localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 58

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 58

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Capítulo 58: A amizade de acender um incenso no Dia de Finados

Alice já tinha ouvido falar que Bruno (Fu Songtao) havia construído um refúgio secreto especificamente para se divertir com mulheres.

No círculo social, diziam que ele mantinha um verdadeiro "harém de excessos".

Outros diziam que Bruno usava a fama de mulherengo como fachada para realizar transações ilícitas e obscuras.

Havia todo tipo de boato.

Ela achava que esse tipo de pessoa era do estilo que "procura a própria morte".

— Não vá embora! O seu "irmão" aqui está falando sério, vou te levar para uma diversão inesquecível! Garanto que você vai implorar para não me soltar!

Cada frase estava repleta de pensamentos imundos.

Diante de um tipo desses, Alice sentia vontade de inutilizar um por um com um chute.

— Solte a minha mão. — Alice encarava a "pata" de Bruno, contendo o impulso de matá-lo.

Bruno puxou a roupa dela e ergueu o queixo: — Não solto.

— Você...

— Eu sei que vocês, mulheres, dizem não querendo dizer sim. Você gosta de um pouco de força, não é? O "irmão" aqui vai te satisfazer... aaah—!!!

Bruno tornou-se um "disco voador", formando uma parábola no ar antes de cair com um estrondo no lago.

Os guardas ouviram o barulho e pularam imediatamente na água para resgatá-lo.

Alice lançou um olhar de soslaio para o homem que interveio: — Você pegou pesado.

— Se você consegue suportar até um tipo como o Bruno, Alice, onde foi parar o seu orgulho?

Alice desdenhou de discutir com esse traste. Ela virou-se para sair, mas ouviu Bernardo dizer de forma antinatural: — A Paola está te procurando. Se não fosse por ela, você acha que eu teria te salvado?

— Eu não preciso que você me salve.

Alice pensou bem e resolveu mudar de direção, indo para os aposentos de Paola.

Assim que a viu, Paola quis abraçá-la com entusiasmo, deixando Alice totalmente sem jeito.

— Espere um pouco, por que essa proximidade repentina?

— Porque eu gosto de você.

— Fofura, o nariz cresce quando a gente mente, viu?

Paola mostrou a língua: — Cunhada, eu não sou mais criança, contos de fadas não me enganam mais.

Alice girou o corpo e sentou-se: — Pare de me chamar de cunhada, me chame de irmã.

Ela realmente não conseguia resistir a seres fofos e adoráveis, especialmente alguém como Paola.

Paola aproximou-se com um ar de "vítima": — Hoje o seu irmão me xingou. Normalmente eu não deixaria passar, mas em consideração à Irmã Alice, eu o perdoo. Em troca, você tem que me prometer uma coisa.

Alice ergueu a sobrancelha.

Paola sorriu: — Venha ver a minha competição e seja a líder da minha torcida.

— Eu já te prometi isso antes, não voltarei atrás.

— E tem isso aqui. — Paola tirou o bracelete e o colocou no pulso de Alice. — Ficou lindo.

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— Isso é valioso demais, eu não posso aceitar.

Alice conhecia bem as coisas boas da vida e não tinha falta de joias, mas aquele bracelete que Paola trouxera era de um jade de qualidade suprema, raríssimo de encontrar.

Ela queria distância total do traste do Bernardo, como poderia aceitar algo tão caro? Mesmo gostando de Paola, não podia aceitar.

Paola quase chorou de novo.

— Isso é um presente meu, não tem nada a ver com o meu irmão.

— Paola, eu realmente não posso...

— A Irmã Alice vai parar de falar comigo só porque se divorciou do meu irmão? Eu admito que fui fria com você antes e errei, eu prometo...

Alice não aguentou mais.

Ela desistiu de tentar tirar o bracelete e disse seriamente: — Vou guardar para você temporariamente, depois eu te devolvo.

— Contanto que a Irmã Alice goste, está tudo bem.

Alice ficou sem palavras. Essa garota... será que ela não entendeu nada do que eu disse?

— Irmã Alice, você não tem que cuidar dos assuntos da empresa? Eu te acompanho até a saída.

Só isso?

Tudo isso só para entregar um bracelete?

Toda essa encenação?

Alice não estava entendendo nada.

Após Paola acompanhar Alice até a saída e retornar, ela estendeu a mãozinha para o homem de rosto fechado: — Missão cumprida. Onde está minha recompensa?

Bernardo acabara de dar uma lição em Bruno. Mesmo sendo uma mulher que ele descartara, não seria um inútil como Bruno quem iria assediá-la.

Bruno não teria dinheiro para festas pelos próximos três meses e teria que passar um tempo em retiro espiritual num templo. Naturalmente, Maurício viria implorar clemência, então Bernardo não voltaria à mansão ancestral por um tempo.

Pensando nisso, Bernardo tirou um cartão preto sem limite e colocou na palma da mão da irmã: — Gaste como quiser.

O rosto de Paola escureceu: — Eu não quero dinheiro! Irmão, eu sei que você é rico, mas eu não gosto de dinheiro!

— O que você quer, então? — Bernardo foi direto.

— Quero transferência externa. Quero estudar na USP (Universidade de São Paulo).

Bernardo franziu a testa: — Você voltou apenas para a competição.

— É solitário demais lá fora. Sem você, sem o vovô e sem a Irmã Alice. Irmão, eu gosto da Alice, ela é minha única amiga. Por favor, deixe-me ficar em São Paulo. Eu prometo estudar muito e não te dar trabalho!

Paola levantou a mão, quase fazendo um juramento.

Bernardo disse, insatisfeito: — É só por querer voltar para São Paulo?

— Sim, sim!

— Além da USP, temos a Mackenzie, a FGV...

Paola pensou: "Ferrou". O irmão era esperto demais e quase sacou suas intenções.

Ela disse seriamente: — A Irmã Alice se formou na USP.

Bernardo ponderou por um instante e assentiu: — Vou pedir ao Eduardo para cuidar da sua transferência.

— Obrigada, irmão! Te amo muito!

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Ela percebeu que, toda vez que mencionava a Alice, o irmão aceitava qualquer pedido dela.

Será que...

Mansão do Horizonte.

Bernardo observava o quarto principal metade vazio; seu olhar era sombrio e uma aura gélida emanava de seu corpo.

— O governante dos Guimarães trouxe gente logo cedo para recolher as coisas da Senhora — informou Luana, postada atrás dele com uma mistura de medo e coragem.

— O que ela disse?

— A Senhora? Ela queria que eu desse um fim em tudo. Eu pensei que as coisas eram valiosas demais, especialmente as roupas de grife e joias que o senhor mandou fazer para ela nas quatro estações... eu não tive coragem de queimar, eu...

— Ela mandou queimar?

— ... — Luana deixou escapar.

As palavras exatas de Alice foram:

Pode queimar tudo isso. Ex-namorado é só uma amizade de acender um incenso no Dia de Finados. Com as coisas queimadas, eu e o seu patrão estamos quites.

Luana pigarreou: — Eu acho que a Senhora teve medo de olhar para essas coisas e lembrar de cada momento com o senhor, ficando triste. Por isso mandou queimar.

— Por que o pessoal dos Guimarães veio?

— Foi a mãe da Senhora quem mandou.

Bernardo não quis perguntar mais nada, preparando-se para ir à empresa. Luana correu até ele: — Patrão, este objeto... a Senhora disse para o senhor encontrar um novo dono para ele.

Bernardo lançou um olhar.

Um diamante enorme de dez quilates, cujo brilho chegava a doer nos olhos.

— Jogue fora.

Aquilo fora encomendado por ele através de Rafael a um mestre de alianças no exterior.

Embora ele não a amasse na época, ao decidir casar-se, ele quis dar a ela toda a riqueza, dignidade e honra possíveis.

Ela era a mulher que ele desposara; merecia o melhor de tudo.

O que ele não esperava era que ela parasse de amá-lo e que até o amor que ela vivia proclamando pudesse ser apenas uma aposta.

Ridículo!!!

Absolutamente ridículo!!!

...

Alice estava em seu escritório, ouvindo os relatórios dos altos executivos. Quando o responsável pelas Relações Públicas mencionou o impacto do divórcio com Bernardo Fontes, todos prenderam a respiração.

Nesse exato momento, o pessoal da família Yuri, do Leste, chegou!

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