localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 133

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 133

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Capítulo 133: Duas mulheres disputando um homem

Num piscar de olhos, ele chegou à idade de pensar em casamento.

Bernardo Fontes entregou o vasto Grupo Fontes ao seu filho de apenas vinte e quatro anos e partiu para dar a volta ao mundo com sua esposa.

Priscila Qin, agora com vinte e dois anos, formou-se em medicina. Com um talento fenomenal, herdou as habilidades de Rafael e tornou-se a médica-chefe mais jovem do Hospital Central.

Não apenas isso, ela também passou três anos na Montanha Bian Que aprendendo com Red.

A Priscila de agora, embora jovem, possuía uma técnica médica verdadeiramente impressionante.

Uma brincadeira feita há oito anos estava prestes a se tornar realidade.

Embora Beatriz não tivesse mais tocado no assunto naqueles anos, dedicou-se integralmente a educar sua filha para ser uma herdeira talentosa e de elegância insuperável.

Marina (Wen Xiaoxiao) não decepcionou. Após sua saúde estabilizar, aprendeu diversas habilidades.

Seu talento para o ballet floresceu completamente.

Para ser digna de Heitor (Fu Chenwang), ela não só participou de competições mundiais, como também, ao retornar ao país, esforçou-se para marcar presença, frequentando a casa dos Fontes aproveitando a amizade íntima entre Vitória e Alice.

Todos no círculo social percebiam: as herdeiras dos Qin e dos Vitória estavam disputando o "príncipe herdeiro" dos Fontes.

Na verdade, as duas tinham qualidades distintas.

Uma era a típica beleza independente e lúcida.

A outra era a típica dama da elite, que unia talento e beleza clássica.

Qualquer família que ganhasse uma delas como nora estaria rindo à toa.

Mas para o herdeiro dos Fontes, a carreira parecia ser o seu único foco.

Marina terminou sua última turnê e conquistou o Prêmio Cisne Branco — o mesmo que Paola ganhara no passado. Assim que desembarcou, dirigiu-se ao Grupo Fontes, querendo compartilhar sua alegria com o "irmão" Heitor.

Heitor respeitava muito Vitória e, por extensão, era muito atencioso com Arthur e Marina.

Ele já esquecera o incidente da infância.

Agora ele era imbatível e poderoso; ninguém poderia manipulá-lo ou ditar as regras de seu casamento.

E foi justamente por essa autoconfiança que ele não impediu de forma drástica a aproximação deliberada de Marina, deixando que as coisas fluíssem naturalmente.

Ao chegar à porta da presidência, Marina foi barrada pelo assistente: — Senhorita Marina, nosso presidente está com uma visita muito importante. Gostaria de esperar na sala de recepção?

— Que tipo de café a senhorita prefere? E os doces? Vou pedir para a secretaria preparar algo.

Marina foi dócil e compreensiva; o gênio difícil da infância fora totalmente domado na presença de Heitor. Não querendo atrapalhar o trabalho dele, ela seguiu o assistente até a sala de espera.

Nesse exato momento, dentro do escritório, a deslumbrante Priscila Qin, vestindo um vestido longo de linho e um casaco azul claro, estava sentada sobre a mesa de Heitor.

Suas pernas longas e magníficas estavam cruzadas casualmente sobre a cadeira, e seu rosto exibia um sorriso sereno e confiante. Seus olhos astutos fixavam-se no pomo de Adão do homem. Se não fosse pela base de suas orelhas levemente avermelhada, qualquer um diria que ela o estava seduzindo deliberadamente.

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Heitor estava sentado em sua cadeira de escritório, com as pernas da mulher ao lado de seu braço. Ele ergueu o olhar de forma nada natural para encará-la; no fundo de suas pupilas negras, fervilhavam emoções que ninguém mais conseguia ver.

— Dizem por aí que eu e a Marina estamos competindo para ser sua mulher — disse Priscila, com uma voz carregada de sensualidade.

Conforme ela crescia, Heitor passou a prezar pela distância entre homem e mulher, mas ela simplesmente não ligava para isso. Continuava agindo como quando era criança, tocando-o sem qualquer timidez.

Nesse instante, a mão dela teve a audácia de roçar o pomo de Adão dele...

As células de Heitor começaram a entrar em ebulição.

Ele sentiu uma vontade enorme de empurrá-la da mesa com um tapa, mas o que via diante de si era uma mulher plenamente desenvolvida, bem diferente daquela garotinha irritante do passado.

Priscila tinha total confiança em seu corpo.

Suas curvas estavam nos lugares certos, com uma cintura tão fina que podia ser envolvida por uma mão. No hospital, todos diziam que ela era como uma daquelas médicas sensuais de cinema, uma verdadeira tentação.

Ela também achava.

Mas, por algum motivo, quanto mais atraente ela ficava, mais esse homem se afastava.

Será que ele realmente se interessara por Marina?

Priscila começou a duvidar de si mesma; afinal, Marina também se tornara uma bela mulher, com um estilo de beleza diferente do seu.

Ela soube que Marina viria procurá-lo logo após terminar uma cirurgia hoje.

Nestes anos, Marina frequentara a empresa dele inúmeras vezes e ele nunca se opusera, chegando a pedir que a secretaria a tratasse bem.

Ela nunca vira lá antes.

Isso não era justo.

Aproveitando que não tinha cirurgias à tarde, retocou a maquiagem e correu para lá.

— Heitor, por que não diz nada? Será que eu errei e a Marina não está tentando te conquistar?

Heitor apertou a panturrilha dela, que balançava casualmente, e disse friamente: — Priscila Qin, desça daí agora!

— Só se você me responder primeiro.

— Responder o quê? Que a Marina não está me disputando, mas que VOCÊ está?

O rosto de Priscila ficou vermelho.

As palavras seguintes do homem quase a fizeram ter um colapso.

Ele disse: — Mesmo que queiram disputar, não conseguirão. Eu sou muito caro; vocês duas não podem pagar o preço.

— Você é um narcisista! — Priscila tentou lhe dar um chute, mas ele segurou sua perna e aplicou força subitamente. Ela soltou um ganido baixo; sentiu uma leve dor, mas o que predominou foi um formigamento indescritível.

Priscila resolveu arriscar.

Ela simplesmente jogou o corpo para frente; sabia que Heitor a seguraria e não tinha medo de cair.

Heitor não sabia que tipo de jogo era aquele, mas não podia deixá-la estatelar-se no chão. Segurou-a pelas axilas e avisou entre dentes: — Priscila, você agora é médica, não uma criança. Pode parar com esses joguinhos infantis?

— Não quero.

Priscila envolveu o pescoço de Heitor com os braços: — Heitor, você disse que é caro, então quanto custa? Mesmo que você tenha que casar com outra no futuro, eu quero provar o "produto" primeiro.

Provar o produto?

Essa maldita estava tratando-o como um prato de comida?

— Se disser mais uma asneira, eu te jogo daqui para fora.

A frieza de Heitor irritou Priscila: — Jogue! Se eu cair daqui, vou virar uma poça de lama, nem meus pais vão me reconhecer. Você teria coragem de ser tão cruel, Heitor?

Heitor não quis mais papo.

Ela viera do nada e ainda fazia essas provocações ousadas, desafiando seu limite.

Heitor levantou-se bruscamente e a tirou de cima da mesa.

Sua força era enorme; ele a carregou como se fosse um passarinho indefeso, abriu a porta do escritório e a levou para fora.

— Heitor? Priscila?

Marina acabara de sair da sala de espera para perguntar ao assistente quando poderia entrar, e deu de cara com a cena.

Então o "visitante importante" de Heitor... era a Priscila?

O coração de Marina sentiu uma pontada.

Ela disse com tristeza: — Se eu soubesse que a Priscila estava aí dentro, teria ido embora antes. Heitor, eu...

 

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