localização atual: Novela Mágica Moderno Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha ​​​​​​​Capítulo 6

《Divórcio de Bilhões: O Arrependimento do Meu Ex Canalha》​​​​​​​Capítulo 6

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Capítulo 6: Ela realmente usou spray de pimenta nele?

Alice estava parada diante da janela do chão ao teto, estreitando seus belos olhos para observar a paisagem lá fora. Não muito longe dali ficava a propriedade mais luxuosa de São Paulo: a Mansão do Horizonte.

Na época, ela deu aquele apartamento de presente para Vitória porque queria ser vizinha de sua melhor amiga após o casamento. Desde os dezoito anos, Alice estava decidida a se casar com Bernardo Fontes e entrar em seu domínio privado, a Mansão do Horizonte.

Mas agora, ela se arrependia amargamente!

Aquele canalha não merecia seus anos de planejamento, muito menos seu amor infinito.

【Sou eu, Bernardo. Saia agora, precisamos conversar.】

Ele enviou outra mensagem.

Nesse momento, Alice já havia vestido um conjunto esportivo preto.

Vitória já tinha saído, então o apartamento estava vazio. Mas, para se encontrar com Bernardo — aquele homem de aparência fria e coração implacável —, ela precisava estar totalmente preparada.

Ela enfiou um frasco no bolso, pegou o celular e saiu.

Bernardo a esperava no Jardim das Estrelas, do lado de fora do condomínio.

Ele vestia uma camisa preta, com o brasão da família Fontes bordado no colarinho e nos punhos. Ele exalava nobreza, elegância e uma arrogância que parecia isolá-lo do resto do mundo.

Se fosse a Alice de antes, ela certamente ficaria hipnotizada por essa imagem; não importa o que ele dissesse, ela se curvaria, sempre submissa.

Mas agora, ao vê-lo, Alice sentia apenas vontade de vomitar.

— Como você sabia que eu estava aqui? — Alice questionou friamente.

Bernardo observou Alice vestida de preto. Sua pele era muito alva, e seu rosto tinha uma beleza vibrante e sofisticada. Aquele ar agressivo lhe dava uma vivacidade nova.

Ele tinha que admitir: a Alice de agora tinha muito mais personalidade e despertava mais sua curiosidade do que a antiga "Senhora Fontes" que lhe obedecia cegamente.

Sua rede de inteligência não existia à toa; encontrá-la era uma tarefa fácil.

— Você realmente quer o divórcio? — Bernardo colocou as mãos nos bolsos, com um gesto deliberadamente casual.

Alice soltou um riso de desprezo:

— Tentando me seduzir? Bernardo, se um cachorro estivesse dançando na minha frente agora, seria mais agradável de ver do que você.

As palavras dela atingiram em cheio a calma de Bernardo.

— Alice, levar certos joguinhos longe demais só causa repulsa.

Se ela realmente mudou de estratégia e estava tentando o "desdém" para atraí-lo, deveria saber que há um limite!

Alice não se importava com o que Bernardo pensava. Ela ergueu o queixo, assumindo a postura da herdeira número um da elite, e disse palavra por palavra:

— Bernardo Fontes, eu quero o divórcio! Estou falando sério! Por favor, assine os papéis amanhã e não teremos mais nada a ver um com o outro!

Bernardo viera para testá-la e, se possível, levá-la de volta para a Mansão do Horizonte. Mas ela foi direta ao ponto: divórcio.

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— O que você quer?

— O quê? — Alice ficou confusa.

— Casada há apenas seis meses e já quer o divórcio... O que você pretende? Dividir as ações do Grupo Fontes ou os ativos sob meu nome pessoal? Ou será que, desde o início, isso tudo foi um plano da família Guimarães?

Alice riu de puro escárnio.

Na vida passada, ela se casou com esse canalha com o coração cheio de sinceridade, achando que poderia aquecer aquele coração de gelo, e acabou destruindo sua própria família.

Nesta vida, ela só queria ir embora, e ele tinha a cara de pau de achar que ela usou o casamento como pretexto para dar um golpe financeiro?

— Além do dote que meus pais me deram, eu não quero absolutamente nada que seja seu. Fique tranquilo: lixo deve ficar no lixo, e eu não tenho o costume de catar porcarias na rua.

— Bernardo, você não era o que mais odiava o fato de eu ter usado os interesses das nossas famílias para te forçar ao casamento? O que foi? Agora que vamos divorciar, ficou apegado?

— Não me diga que a sua querida amante não está te satisfazendo, ou que você não quer perder o apoio da família Guimarães com medo de perder seu posto de herdeiro dos Fontes.

Alice lembrava-se claramente de que o patriarca dos Fontes obrigou Bernardo a casar com ela pelos lucros gigantescos da união. Na época, para garantir sua sucessão, Bernardo teve que ceder.

Ela não queria se envolver nas lutas internas dos Fontes, mas Bernardo também não continuaria usando o status dela como herdeira dos Guimarães.

Alice olhou para o rosto atônito de Bernardo e sentiu tédio.

Ela se virou para sair; não tinha mais uma palavra para dizer a esse homem.

— Espere!

Bernardo agarrou o braço dela.

Ela instintivamente tentou revidar.

Porém, ele estava em guarda; ele imobilizou as mãos dela e a prensou contra o tronco enorme de um salgueiro atrás dela.

O céu noturno era como um mar profundo e uma brisa suave soprava, mas a aura assassina de Alice rompeu a serenidade do momento.

— Bernardo, o que você pensa que está fazendo?

Bernardo só queria que ela o ouvisse com calma, mas ela não colaborava; mesmo com as mãos presas, ela tentava atingir as pernas dele. Essa mulher era como uma rosa cheia de espinhos.

Ele foi obrigado a usar as próprias pernas para imobilizá-la, fazendo um aviso sombrio:

— Se você se mexer mais uma vez, não me culpe se eu te tomar aqui mesmo.

— Você...

— A menos que seja isso o que você quer — o homem disse com a voz rouca, carregada de um desejo intenso.

Seria impossível fazer Alice recuar. Ela debochou:

— Praticar atos obscenos em público? Bernardo, qual a diferença entre você e um animal que ainda não evoluiu?

— Na verdade, até os animais têm senso de pudor. Você deve ter se escondido quando a humanidade estava evoluindo.

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Antigamente, se ela chegasse um pouco perto dele, ele se afastava com nojo. Agora, ele a perseguia e ainda ameaçava "tomá-la"... Alice realmente não entendia mais esse homem.

Bernardo perdeu a razão de tanta raiva. Aquela mulher não só mudou o tratamento para com ele, como desafiava seus limites a cada frase, chamando-o de sem pudor e pior que um animal.

Aquilo era demais.

Olhando para os lábios vermelhos dela se movendo, a última corda de sua sanidade se rompeu. No segundo seguinte, ele seguiu seus instintos e a beijou.

Mesmo naquela noite em que foi drogado, ele manteve o resto de razão e não a beijou profundamente. Ele não costumava tocar em mulheres. Mas agora, ele sentiu uma doçura inesperada vindo dos lábios dela.

Após um instante de hesitação, ele aprofundou o beijo.

A mente de Alice explodiu.

Ela amou Bernardo por tantos anos, mas ele nunca a beijou por vontade própria; até segurar a mão dela era um sonho distante. Mesmo quando ultrapassaram a última barreira na vida passada, para ele foi apenas uma descarga fisiológica; nunca houve um "beijo".

Por um momento, ela quase caiu na armadilha da falsa ternura daquele canalha.

Mas ela mordeu a língua do homem com toda a sua força. Sem esconder seu ódio e repulsa, ela o fez sangrar e o empurrou violentamente.

— Bernardo, você é um sem-vergonha! — Ela o encarou com frieza, e o gelo em seu olhar extinguiu instantaneamente a onda de calor no corpo de Bernardo.

Ao recobrar os sentidos, Bernardo percebeu que sua mão já havia deslizado por baixo da blusa dela. Ele se amaldiçoou internamente por ter perdido o controle de forma tão absurda, apenas por causa de um pequeno ato de rebeldia de Alice.

E odiou ainda mais o fato de sentir um desejo inconfessável pelo corpo dela.

Ele soltou as mãos de Alice com tanta força que as costas dela bateram com violência contra a árvore. Alice franziu a testa de dor.

— Se houver uma próxima vez, eu farei com que você nunca mais possa ser um homem!

Ela acalmou o próprio coração e segurou o objeto no bolso, pronta para sair.

Bernardo ainda não tinha terminado de falar e não a deixaria ir. Ele bloqueou o caminho dela novamente, mas desta vez, com a velocidade de um relâmpago, Alice apontou o frasco para ele e disparou sucessivamente.

— Ah! Alice Guimarães...!!!

Alice correu como se estivesse em uma prova de cem metros rasos!

Bernardo, rangendo os dentes de dor e irritação, gritou:

— Essa mulher...!

Ela realmente usou spray de pimenta nele! O que ela pensava que ele era? Um vagabundo de esquina?!

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