localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 38

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 38

PUBLICIDADE

Capítulo 38: Um pouco de sangue não mata

— A mana te ensina: na próxima vez que for dar uma lição numa piranha, escolha o silêncio da noite, jogue um saco na cabeça dela e bata até cansar!

Uma policial que passava:

Falar isso na frente da polícia é apropriado?

Leo ficou horrorizado: — Mana, você não vai me dar bronca?

— Por que eu te daria bronca?

— Ela é o "anjo puro" do Bernardo Fontes. Todos esses anos ele a mimou sem limites. Depois que você casou com ele, também sempre a tolerou. Eu, naquela época...

— Naquela época você estava certo. Sua irmã é quem foi cega e não valorizou sua lealdade. Vou te compensar: que tal dez milhões de reais de mesada?

Leo, subitamente atingido por uma fortuna, ficou sem palavras.

Alice, só de pensar que antes obrigara Leo a pedir desculpas para aquela sonsa da Isadora por causa de Bernardo, sentia vontade de dar uns tapas em si mesma.

Na vida passada, Leo tentou defendê-la inúmeras vezes, foi enganado por Isadora repetidamente e acabou morrendo tragicamente por causa das drogas. Alice sentia um arrependimento mortal.

Desta vez, ela jurou proteger o irmão e dar a ele o melhor de tudo!

— E que tal trocar de carro? Escolha qualquer um até vinte milhões.

Leo, agora atingido por um carro de luxo, travou de novo: — Mana, eu acho que você...

— Eu sou sua irmã de sangue!

— Er... papai e mamãe dizem que "filho homem se cria na rédea curta". Meu carrinho velho está ótimo e dez mil por mês já dá. Só não conta pros velhos o que houve hoje.

Leo não ousou pedir muito.

Temia que sua irmã rigorosa estivesse apenas testando seu caráter.

Alice afagou a cabeça do irmão. Olhe só para esse garoto; de tanto ser pressionado por ela, ficou bobo.

— É sério. Esse papo de rédea curta é favoritismo dos nossos pais. Mas não importa, eles me amam, eu te amo, e tudo dos Guimarães ainda será seu!

Leo amarelou: — N-não... tudo é da mana. Se você me der o que comer, já estou feliz.

Alice sentiu os olhos marejarem.

Irmão é a melhor coisa que existe.

Ela terminou os trâmites, pronta para levar Leo ao hospital e depois a um clube para relaxar, quando deram de cara com Isadora Matos.

Ao ver Leo, Isadora avançou para lhe dar um tapa.

Alice a segurou com facilidade e revidou com um tapa sonoro: — Para bater no meu irmão, você pediu minha permissão?

Isadora, ao reconhecer Alice, gritou: — Alice Guimarães! Como você consegue ser tão onipresente? Não vai sossegar enquanto não me destruir?

— E você, seu marginal! Que tipo de herdeiro você é? Usando máscara para bater nos outros? Você é um bandido perverso, sem-vergonha e mal-intencionado!

Leo, ao ser insultado, finalmente reagiu com o apoio da irmã.

PUBLICIDADE

— Você é uma amante! Se não fosse pelo cafajeste do Bernardo te protegendo, já teria levado surra na rua há muito tempo. Que direito você tem de dar sermão em alguém? Uma mulher que se esfrega num homem casado faria os pais ressuscitarem de puro ódio no túmulo!

Após o desabafo, ele olhou timidamente para Alice: — Mana, peguei pesado?

Lembrou-se que, da última vez que xingou Isadora, a irmã cortou sua mesada e ele teve que comer pão com conserva na faculdade.

Se Alice não tivesse batido em Isadora primeiro, ele não teria coragem de abrir a boca.

Alice levantou o polegar: — Esse é o meu irmão! Xingue mesmo! Solte o verbo! Sua irmã te apoia, pode falar o que quiser!

Leo arregalou os olhos; com o rosto inchado e aquela expressão de "fofura lerda", parecia um urso panda. Uma graça.

Alice bagunçou o cabelo dele e riu: — Vamos, vou te levar para comer.

Isadora acabara de perder a competição, levara bronca de Bernardo e o efeito do sedativo mal passara quando cruzou com o irmão de Alice. Ela estava apenas comentando com as amigas que Alice trapaceou e se vendeu pelo título quando Leo a agrediu.

Se os seguranças de Bernardo não tivessem aparecido a tempo, ela estaria internada agora.

Ela veio à delegacia com o rosto marcado para exigir justiça, e dar de cara com Alice a deixou possessa. Como deixaria os dois irem embora?

— SEGUREM ELES!

Os seguranças se entreolharam.

De um lado, a Senhorita Isadora, que o patrão mandou proteger; do outro, a esposa legítima do patrão. Não queriam ofender ninguém.

Alice sorriu, elegante e majestosa: — Vocês estão todos demitidos. A partir de hoje, trabalham na Mansão Guimarães. Salário dobrado, bônus dobrado.

Seguranças: — ...

— O quê? A palavra da Senhora Fontes não vale nada?

O olhar de Alice era tão arrogante que ninguém ousava encará-la.

— Sim, senhora!

Considerando o que Zeca dissera na noite anterior, decidiram seguir a patroa.

Isadora, ao ver seus guardas irem embora, perdeu o controle e começou a gritar.

— Aaaah! Alice, que tipo de feitiço você jogou neles? Por que todos te obedecem?

E o pior era Bernardo, que para proteger a reputação de Alice, queria mantê-la em cárcere privado!

Cega de raiva, ela tirou uma faca de frutas da bolsa e avançou contra o rosto de Alice.

Alice estava atenta a qualquer movimento daquela louca. Ao ver a lâmina, empurrou Leo para longe. Quando estava prestes a agarrar o pulso de Isadora, uma silhueta alta surgiu em sua frente e, então...

— Bernardo! Eu não queria... você está bem? Bernardo, você está sangrando! Bernardo...

Alice ouvia um zumbido nos ouvidos; só conseguia processar aquele "Bernardo" repetido.

Bernardo levara a facada no dorso da mão. Não dava para ver a profundidade, mas o sangue escorria em abundância, uma cena pavorosa.

O rosto dele estava sombrio, sem emoção nos olhos, e o tom de voz era gélido e inquestionável: — Leve a Isadora daqui.

PUBLICIDADE

Iago, que vinha logo atrás, apressou-se em retirá-la.

— Você também precisa ir para o hospital tratar isso — gritou Iago ao sair.

Ao ver que o amigo não se mexia, Iago olhou para Alice: — Ei, o Bernardo se feriu por sua causa, você tem que se responsabilizar!

Bernardo lançou um olhar silencioso para Iago, que tratou de calar a boca e arrastar Isadora para fora.

Puxar uma faca dentro de uma delegacia deveria dar prisão. Mas todos ali conheciam Bernardo Fontes, e ninguém se atrevia a prender Isadora Matos.

Alice o encarava com um olhar complexo: — Por quê?

Leo resmungou: — Eu conheço bem esse tipo de coisa. Se aquela mulher tivesse te ferido, mana, nem eu nem nossos pais deixaríamos barato. Íamos processá-la até ela perder tudo e apodrecer na cadeia. Ele fez isso para proteger ela, é claro.

Leo, como irmão, sempre priorizava Alice.

Embora estivesse na faculdade, ele circulava na elite e ouvira inúmeras versões da "novela dramática" entre Bernardo e Isadora.

Antes ele não acreditava muito, mas ver a irmã ser ignorada no casamento enquanto era humilhada por Isadora confirmou tudo. Aquela mulher só era ousada porque tinha o apoio de Bernardo.

Seu rancor pelo cunhado não era menor que o seu ódio por Isadora.

Alice disse com amargura: — Então foi por ela. Faz sentido, ela é sempre a prioridade no seu coração.

Bernardo escureceu o olhar, mas desdenhou de explicar sua relação com Isadora.

Leo interrompeu: — Mana, estou com fome. Vamos comer.

— Ele está sangrando.

— Ele vive no mundo dos negócios e da política, já deve ter passado por coisa pior. Um pouco de sangue não mata.

O olhar afiado de Bernardo congelou sobre Leo. Leo estremeceu, mas manteve a postura e puxou Alice, recusando-se a deixá-la levar Bernardo ao hospital.

Quem maltratava sua irmã merecia o pior!

Ele torcia para que Bernardo perdesse sangue até desmaiar; afinal, quem o feriu foi a própria amante, nada a ver com a Alice!

Zeca chegou após resolver suas pendências e ouviu o comentário impiedoso de Leo. Não pôde evitar sentir pena do patrão.

Esse cunhado... dá para trocar por outro?

Alice deu um passo à frente.

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia