localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 57

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 57

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Capítulo 57: Bernardo Fontes é impotente

Os demais não ousaram continuar assistindo ao show; Maurício, temendo que o pai confiscasse seu cartão de crédito, também fugiu de fininho.

No enorme salão principal, restaram apenas o Patriarca Fontes, Bernardo, Alice e o imobilizado Leo.

Alice olhou ao redor: — Onde está a Senhorita Paola?

Atrás de um biombo, surgiu uma figura delicada: — Cunhada, buáaa! Seu irmão me maltratou, disse que eu não tenho noção e que eu sou cega por defender meu irmão. Ele disse que o meu irmão nunca traiu ninguém.

A pessoa que se jogou em seus braços era, para sua surpresa, sua ex-cunhada Paola, com quem antes tinha uma relação fria como gelo.

Alice não sabia o que fizera para que aquela fofura se tornasse tão próxima de si de repente.

Mas, sobre o que ela disse...

— Se o seu irmão traiu ou não, só Deus sabe. O Leo fala bobagens, eu vou dar uma lição nele em casa. E você, pare de chorar; no futuro, abra bem os olhos ao escolher um namorado, não faça como a sua irmã aqui que, num surto, casou de qualquer jeito.

As veias saltaram na testa de Bernardo: essa mulher estava mandando indiretas ofensivas?

O Patriarca lançou um olhar para o neto:

Ele traiu mesmo?

Paola olhou confusa para Alice: — Cunhada, você parece tão ressentida. Se o meu irmão realmente te fez algo errado, eu e o vovô não vamos perdoá-lo. Vocês não podem reatar?

A palavra "reatar" fez o olhar de Bernardo vacilar por um instante.

Alice riu friamente e apertou as bochechas da garota: — Acabamos de anunciar o divórcio oficialmente. Falar em reatar agora é um tapa na nossa cara ou na cara da mídia de São Paulo?

— Mas...

— Você é muito nova, o mundo dos adultos é complexo.

— Mas você não é muito mais velha que eu.

Alice acalmou a garota que chorava como chuva, dizendo docemente: — Mesmo que eu não seja mais sua cunhada, você pode me chamar de irmã. Aqui em São Paulo, eu te protejo; você é minha família, assim como o Leo.

— Ele me xingou!

— Eu bato nele! Calma, querida, sua irmã vai levar ele para casa e dar uma surra. Se não acreditar, eu gravo um vídeo como prova!

Paola ficou meio tonta: não estávamos falando de reatar com o irmão? Como o assunto mudou?

Após consolar a pequena, Alice dirigiu-se ao velho: — Vovô, eu sempre o respeitei muito. Sei que o senhor é uma grande figura, desapegado, carinhoso e que cumpre promessas. Já que me divorciei do Senhor Bernardo, peço que aceite a situação; continuarei sendo sua subordinada e cuidarei do senhor como sempre.

Contanto que pudesse se livrar de Bernardo em paz, ela não se importava em atuar como a "neta" dedicada por mais um tempo.

— Alice, esse elogio que você me fez é alto demais, eu não consigo alcançar.

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— O senhor é a figura número um da cidade, como não alcançaria? O Grupo Guimarães está uma bagunça agora, preciso voltar para resolver. Então, se me permite...

O Patriarca Fontes fuzilou o neto com o olhar: — O que você tem a dizer?

Os lábios finos de Bernardo se moveram. Ao ver Alice lhe lançar um olhar sugestivo, ele bufou: — Nada a declarar.

Alice suspirou de alívio.

"Isso não é ótimo? Você vai atrás do seu anjo puro e eu serei a mulher de negócios de sucesso."

Ao ver o alívio de Alice, Bernardo sentiu um aperto sufocante no peito.

Essa mulher queria tanto assim se livrar dele?

Ela realmente sabia "desapegar"!

Além de usá-lo como aposta e atrair pretendentes por todo lado, agora ela era fria e cruel, agindo como se quisesse distância eterna. Bernardo sentia uma irritação crescente que golpeava sua razão.

Ele disse: — Vovô, o senhor não entende os jovens de hoje. Eles são modernos; um segundo casamento também pode ser muito proveitoso.

Alice arregalou os olhos. Que asneira esse canalha estava dizendo?

O Patriarca também ficou atônito: — O que ele disse?

Paola:

Quando foi que o meu irmão ficou tão sarcástico?

Bernardo percebeu seu comportamento anormal e ficou furioso consigo mesmo por ter dito aquilo involuntariamente. Ele soltou um resmungo e saiu sob os olhares estranhados de todos.

Alice engoliu em seco e aproveitou a deixa: — Vovô, vou levar o Leo agora. Volto para visitá-lo outro dia.

Lá fora, Leo finalmente escapou das garras dos guardas.

Ele já estava na porta quando voltou-se para Paola e soltou mais uma grosseria: — E se diz filha dos Fontes? Para mim você é uma flor de estufa, chora por qualquer coisa, sua frquinha.

A "fraquinha" em questão: ...

Vovô! Ele me desprezou! Onde eu sou fraca? Eu já parei de chorar!

Alice saiu puxando o moleque pela orelha: — Você ainda não causou confusão o suficiente? O que a garota te fez para você querer fazê-la chorar a todo custo?

Leo tinha seus setenta quilos, mas sessenta eram pura rebeldia. Ele retrucou: — Mas ela é chorona mesmo, eu não menti. Mana, você arrumou uma irmã nova e não quer mais o seu irmão de sangue?

— ... — Alice teve vontade de jogar o garoto no mar.

Ela empurrou Leo para dentro do carro e recebeu uma ligação de Paola. Paola disse que, mesmo com o divórcio, queria considerá-la família e tinha algo para lhe dizer.

Alice pensou que, embora a pequena fosse chorona, era realmente digna de pena, então decidiu voltar para falar com ela.

Paola segurava seu bracelete de jade favorito, querendo estreitar os laços com Alice para, quem sabe, ajudar o irmão no futuro.

Esperou um longo tempo e Alice não aparecia.

— Será que ela não gosta de mim e só me enrolou no telefone? — Paola começou a duvidar de si mesma.

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Era a primeira vez que ela tentava agradar alguém assim.

Seu rostinho murchou na hora.

...

Alice teve seu caminho bloqueado por uma figura embriagada.

Ela desferiu um tapa; o bêbado caiu no chão e começou a xingá-la, tonto: — Foi descartada pelo Bernardo e quer descontar a raiva em mim? Quem você pensa que é?

Alice estreitou os olhos, analisando o bêbado. Não era o filho mais velho de Maurício, o Bruno (Fu Songtao)?

Um herdeiro inútil que herdou perfeitamente os genes do pai.

— Saia da frente — disse Alice friamente.

— Se você manda eu sair e eu saio, onde fica a minha honra?

Antes, Bruno temia o Patriarca e o Bernardo, por isso não ousava ofender Alice. Mesmo cobiçando a beleza dela, mantinha distância.

Agora que Alice era uma "mulher repudiada" — e ouvira do pai que o Patriarca reunira a família para atacá-la — ele se sentiu audacioso.

Ele estava bêbado e o pai o proibira de participar da reunião.

Não imaginava que, vagando por ali, cruzaria com essa mulher.

Sem o avô ou o Bernardo para defendê-la, ele ia mostrar a ela quem mandava.

— Alice Guimarães, pare de fingir que é superior. Antes você era a serva apaixonada do Bernardo e ele nem olhava para você. Você implorava para dormir com ele e ele nem te dava bola, não é?

Bruno levantou-se cambaleante, olhando para Alice de forma lasciva:

— O Bernardo é impotente. Ele não toca em mulher há anos. Na verdade, não é que ele seja santo, é que ele não consegue. Era melhor você ficar comigo, eu te faço sentir o prazer de ser mulher de verdade!

Pelo canto do olho, Alice viu uma silhueta familiar se aproximando. Ela relaxou os punhos lentamente e perguntou com um sorriso doce:

— Ah, é? E como você sabe que o Bernardo Fontes é impotente?

— Instinto masculino! — Bruno estufou o peito, fazendo uma pose que julgava imponente para Alice. — Um homem tem que ser como eu, saber como cuidar de uma mulher. Já que você e o Bernardo se separaram, por que deixar para amanhã o que podemos fazer hoje? Agora mesmo, eu te levo para o meu refúgio secreto e garanto que você não vai querer voltar!

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