar e sorriu, assentindo docemente: "Então... boa noite".

"Boa noite."

Após fechar a porta, Leonardo voltou para a cama, mas não conseguia dormir de jeito nenhum.

Olhando para o teto, ele se lembrou subitamente da primeira vez com Sofia.

Naquela época, ele estava bêbado e, confundindo-a com Isadora, possuiu-a de forma quase forçada.

Ao acordar no dia seguinte, Sofia não disse nada; apenas vestiu-se em silêncio e, como de costume, preparou o café da manhã para ele...

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Em todos os momentos de intimidade que se seguiram, era Sofia quem o guiava, ensinando-o como agradar uma mulher.

O corpo dela era quente e macio, e sob ele, ela emitia gemidos baixos, como o ronronar de um gato...

Leonardo sentiu uma reação involuntária em seu corpo.

Ao perceber as mudanças físicas, ele se deu conta, com atraso, de que não via Sofia há quase duas semanas.

Desde que a fizera assumir a culpa por Isadora, ela não havia entrado mais em contato.

Provavelmente ela estaria louca de saudades, mas não ousaria incomodá-lo enquanto estivesse com Isa.

Ela sempre soube exatamente quando se retirar.

Pensando nisso, ele decidiu levar alguns presentes à empresa no dia seguinte para ver Sofia.

Afinal, ele havia prometido compensá-la...

No dia seguinte, Leonardo parou diante do closet. Seus dedos longos percorreram as fileiras de abotoaduras de alta costura, escolhendo finalmente o par de safiras que Sofia lhe dera no ano passado.

Enquanto arrumava a gravata diante do espelho, Isadora abriu a porta e o abraçou pela cintura por trás: "Léo, vai sair hoje?"

"Sim", ele olhou para as mãos dela em sua cintura e respondeu com um tom suave. "Vou até a empresa".

Isadora piscou os olhos: "Por que ir à empresa de repente?"

Leonardo não pretendia esconder: "Preciso compensar a minha querida por ter assumido a culpa da última vez".

Enquanto falava, tirou de uma gaveta uma caixa de joias de veludo. Dentro estavam as peças arrematadas na Sotheby's na noite anterior: um colar de esmeraldas, um conjunto de brincos de rubi e um anel de diamante.

Isadora fixou o olhar no anel, as unhas cravando-se involuntariamente na palma da mão, mas manteve um sorriso doce: "Posso ir com você? Devo agradecer pessoalmente à Sofia pelo que ela fez".

Sem pensar muito, Leonardo assentiu.

Meia hora depois, o Maybach preto estacionou em frente ao Edifício Leonardo.

Leonardo entrou no elevador de mãos dadas com Isadora, sob os olhares de admiração dos funcionários.

"O Sr. Leonardo e a Srta. Isadora são um casal perfeito..."

"Dizem que o Sr. Leonardo gasta fortunas por ela, ele a mima demais..."

As portas do elevador se abriram e a área da diretoria estava agitada.

Leonardo olhou ao redor, mas não viu o vulto de Sofia.

Capítulo 10

"Em qual sala fica a Sofia?", Isadora perguntou curiosa.

A sala dela ficava bem ao lado da dele.

Mas agora estava vazia, sem ninguém.

Leonardo ia perguntar a alguém quando Isadora soltou um "ai!" e inclinou o corpo para o lado.

"Léo!", ela exclamou, agarrando o braço dele. "Virei o pé..."

Leonardo baixou-se imediatamente para verificar: "Dói?"

"Um pouco...", Isadora mordeu o lábio inferior, com os olhos avermelhados. "Vá procurar a Sofia primeiro, não se preocupe comigo..."

"Não diga bobagens." Leonardo a pegou no colo e disse para a secretária mais próxima: "Entregue estas joias à secretária Sofia, diga que é um presente meu".

A secretária, de nome Mariana, ficou estática, com uma expressão confusa: "Secretária... Sofia?"

"Algum problema?", o tom de Leonardo esfriou.

"N-não, nenhum!" Mariana pegou a caixa de joias rapidamente, observando Leonardo sair com Isadora nos braços.

Assim que as portas do elevador se fecharam, o escritório da diretoria explodiu em fofocas.

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