localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 61

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 61

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Capítulo 61: O canalha está emitindo eletricidade! Levem-no para ser decapitado!

— Alice Guimarães, trate-me com mais cortesia daqui para frente.

— Ex-marido, se quer que eu seja cortês, cave a sua própria cova e deite nela; eu prometo acender incenso e queimar notas para você todos os anos.

O canto da boca de Bernardo tremeu.

A língua dela continuava afiada e sarcástica como sempre.

— Está com pressa para ver o Henrique? Ou vai à coletiva de imprensa daquele rostinho bonito do entretenimento?

Alice, tendo o pulso segurado por ele, estava extremamente irritada: — Bernardo Fontes, se você está doente, vá ao hospital e pare de me amolar!

— Mal se divorciou e já se soltou desse jeito; não tem medo de que a mídia te jogue nos tópicos mais lidos entre insultos?

— O que você quer dizer com isso?

Bernardo atirou uma foto na frente dela: — Não é você?

Alice olhou fixamente. Qual maldito fizera aquela foto escondida?

Ela apenas jantara com Victor para agradecer pelo apoio no Weibo, e fora fotografada.

Realmente, não se pode chegar perto de gente do meio artístico.

Qualquer coisa vira uma novela dramática em várias versões.

— O Senhor Fontes está tão bravo porque teme que eu, sua ex-mulher, te prejudique?

Ela enfatizou propositalmente a palavra "ex-mulher", fazendo Bernardo quase ter um infarto de fúria.

— Fique tranquilo, mesmo que eu me case de novo, não afetará o Senhor Fontes. Todos dirão apenas que você teve bom olho e finalmente se livrou de alguém detestável.

— Você...

Quando foi que ele disse que a detestava?

Alice pegou a foto, abriu a porta e saiu a passos largos.

Bernardo olhou para o grampo de diamantes na palma de sua mão e soltou um resmungo frio.

Uma hora depois, um entregador de aplicativo entregou o grampo nas mãos de Victor.

A equipe jurídica dos Guimarães também já estava providenciando o processo contra o paparazzi que fizera a foto.

Alice não era de levar prejuízo; se o sujeito teve coragem de fotografá-la escondido, ela teria coragem de deixá-lo desempregado.

Dizer que ela e os Fontes realmente não se bicavam era pouco; bastou ir a uma delegacia para causar tanta confusão. Pelo visto, ela teria que evitar contato com a fofura da Paola no futuro.

Por mais que gostasse dela, teria que se controlar.

...

Dois dias depois.

Enquanto Alice estava mergulhada em montanhas de documentos, recebeu um pedido de socorro de sua amiga Vitória.

— Seu irmão te forçou a um encontro às cegas de novo?

— Não é um encontro, é um casamento por aliança.

Alice levantou-se abruptamente, derrubando parte dos papéis sobre a mesa.

— Aliança? Com quem?

— Você o conhece.

— Quem?!

Vitória, com um tom de quem aceitou o destino amargo, pronunciou um nome:

— Rafael.

...

Alice dirigiu em alta velocidade até a mansão dos Vitória.

Rodrigo Vitória já fora para a empresa; o pai de Vitória estava viajando com sua amante no exterior, então apenas Vitória estava em casa.

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Ao entrar no quarto e ver a amiga com os olhos inchados e o semblante exausto, Alice sentiu uma imensa pena: — Seu irmão enlouqueceu? Ele quer mesmo te casar com um playboy galanteador como o Rafael?

— Eu xinguei ele exatamente assim.

— E então? Não adiantou? Que tal eu ir lá xingar também?

Vitória puxou Alice para sentar na cama e suspirou: — O Rodrigo disse que, se eu não tenho ninguém no coração, ele tomaria a decisão por mim. Disse também que minha empresa não tem futuro e que é melhor eu ser uma dondoca da alta sociedade e viver no luxo e conforto.

Alice ficou perplexa: "What the fuck!" Aquelas palavras vieram mesmo do Rodrigo Vitória, o homem contido e sensato?

— O que tem de errado em empreender por conta própria? Você não está se sustentando? Além disso, qual lei diz que uma mulher é obrigada a casar e ter filhos? Ser dondoca de luxo por quê? Não é muito melhor ser a própria dona da fortuna?

Observando a postura confiante e audaciosa da amiga, Vitória não pôde evitar sentir inveja.

— Alice, eu não sou como você. Seus pais te amam e te dão tudo; seu irmão te ama e aceita ser seu coadjuvante; você mesma é capaz e administra um grupo enorme.

— Não venha com esse papo! Você não é capaz? Quando ganhou o campeonato nacional de design, quantas pessoas te bajularam? Sua empresa é pequena porque você não quer perder tempo disputando poder, quer apenas fazer o que gosta. Onde está o erro nisso?

Alice, ao pensar na amiga casando com um tipo como o Rafael, sentia vontade de ir até Rodrigo e sacudi-lo até ele acordar.

— Não tenha medo, vou falar com o seu irmão.

— Eu não tenho medo. Na verdade, eu andei pensando... já tenho idade, talvez deva casar. Se não encontro o homem que amo, melhor uma aliança; pelo menos contribuo para a família.

— O seu irmão teve um surto ou os Vitória estão falindo para você ter que se sacrificar pela família? Quer contribuir? Ótimo, torne-se minha mulher, eu te sustento! Qualquer condição que o seu irmão queira, eu aceito!

Alice, com esse ar de "eu tenho capital e sou a dona da porra toda", acabou fazendo Vitória rir.

Ela abraçou Alice e suspirou: — Ainda bem que tenho você. Alice, eu juro que nesta vida jamais trairei a nossa amizade!

Alice achou aquela frase meio estranha.

— Me diga a verdade: você tem algum homem no coração? Aquele "novinho" de quem você falou, o ex do término... é ele?

Embora a amiga tivesse muitos "namorados", Alice sabia que a maioria era apenas para manter as aparências. Esse sentimentalismo repentino não era um bom sinal.

— Se for ele, eu vou atrás dele agora mesmo.

— Não é ele. Ele já é passado.

— Então quem é?

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Vitória não ousava dizer, e não podia dizer.

— A família de Rafael foi muito sincera. Meu pai soube e aprovou totalmente. Eu...

— Seu pai nunca cuidou de você; se você puder servir para uma aliança, ele vai adorar. Isso depende de você. Eu acho que o seu irmão te ama demais para te obrigar.

Mesmo que Rodrigo a obrigasse, Alice estava disposta a ajudá-la a fugir do altar.

— Vitória, fale a verdade: você quer casar?

Vitória, obviamente, não queria.

— Eu não sei.

— Vi! Me dê uma resposta definitiva! Se você não quiser casar, eu viro São Paulo de cabeça para baixo, deixo o Rafael inválido, mas não deixo você casar com ele!

Essa atitude protetora de Alice fez Vitória ter vontade de chorar.

Não era à toa que Henrique a amava tanto; ela realmente valia a pena.

Alice tentou aconselhá-la por um longo tempo, mas Vitória recusava-se a dizer a verdade. No fim, Alice partiu frustrada, pensando que havia algo de muito estranho naquela história.

Rafael sempre usou o título de solteiro para se divertir; diziam que todas as suas ex falavam bem dele. Ele era generoso e prático.

A família dele já apresentara uma fila de candidatas e ele nunca escolhera nenhuma.

Ela sempre achou que Rafael morreria solteiro.

Por que ele aceitaria uma aliança agora? Por lógica, ele conhecia Vitória há anos; se gostasse dela, teria esperado até agora?

A imagem do rosto prepotente e malicioso de Bernardo Fontes passou pela mente de Alice.

Maldito! Foi ele quem fez isso?

De propósito para deixá-la preocupada, irritada e se vingar por ela ter pedido o divórcio?

Mansão do Horizonte.

Alice pisou naquele lugar detestável novamente. Afastando as imagens sensuais e confusas de sua mente, correu até a academia da casa.

Bernardo estava usando uma camiseta de treino preta; as linhas perfeitas de seu corpo eram visíveis — peitorais desenvolvidos, uma cintura impecável; cada centímetro emanava um feromônio intenso.

Aquele corpo em forma de "V", e abaixo do abdômen aquele...

Alice engoliu em seco, sentindo a boca subitamente seca. Chegou a lembrar da noite em que fora embebedada pelo Patriarca...

Sentiu o nariz aquecer, quase tendo um sangramento nasal.

Maldito! O canalha está emitindo eletricidade! Levem-no para ser decapitado!

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