localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 29

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 29

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Capítulo 29: Bernardo, você nunca viu uma mulher na vida? Que falta de vergonha, me espiando!

Após ter sido beijada por aquele canalha do Bernardo, Alice percebeu que sua sorte havia virado do avesso.

Foi tomar banho e quase escorregou.

O pior é que esqueceu de levar o pijama e teve que sair do banheiro apenas enrolada em uma toalha.

Ela chamou baixinho: — Bernardo?

Ninguém respondeu.

Ele não devia ter voltado para o quarto ainda.

O Patriarca realmente passou dos limites ao mandar Luana — aquela garota que fingia silêncio mas exalava fofoca — como supervisora. Alice agora era obrigada a dividir o quarto com Bernardo. Para evitar constrangimentos, ela tentava sempre ir dormir o mais tarde possível.

Alice saiu enrolada na toalha, abriu a cortina do closet e pegou um pijama branco bem conservador.

A toalha caiu.

Revelando suas costas alvas e impecáveis.

As escápulas delicadas pareciam asas prontas para levantar voo.

Sua cintura fina era de uma delicadeza impressionante.

Mais abaixo, as curvas desenhadas com perfeição.

Um par de pernas longas, brancas e retas que humilhariam qualquer modelo profissional.

Essa cena sensual e arrebatadora foi totalmente capturada pelos olhos de Bernardo.

Ele estava na varanda fumando um charuto.

Saboreando a lembrança daquele beijo inesperado.

Com um sorriso no canto dos lábios que nem ele mesmo havia notado, ouviu Alice chamar seu nome.

Ele esperou alguns segundos, mas não ouviu mais nada.

Dono de uma audição apurada, ele ouviu o som dos passos e, por curiosidade, resolveu dar uma olhada.

E foi assim que ele teve uma visão panorâmica das costas de certa mulher.

Muito bem.

Antigamente, logo após o casamento, para tentar fazer com que fossem um casal de verdade, ela chegara a usar camisolas de renda tão sensuais que eram quase transparentes.

Naquela época, quando ele via sem querer, sentia apenas desconforto e tédio.

Mas agora...

Uma labareda inexplicável subiu de um lugar inconfessável direto para sua cabeça.

A fera que estava enjaulada em seu corpo há muito tempo começou a golpear as grades freneticamente, querendo romper as correntes para devorar a presa que havia escolhido.

Talvez por sentir o olhar ardente sobre si, Alice percebeu que algo estava errado. Ainda segurando o pijama, ela se virou e acabou expondo também toda a vista frontal.

— Pervertido!

Alice arremessou o pijama direto na cabeça do homem.

Rápida como um raio, ela fechou a cortina para se esconder e vestiu um vestido qualquer às pressas.

— Bernardo Fontes, você nunca viu uma mulher na vida? Que falta de vergonha, me espiando desse jeito!

Após se vestir, Alice abriu a cortina para sair, mas pisou na toalha caída no chão e escorregou, caindo direto nos braços de Bernardo.

Ele a envolveu com seu braço forte.

Uma voz baixa, rouca e carregada de uma malícia contida perfurou os ouvidos de Alice:

— Foi você quem se jogou nos meus braços, Alice Guimarães.

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— Foi um acidente! Você estava me espiando, o que é muito pior!

— Espiando? — Ele apertou levemente a carne macia da cintura dela e disse com segundas intenções: — Este é o meu quarto, você é minha esposa. Eu olhar para você sem roupa, à luz do dia, conta como espionagem desde quando?

Alice: — ...

Esse canalha.

Como ele podia ser tão direto e descarado?

Que cara de pau!

Alice o empurrou, com os olhos vermelhos de indignação: — Você ficou quieto de propósito só para me espiar e depois me dar um susto. Bernardo, como você consegue ser tão infantil?

Bernardo olhou para a palma da mão agora vazia.

No canto dos lábios, surgiu um sorriso de arrogância e conquista.

— Tudo bem, se você quer chamar de espionagem, que seja. Mas... da próxima vez que me chamar, eu devo aparecer ou fingir que sou surdo?

Alice lembrou que realmente o chamara antes de sair do banheiro.

— Eu chamei para saber se você estava aqui, para evitar justamente o mico de sair para buscar roupa. Você não respondeu por querer!

— Não foi por querer.

Mas ele realmente ficou em silêncio de propósito.

Para apreciar a vista dela sem roupas.

Foi bem interessante.

Mesmo agora, vestida, o jeito vibrante dela quando estava brava tinha um charme especial.

Bernardo finalmente percebeu algo: antes, ele via Alice apenas como sua esposa legal e decidira que viveriam em respeito mútuo (e distância) para sempre. Mas agora, vendo-a explosiva, fria, esperta e astuta, ele mudou de ideia.

Ele queria explorar tudo sobre essa mulher.

Incluindo esse ódio repentino que ela sentia por ele.

...

Alice não conseguiu pregar o olho a noite inteira.

Além do beijo acidental, ainda foi vista nua por aquele canalha.

Se não fosse pelo seu esforço em manter a estabilidade emocional, ela já teria pegado uma faca para acertar as contas.

Ela deu uma olhadinha para o homem na cama.

Ele dormia como um cadáver; mãos e pés posicionados exatamente conforme as regras, imóvel.

Poderia passar a noite inteira naquela posição.

Tão certinho que nem parecia o "Tubarão das Finanças" astuto e mutável que todos conheciam no mundo dos negócios.

Só Deus sabia quanta malícia aquele canalha escondia no peito.

O comportamento anormal dele hoje a deixou com um pressentimento ruim.

Era como se...

Ela tivesse se tornado a presa suculenta de uma fera de uma floresta virgem.

Bernardo sabia que Alice o observava, e que o fez por muito tempo.

Ele a ouvia suspirar de vez em quando.

Ele também não dormiu.

Ao amanhecer, Alice não aguentou o peso das pálpebras e finalmente adormeceu.

Bernardo levantou-se silenciosamente e foi até o sofá.

Ele se inclinou, observando a mulher adormecida.

Era a primeira vez que ele a observava de tão perto.

Ela era linda.

Reconhecida como a beleza número um da elite de São Paulo.

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Ele tinha que admitir: a beleza de Alice era suficiente para ela ser o "enfeite" perfeito de qualquer família poderosa.

Ela mudou muito ultimamente. No Grupo Guimarães, seus métodos de gestão eram experientes.

Até o jeito de lidar com as pessoas lembrava o estilo dele.

Ele chegara a suspeitar que Alice o observava e estudava secretamente; o estilo dela na empresa tinha uma lógica muito própria.

Ela ainda insistia na competição de perfumes; mesmo sabendo que a rival era discípula de Lin Hua, ela transbordava confiança.

Havia segredos demais nela que ele desconhecia.

— Há quanto tempo você está me encarando?

A mulher adormecida abriu os olhos subitamente, olhando para ele com total desconfiança.

Aquela boca não tinha mais nada da doçura e submissão de antes.

Agora, cada vez que ela falava, era com uma rispidez capaz de lhe causar um aperto no peito.

— Eu queria saber se você foi possuída por um espírito — Bernardo disse friamente, virando-se para ir ao banheiro.

Alice sentiu uma pontada no peito.

Possuída?

Basicamente.

Ela morreu tragicamente na vida passada e voltou como um espírito vingativo; claro que estava possuída.

Alice pegou seus pertences e foi se lavar no quarto de hóspedes.

Se não fosse pela pressão do Patriarca e pelos recursos que o Grupo Guimarães precisava, ela jamais aceitaria dividir o mesmo espaço com aquele canalha.

Hora do café da manhã.

Luana, como de costume, preparou tudo e levou os outros empregados para fazer exercícios matinais, deixando o espaço a sós para o casal.

Alice fingiu não ver o celular que Luana "deixou cair" estrategicamente num canto da sala de jantar e comeu seu café normalmente.

Quando Bernardo desceu, Alice já estava na metade da refeição.

Ele tomou um gole do mingau e disse subitamente: — O que você fazia tinha um gosto melhor.

Alice ergueu as sobrancelhas e debochou: — Homens só dão valor quando perdem. Antigamente eu acordava de madrugada para preparar comida para você e você dizia que eu não tinha o que fazer, que devia aprender habilidades úteis. Agora acha que o meu tempero era melhor.

— Está tentando me manipular para eu voltar a ser sua empregada particular?

— Sinto muito, mas agora eu tenho cérebro. Não aceito manipulações emocionais.

Ela pegou um bolinho embalado para viagem, pegou sua bolsa e preparou-se para sair.

Bernardo fixou o olhar profundo na silhueta dela se afastando.

"Não aceita manipulações?", pensou ele.

Aquilo realmente o surpreendeu.

Mas a maior surpresa para Bernardo não foi a mudança de atitude de Alice, mas sim...

Ao chegar na empresa, ele viu Henrique (Yuri) segurando um bolinho nas mãos. Aquela embalagem familiar...

Um brilho gélido e aterrorizante explodiu em seus olhos.

Uma aura assassina emanou de seu corpo, alertando que ninguém deveria se aproximar.

— HEN... RI... QUE.

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