localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato Capítulo 58: Epílogo — Terceiro Aniversário

《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 58: Epílogo — Terceiro Aniversário

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Era mais um dia 9 de setembro.

Alice Guimarães saiu cedo do trabalho e, assim que chegou em casa, correu para a cozinha.

Abriu um vídeo tutorial no celular e começou a seguir os passos cuidadosamente para preparar o jantar.

Em pouco tempo, a cozinha, antes impecável e organizada, tornou-se uma bagunça completa nas mãos dela.

Gordura espirrava no fogão e a panela estalava.

Alice segurava a tampa da panela como um escudo à sua frente, enquanto a outra mão se esticava cautelosamente, tentando virar o bife.

Justamente nesse momento, o celular tocou.

Ela pegou o aparelho e o prendeu entre o ombro e a orelha. — Alô?

— Esposa — a voz terna de Gabriel Cavalcante veio do outro lado. — Já posso ir para casa?

De repente, a panela deu um estalo alto e uma gota de óleo quente saltou, atingindo exatamente o dorso da mão dela.

Alice inspirou profundamente, soltando um gemido baixo de dor.

— O que houve? — O tom de Gabriel ficou tenso imediatamente.

— Nada... o óleo espirrou na minha mão por acidente.

— Desligue o fogo agora e coloque a mão sob água fria por pelo menos cinco minutos — ordenou ele, já caminhando a passos largos para fora do escritório. — Há uma maleta de primeiros socorros no armário de baixo, tem pomada para queimadura. Estou chegando.

Quando ele entrou em casa, Alice estava na cozinha, com uma expressão desolada, olhando para a bagunça de ingredientes e utensílios sobre a bancada.

Gabriel aproximou-se e pegou a mão dela para examinar. — Ainda dói?

Alice balançou a cabeça. — Coloquei na água fria e passei a pomada, já está bem melhor.

Ela baixou os olhos, desanimada: — Eu queria preparar um jantar à luz de velas para te fazer uma surpresa, mas parece que virou um susto...

— Não tem problema, só a sua intenção já me deixa feliz — Gabriel acariciou a cabeça dela. — Vá descansar, deixe o resto comigo. Vai ficar pronto logo.

— Tá... — Alice deu dois passos, mas não resistiu e olhou para trás: — Quer que eu te ajude como assistente?

— Bebê, você tem certeza de que vai ajudar... — Gabriel arqueou a sobrancelha — ...ou vai atrapalhar?

Alice corou e retirou-se obedientemente da cozinha.

Gabriel colocou o avental, dobrou as mangas e começou a cozinhar de forma metódica.

Em pouco tempo, a mesa estava farta: vieiras seladas ao molho de manteiga e limão, sopa de cogumelos com trufas, bifes de Wagyu japonês no ponto perfeito e duas taças de vinho Romanée-Conti já aeradas.

Alice trouxe um buquê de rosas vermelhas frescas para o centro da mesa, apagou as luzes principais e acendeu velas aromáticas de íris branca em um castiçal de cristal em forma de coroa.

A sala de jantar tornou-se instantaneamente doce e romântica.

Quando Gabriel finalizava os detalhes, sentiu um aperto em sua cintura.

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Alice o abraçou por trás, encostando o rosto em suas costas: — Marido, obrigada pelo esforço.

Ele sorriu involuntariamente e deu tapinhas leves na mão dela. — Está quase pronto, vá esperar na mesa.

— Não quero, quero ficar com você.

Ela não o soltou, agindo como um grude. Para cada passo que ele dava, ela o seguia. O coração de Gabriel transbordou de calor.

— Pronto, vamos comer. — Ele a pegou no colo com um braço e levou a sobremesa com a outra mão. Sentou-a na cadeira e ela ergueu a taça: — Marido, feliz aniversário de três anos!

As taças tilintaram, refletindo o brilho das velas no vinho tinto.

Após o jantar, aninharam-se no sofá para ver um filme, mas a atenção logo se desviou da tela.

A mão de Gabriel pousou na cintura dela e a temperatura subiu. Alice entrelaçou seu dedo mindinho ao dele.

Ele a beijou com sede, explorando seus lábios e provocando gemidos suaves. Entre as sombras das velas, os batimentos cardíacos e a respiração se fundiram.

Gabriel a carregou em direção ao quarto principal, com as pernas dela envolvidas em sua cintura.

O curto trajeto levou quase dez minutos entre paradas e beijos. No banheiro, ele apertou as curvas dela: — Banho juntos?

Lembrando-se do segredo no closet, Alice o empurrou levemente: — Vá tomar banho no outro quarto.

— Por quê?

— Só vá logo! — Com o rosto fervendo, ela o expulsou e correu para o closet, pegando uma peça de roupa em uma gaveta escondida.

Gabriel esperou Alice terminar e, quando ela saiu, usava apenas um roupão de banho rosa, com os ombros úmidos.

Ele a sentou no sofá e secou seu cabelo com paciência.

De repente, Alice sentou-se a cavalo no colo dele e guiou as mãos dele para o cinto do roupão.

— Bebê, o que tem por baixo? — perguntou ele com o olhar profundo.

— Olhe e descubra — sussurrou ela.

Ele puxou o cinto e o roupão deslizou, revelando uma camisola de renda rosa transparente e provocante.

Gabriel engoliu em seco.

Alice mordeu o lábio e virou-se de costas para ele no colo dele.

Gabriel travou.

Atrás da camisola, havia uma surpresa maior: uma cauda branca e felpuda que balançava conforme seus movimentos.

— Bebê... — a voz de Gabriel estava rouca de desejo. — Esta noite, por trás... pode ser?

Alice recostou-se no peito dele, olhando-o com brilho nos olhos: — Pode ser...

O quarto estava escuro, iluminado apenas por uma luz suave.

Gabriel observava as costas alvas de Alice e a cauda felpuda com fascínio, marcando a pele dela com beijos ardentes como se demarcasse seu território.

Ao esticar a mão para o criado-mudo, percebeu que a gaveta estava vazia. Haviam usado a última caixa no fim de semana anterior.

Gabriel fechou os olhos, lutando contra o instinto: — Esposa, acabaram os preservativos. Vou sair para comprar, me espere.

Alice virou o rosto, a luz revelando sua face ruborizada. Ela mordeu o lábio e sussurrou: — Tudo bem se não tiver.

Gabriel paralisou, as veias do pescoço saltadas, o suor escorrendo. — Não é seguro...

— Eu quero um bebê — ela disse, com os olhos úmidos e cheios de expectativa. — Você não quer?

Como ele não quereria?

Gabriel sentiu cada músculo de seu corpo tensionar. — Tem certeza?

— Sim — ela se moveu, balançando a cauda felpuda em um convite silencioso. — Marido...

...

Após a tempestade de prazer que atingiu cada nervo, Alice sentia-se flutuar. Gabriel a abraçou, acariciando suas costas suadas e sussurrando palavras de conforto em seu ouvido.

Alice sentia-se segura e aquecida, como se estivesse em uma terma.

Ela encostou o rosto no peito dele, ouvindo as batidas do coração de Gabriel se acalmarem aos poucos.

Fechou os olhos, pousando a mão sobre o ventre, com um sorriso doce no rosto, começando a ansiar por uma possível surpresa.

FIM

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