localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 50

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 50

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Capítulo 50: Lágrimas: Não amo mais

Já que o divórcio estava decidido, não havia por que manter a pose de boa pessoa.

Sobre o processo de separação, Alice foi muito paciente.

— Quando chegar a hora de dar a coletiva de imprensa, direi à mídia que, na época, eu era imatura, que insisti em te perseguir e casar com você. Direi que finalmente reconheci o meu lugar e pedi o divórcio por iniciativa própria, devolvendo sua liberdade. Assim, a mídia focará apenas em mim, e o Senhor Fontes continuará sendo o homem íntegro, gélido e nobre de sempre.

Pelo bem dos Guimarães, ela não via necessidade de romper totalmente com esse homem.

Pelo contrário, ela poderia assumir parte da responsabilidade pelo divórcio; assim, ainda conseguiria uma boa reputação perante a mídia.

Quanto à Isadora Matos?

Vadias são sempre afetadas; encontrar uma falha dela seria questão de tempo, não havia pressa.

Alice já tinha tudo planejado, só faltava Bernardo assinar.

— Uma ex-esposa tão atenciosa quanto eu é difícil de encontrar. Senhor Fontes, você deveria estar satisfeito.

Bernardo cerrou os punhos, com as veias saltando no dorso da mão. "Bela ex-esposa!", "Bela satisfação!"

Eduardo olhava para o patrão, depois para a patroa...

Será que ele perdera alguma fofoca bombástica?

Por que o ar estava carregado de correntes ocultas e os olhares eram tão aterrorizantes?

Sônia fechou a pasta e disse baixinho: — Os documentos estão em ordem. A senhora quer acrescentar algo?

Alice disse: — Mantenho minha postura anterior: exceto pelo meu dote, não quero nada. O Senhor Fontes tem uma fortuna inestimável e certamente não faria questão do meu patrimônio. Vamos nos separar de forma amigável.

Alice assinou rapidamente e empurrou os documentos para frente de Bernardo.

Bernardo lançou um olhar para Eduardo: — Saia.

Eduardo entendeu o recado e levou Sônia consigo para fora.

A imensa sala de reuniões ficou tão silenciosa que era possível ouvir a respiração de ambos.

Bernardo não se conteve mais; descarregou toda a fúria e ressentimento acumulados durante a manhã.

Com movimentos ágeis, ele pressionou Alice, prendendo-a entre a mesa de reuniões e o seu próprio corpo.

Alice sabia que, ao exigir o divórcio, ferira o orgulho daquele homem, mas ela não tinha escolha.

Não suportaria o dia em que Isadora aparecesse com um barrigão para forçar o divórcio.

Se chegasse a esse ponto, a honra dos Guimarães estaria verdadeiramente arruinada.

As pessoas poderiam até ter pena dela, mas a humilhariam ainda mais por não ter tido pulso para segurar o marido e por ser acuada por uma amante grávida.

Ela não permitiria que seu orgulho fosse estraçalhado daquela forma diante daquela piranha!

Na vida passada ela a matara; nesta vida, querer subir na vida pisando em sua dignidade era um delírio!

Bernardo achou que ela diria palavras rudes ou o xingaria, mas ela não o fez.

Ela apenas o encarava com serenidade.

Um olhar sem ondas.

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Ele quase chegou a pensar que Alice era uma mulher sem coração.

— Você tem tanta pressa em se divorciar por causa do Henrique?

Ele usara alguns truques para fazer a família Yuri levar Henrique embora; ela deve ter recebido a notícia e viera furiosa tirar satisfação?

Alice sorriu com amargura.

Esse homem, mesmo chegando a esse ponto, ainda tentava transferir a culpa e se omitir da responsabilidade.

Que cínico.

— Não tem nada a ver com outras pessoas, mas se você quer ouvir uma resposta afirmativa, eu posso admitir.

Bernardo apertou o pescoço alvo de Alice: — Mesmo depois de ontem à noite, quando você finalmente se tornou minha mulher, ainda quer o divórcio?

Nenhum pingo de saudade?

Alice ponderou por um instante: — Ontem à noite... não foi apenas um acidente? Ou quem sabe, o início da transação que estamos realizando agora?

Bernardo, furioso, calou a boca dela com um beijo.

Alice não resistiu, mas também não retribuiu; deixou que o homem desabafasse.

Após um longo tempo.

Ele pareceu perder as forças e disse em tom de desamparo: — O que você quer?

— O que eu quero já está sobre a mesa. Basta que o Senhor Fontes assine.

Alice observou o desejo escarlate nos olhos dele e curvou os lábios vermelhos: — O Senhor Fontes ainda não teve o suficiente e quer cobrar alguns juros? Por mim tudo bem.

Ela empurrou Bernardo levemente e começou a desabotoar a própria camisa. Um, dois, três botões...

A fúria nos olhos de Bernardo crescia; junto com o gesto dela de abrir a roupa, uma sensação de ódio e impotência subiu vertiginosamente.

Ele agarrou a mão de Alice, impedindo-a de continuar.

Alice ergueu o olhar e disse sorridente: — O quê? O Senhor Fontes não quer mais? Hum, imagino que já tenha alguém para satisfazê-lo e não precise de mim. Ótimo, estamos quites.

As palavras dela soavam calmas, mas a sensação que causavam em Bernardo era pior do que ter o coração atravessado por mil flechas.

Essa mulher aprendera a arte de destruir o coração alheio.

Ele simplesmente... não sabia o que fazer com ela.

Alice suspirou: — Existem tantos amantes infelizes no mundo, por que o Senhor Fontes insiste em se enroscar comigo?

Com a capacidade e os métodos dele, mesmo que o Patriarca não concordasse, ele poderia casar com a Isadora Matos.

Por que não a deixava ir?

O peito de Bernardo deu uma pontada inexplicável.

Ele fez uma última pergunta, sem aceitar a derrota:

— Alice Guimarães, você me ama?

Ele sabia que era meloso, infantil.

Mas queria saber a resposta.

Alice balançou a cabeça: — Não amo mais.

Não era "não amo".

Era "não amo mais".

O corpo de Bernardo pareceu fraquejar. Ele sentou-se na cadeira e, após um momento, pegou a caneta e assinou seu nome bruscamente nos documentos.

Ao pegar os papéis assinados, Alice sentiu como se tivesse renascido; sentia-se livre, leve, feliz.

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Apenas no fundo do peito, sentia um gosto azedo e amargo.

Ela saiu da sala de reuniões sem olhar para trás, deixando o prédio do Grupo Fontes.

Desaparecendo completamente da vista dele, da vida dele.

Bernardo ficou sentado sozinho na sala até escurecer.

...

— Amiga, vamos comemorar! Celebrar que você está solteira de novo!

Uma hora depois.

Ao ver Vitória vestida de forma conservadora, Alice achou que estava vendo coisas: — Por que você está tão coberta? A famosa princesinha das baladas sempre usa alcinhas e minissaias; por que está vestida como uma freira?

Vitória, sem graça: — É que eu exagerei na diversão, o corpo não aguentou e peguei um resfriado.

— Lembro de você usando alcinhas e meia-calça no auge do inverno, sem nem um xale... e agora...

Vitória afastou a mão de Alice, com medo de que ela puxasse sua roupa e visse as marcas de carinho.

Ela mudou de assunto: — Divorciou mesmo?

— Divorciei. — Alice parou de mexer na roupa da amiga e começou a refletir: — Achei que seria difícil, não imaginei que ele assinaria tão rápido. Antes ele dizia que envolvia parcerias e que só podíamos separar em um ano; tudo mentira!

— Ah?

— Vou te contar: o traste do Bernardo quer o que está no prato e o que está na panela. Agora que apareceu um "temperinho" novo na panela, para dar um nome oficial para a amante e o bastardo, ele não via a hora de eu pedir o divórcio. Assinou sem hesitar. Que canalha!

Vitória não entendeu muito bem a analogia da panela e do prato.

— Amiga, dá para falar a língua dos humanos?

— Divorciei de verdade. Amanhã cedo dou uma coletiva para anunciar: divorciada, solteira e disponível! — Alice segurava uma garrafa de conhaque e ria; o ar de despreocupação era tanto que até Vitória sentia pena.

Ela conhecia bem aquela sua melhor amiga de coração mole.

Alice amava tanto o Bernardo que, quando soube que alguém queria matá-lo, usou toda a sua mesada para contratar os guardas mais confiáveis do submundo para protegê-lo por três meses.

Mais tarde, quando ele ficou gravemente ferido, foi ela quem se disfarçou de empregada doméstica para cuidar dele por um mês.

Houve até uma vez em que ela quase perdeu a vida para defendê-lo de um inimigo.

Mas Bernardo não sabia de nada disso.

O amor dela nunca era verbalizado. Toda vez que era provocada ou humilhada pela piranha da Isadora, ela apenas ignorava.

Embora vivesse gritando que queria o divórcio e focar na carreira, Vitória nunca acreditara de verdade.

Afinal, nem a moça da lenda esperou dezoito anos pelo marido com tanta persistência.

Mas...

Desta vez era real.

Vendo Alice rindo sem se importar com nada, Vitória tomou a bebida da mão dela e disse séria: — Alegria não se expressa bebendo. Vou te levar a um lugar interessante.

— Os modelos da boate

Êxtase

(Jile) são os melhores; você achou algo superior?

Vitória: ?? Quando foi que eu disse que ia te levar para ver modelos?

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