localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 93

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 93

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Capítulo 93: Relíquia de Família

A condição dela era: continuar trabalhando enquanto estivesse internada.

Rafael levantou o polegar em aprovação: — Essa sua ex-mulher é igualzinha a você, abre mão da própria vida pelo trabalho! Uma funcionária dedicada! Digna de respeito!

Bernardo Fontes olhou de soslaio para o amigo: — Eu sou dedicado?

— Er... antes você era, agora... você está plantado nesse hospital há tanto tempo que o Eduardo disse que a pilha de documentos para assinar e reuniões pendentes já está gigante. Tem certeza de que vai continuar aqui de vigília?

— Nada é mais importante do que ela e o bebê.

O homem disse isso com orgulho e levantou-se elegantemente.

— Onde você vai?

— Ao restaurante

Hua Ding Xuan

.

— ... Vai preparar comida para a sua mulher e para o bebê de novo?

Alice Guimarães, após o divórcio, bloqueou os números e o WhatsApp de todos que cercavam Bernardo.

Desta vez, durante a internação e sob os apelos insistentes de Rafael, ela acabou desbloqueando o contato dele.

Rafael enviou um vídeo de pouco mais de dez segundos, claramente gravado às escondidas.

No vídeo, aparecia apenas a parte inferior do corpo do homem e sua voz orgulhosa e única:

【Nada é mais importante do que ela e o bebê.】

Essa frase tocou profundamente o pouco instinto maternal que Alice possuía.

Ela se preparou para deletar o vídeo.

Mas seu dedo hesitou por um longo tempo sobre o botão de excluir.

Irritada, ela jogou o celular de lado.

Maldito Rafael! Que tipo de porcaria ele fica filmando escondido?!

Mansão Wandong.

Ao retornar, Vitória viu que Henrique já estava sentado na sala de jantar.

Ela aproximou-se e mencionou como quem não quer nada: — O estômago da Alice não estava legal, ela foi tomar soro ontem à noite.

A mão de Henrique segurando os pauzinhos hesitou por um instante, e então ele disse: — Ah.

Vitória achou que ele estivesse emburrado: — Ela se sentiu muito culpada por não ter vindo ao nosso casamento ontem.

Henrique ergueu o olhar, surpreso: — Você não está brava comigo?

— Brava por quê?

— Por eu ter ficado bêbado de propósito, por ter fugido.

— Eu sei que você gosta dela. Se eu me importasse com isso, não teria aceitado a aliança entre nossas famílias. Henrique, eu espero que, no futuro, possamos ser um casal que se respeita diante dos outros. Quanto ao resto, não vou te forçar a nada.

— Você realmente faz jus ao nome Vitória; é muito compreensiva.

Vitória percebeu o tom de ironia e disse com um certo orgulho: — Eu tenho um gênio explosivo; na elite de São Paulo, sou alguém que muitos homens não ousam provocar. Só você mesmo para me elogiar assim.

Vitória ia voltar para o quarto, mas Henrique a chamou: — Vai visitá-la no hospital daqui a pouco?

— Ela pediu para eu não ir incomodar.

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Essa frase era um recado implícito de que ele também não deveria ir?

Henrique sentiu um incômodo inexplicável.

Mas ele agora era um homem casado.

E ela, no fundo, nem gostava dele.

Vitória voltou ao quarto, tomou um banho e preparou-se para ir à empresa à tarde. Sua empresa era pequena e ela estava acostumada a ser uma "patroa ausente"; os lucros sempre foram apenas o suficiente para o seu sustento.

Mas agora que sua melhor amiga estava focada na carreira, ela não podia simplesmente ficar o dia todo vigiando o marido ou implorando por amor como uma dona de casa sem objetivos, certo?

Melhor focar no trabalho.

Trabalhar afasta a solidão.

Vitória consolava a si mesma, já vestindo um conjunto executivo bege da Chanel.

— Onde você vai? — Henrique entrou no quarto e viu o traje de Vitória.

— Trabalhar.

— Você ainda trabalha? Está com medo de eu não poder te sustentar?

— Quero me sentir útil — sorriu Vitória. — Se eu ficar grudada em você, não vai ficar mais irritado?

Henrique: ……

Essa mulher.

Todos o desprezavam agora,

buáaa

.

— Não vá trabalhar hoje, pode ser?

— Por quê?

— Quero ir em lua de mel com você — disse Henrique seriamente. — Minha prima já organizou tudo; vamos para as Maldivas. Só nós dois, sem mais ninguém.

Vitória aproximou-se e tocou a testa de Henrique: — Não está com febre... que loucura você está dizendo?

Antes, quem dissera categoricamente que haveria apenas o casamento e nada de lua de mel fora ele.

— Vamos, lua de mel! — Henrique segurou a mão de Vitória.

— Espere, eu ainda não decidi.

— Eu já decidi por você. — Sem dar chance de recusa, Henrique a colocou no ombro e a carregou.

— Eu nem arrumei as malas!

— Quando chegarmos lá, eu te acompanho nas compras. Compraremos o que faltar, o que você quiser.

E assim, Henrique "sequestrou" Vitória para a lua de mel.

Quando Alice soube, riu tanto que não conseguia fechar a boca.

Não se sabe como Real (Huangfu Chuan) descobriu que ela estava internada, mas ele aproveitou que Bernardo estava no escritório de Rafael resolvendo pendências para entrar sorrateiramente no quarto e propor uma aliança matrimonial a Alice.

Alice olhou descrente para os olhos azuis dele, que transbordavam seriedade e determinação. Ela não pôde deixar de perguntar: — Você está falando sério?

— Com certeza. Eu não vou me aliar à Lina (Dai Lin). Eu já sabia que aquela raposa velha do Bernardo Fontes não facilitaria para mim. Humpf, antes eu não te provocava porque você ainda era a Senhora Fontes, mas agora que se divorciou, ele não manda em mim.

— Ouvi dizer que você e o Bernardo são amigos.

— Você não vai vir com aquele papo de que "mulher de amigo é sagrada", né?

Alice: ……

Não era para tanto.

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Ela era, no máximo, a ex-mulher de Bernardo.

— O fato é que eu me interessei por você e quero casar. Você é a única mulher que me fez sentir algo; não quero passar o resto da vida com alguém por quem não sinto nada. Meu pai e meu avô casaram por aliança, é um tédio.

Alice riu: — Na elite, casamentos por aliança são a coisa mais normal do mundo.

— Não me diga que, quando casou com o Bernardo Fontes, foi por aliança e não porque estava interessada nele.

— Você...

— Tudo bem, não vou te irritar. Enfim, aceite o meu pedido; eu prometo te tratar muito bem. No futuro, se quiser ser a presidente dos Guimarães ou a dona do Império Real, eu te apoio em tudo, pode ser?

Após falar, Real tirou com cuidado uma caixinha do bolso. Ao abrir, revelou um diamante rosa de cinco quilates.

Alice prendeu a respiração.

Real ergueu o queixo, orgulhoso: — Este é o símbolo das matriarcas da família Real através das gerações. Consegui pegar da minha mãe com muito custo; tem que ser seu!

Alane, a acompanhante, bateu levemente na porta e Alice disse o costumeiro "entre".

Quando Alane viu o diamante rosa na mão de Real, franziu as sobrancelhas delicadas em estranhamento.

Ela aproximou-se de Alice, levantou a mão direita onde estava o soro e disse, fingindo dúvida: — Senhorita Alice, que bracelete lindo no seu pulso. Lembra muito a relíquia da família Fontes, a família mais poderosa de São Paulo.

Real fuzilou Alane com o olhar.

Alane, sem nenhum medo, continuou: — Quando eu era criança, acompanhava minha tia que trabalhava para os Fontes. Vi a Senhorita Paola pegar escondido no quarto da matriarca para provar; deve ser a relíquia "Fênix em Voo".

Alice ficou boquiaberta. Aquele bracelete não fora o presente de agradecimento da Paola?

Naquela vez em que Leo invadira a mansão ancestral dos Fontes para tirar satisfação sobre o divórcio e acabara fazendo a Paola chorar.

Ela dissera que gostava muito de Alice e queria dar um presente.

O bracelete parecia muito valioso e Alice desconfiara na hora, mas não imaginava que tivesse tal linhagem.

 

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