localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 10

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 10

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Capítulo 10: O Senhor Fontes é sempre tão masoquista assim?

O contra-ataque dela enfureceu Bernardo novamente.

Em um impulso inexplicável, ele a prensou.

Com o corpo espremido entre o homem e o sofá, e o nariz inundado pelos hormônios dele, Alice sentiu um instante de confusão.

Ela logo recobrou os sentidos e mordeu o ombro dele novamente.

Mas, desta vez, não importava quanta força ela usasse, o homem se recusava a soltá-la; sua mão deslizou desavergonhadamente para dentro da gola da blusa dela.

Bernardo jamais imaginou que um dia sairia de seu casulo de abstinência para se tornar alguém controlado pelos instintos de uma fera.

Ele não queria tocar em nenhuma mulher.

Exceto Alice.

Talvez as lembranças daquela noite fossem profundas demais, ou talvez a hostilidade dela o tivesse provocado, despertando o desejo de conquistá-la e subjugá-la da forma mais primitiva.

Em suma: ela era cheirosa, macia e o fazia perder o controle.

POW!

A garrafa de vinho sobre a mesa foi derrubada por Alice, estraçalhando-se no chão.

O ar foi tomado pelo aroma intenso da bebida.

Com os olhos marejados e o corpo tremendo de raiva, ela gritou:

— Bernardo Fontes, você é um sem-vergonha!

Por causa de Isadora Matos, ele usava esse método para enojá-la?

Só de pensar que ele já havia dormido com aquela piranha e que carregava as marcas dela em seu corpo, Alice sentia vontade de vomitar!

A porta foi aberta subitamente.

— Senhorita Alice, Senhor Fontes, aqui está o que eu e o Dr. Zhang redigimos...

Sofia, a "Dama de Ferro" do mundo jurídico, jamais esperaria abrir a porta e encontrar uma cena tão íntima e caótica:

Alice estava com dois botões da blusa estourados, com o rosto corado e a pele alva tingida por um rosa pecaminoso. Já o imponente Bernardo Fontes, sentado na mesa de centro, havia afrouxado a gravata de forma atípica, exalando uma masculinidade avassaladora que contrastava com sua habitual frieza.

Qualquer adulto saberia o que acabara de acontecer.

Sofia engoliu em seco e recuou imediatamente.

Alice gritou: — Espere, me dê o acordo de divórcio!

Quanto mais tempo passasse, pior seria.

Ela queria assinar agora e cortar laços definitivamente com esse canalha imprevisível.

Alice cobriu o decote com as mãos, levantou-se e pegou o documento das mãos de Sofia.

Ao ver a situação, Sofia tirou o próprio blazer e o colocou sobre os ombros de Alice.

Profissionalmente, Alice era sua cliente; pessoalmente, ela admirava a competência e a atitude da herdeira.

O olhar de Bernardo escureceu: ela estava tão desesperada assim para se divorciar?

— Estarei lá fora. Se precisar de algo, me chame — disse Sofia antes de sair.

Novamente, restaram apenas os dois.

Alice jogou o acordo na frente dele: — Assine.

Bernardo pegou o papel e passou os olhos rapidamente.

— Você não quer nada?

Os ativos sob o nome dele equivaliam ao acúmulo de gerações de uma família inteira. Ela realmente não queria nada?

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— Eu não sou uma mendiga. Primeiro, não imploro pelo seu afeto; segundo, não cobiço sua fortuna. Você assina logo e eu caio fora logo — Alice rebateu com agressividade.

Bernardo cerrou os punhos inconscientemente.

— O motivo.

— O quê?

— Me dê um motivo para o divórcio, caso contrário, não assino.

Bernardo Fontes não era o tipo de homem com quem se casava ou de quem se divorciava por capricho.

Quem essa mulher pensava que era para exigir sua assinatura? Achava que ele era um cachorro adestrado?

— Eu me cansei. E quero dar lugar para a sua amante.

Bernardo a encarou com um olhar opressor: — Está competindo com a Isadora?

— Ela não tem esse nível.

— ... Por que se cansou?

Ele se aproximou de Alice. O hálito quente fez o coração dela disparar.

— Alice, é por causa daquela noite que você quer fugir de mim? Não se esqueça de que foi VOCÊ quem implorou por esse casamento, não fui eu quem quis casar com você.

Embora já soubesse que ele não casara por vontade própria, Alice sentiu uma pontada de dor no peito.

— Exatamente. Eu caí na real e não quero mais me humilhar por você. Por favor, seja um cavalheiro e assine.

Bernardo respirou fundo.

Percebeu que não conseguia vencer essa mulher no argumento.

Alice riu com sarcasmo: — Não me diga que ficou apegado a mim? O Senhor Fontes é sempre tão masoquista assim?

— Você...—!

Mesmo sabendo que era uma provocação, Bernardo pegou a caneta, pronto para assinar.

Ela que se arrependesse depois!

— Alice, uma vez que eu assine, não haverá uma segunda chance para essa união.

Alice manteve os lábios cerrados. Segunda chance?

A próxima vez seria "matar ou morrer". União? Ele devia estar sonhando acordado.

Nesse momento, batidas urgentes na porta interromperam o movimento de Bernardo.

Eduardo entrou sem cerimônia: — Senhor Fontes! O Patriarca está chamando pelo senhor! Ele está lá fora! E ele exige ver a Senhora Alice também!

A mão de Bernardo parou.

Alice olhou para o nome "Bernardo" incompleto no papel e praguejou baixinho.

Faltava tão pouco.

Bernardo lançou um olhar acusador para Alice: — Meu avô aparece do nada... quem deu a notícia a ele?

Será que essa mulher, no fundo, não queria o divórcio e usou esse "jogo de desdém" para atrair o avô e forçar a situação?

Alice nem se deu ao trabalho de responder ao seu narcisismo.

Ela ajeitou o blazer de Sofia e saiu primeiro.

Bernardo perguntou friamente: — Eduardo, quem contou sobre o divórcio para o meu avô?

Eduardo balançou a cabeça negativamente.

Bernardo interpretou o silêncio de Alice como uma confissão.

"Então ela realmente não quer o divórcio. Atuou tão bem apenas para testar meus limites. Ah, as mulheres!", pensou ele.

O Patriarca Fontes estava sentado no carro. Ao ver os dois, mandou o mordomo dar o recado.

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— Jovem mestre, senhora Alice, por favor, sigam o nosso carro.

Alice ficou em silêncio. Sentiu que precisava esclarecer as coisas com o avô de Bernardo, já que fora graças à influência dele que conseguira o casamento.

Bernardo abriu a porta do carro para subir.

Alice sentou-se naturalmente no banco de trás.

Bernardo: — ...

A mulher que antes, gentil e submissa, abria a porta para ele, agora agia como uma princesa arrogante?

Ele bufou e sentou-se no banco do passageiro.

— Mesmo que o meu avô saiba, não pense que vou mudar de ideia — disse Bernardo.

— O acordo está bem aqui. Por favor, termine de assinar o resto do seu nome — Alice entregou o documento a ele.

O homem ficou sem palavras, engasgado com a própria irritação.

Alice revirou os olhos: "Canalha! Falso!".

Ao chegarem à mansão em estilo jardim do Patriarca, Alice e Bernardo sentaram-se respeitosamente diante dele.

O velho, vestindo um traje tradicional, exalava autoridade. Ele olhou para os jovens: — Brigaram?

— É normal casais brigarem, mas tentar se divorciar escondido dos mais velhos é uma estupidez de vocês dois.

— As famílias Fontes e Guimarães são pilares desta cidade. O divórcio de vocês causaria o mesmo impacto que o casamento.

— O que pensam que estão fazendo, tentando se separar pelas costas? Onde fica o meu respeito? E o respeito pelos pais da Alice?

— Bernardo! Você não tem noção de como a Alice te tratou nestes seis meses? O que você fez para forçá-la a sair de casa sem nada?

As palavras do Patriarca inverteram completamente a realidade.

Bernardo olhou para Alice com uma mistura de inocência e fúria.

"Então foi você quem fez a denúncia!", pensou ele.

Alice também estava confusa. Por que o avô nem perguntou nada e já assumiu que Bernardo a estava expulsando?

Sair sem nada fora ideia dela, apenas para acelerar o processo e se livrar do canalha.

— Vovô, na verdade eu... — Alice começou a falar, mas foi interrompida.

— Alice, fique tranquila. Enquanto eu estiver vivo, não permitirei que ninguém te humilhe! Se alguém te forçar ao divórcio, eu mesmo retiro o direito de sucessão dele!

O Patriarca não aceitou explicações e os mandou para o quarto preparado para o casal. Ele ainda fez questão de tomar seu remédio de pressão na frente deles, como chantagem emocional.

Agora, Alice não tinha como escapar.

Assim que entraram no quarto, Bernardo agarrou o pulso de Alice com força.

Seu tom de voz era gélido e vibrante: — Alice Guimarães, você é muito calculista. Usar o meu avô para me forçar a ceder... que golpe baixo.

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