localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato Capítulo 57: O Grande Casamento (Parte Final)

《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 57: O Grande Casamento (Parte Final)

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Três batidas firmes soaram na porta, seguidas pela voz terna de Gabriel: — Nini, eu vim te buscar.

Pequena Ci e Clara se entreolharam, encostadas na porta, ouvindo Lucas Zhou, que bloqueava a entrada, testar Gabriel com perguntas.

— O que a Nini gosta de comer?

Gabriel respondeu sem hesitar: — Pato com oito tesouros, enguia refogada e o meu mingau de camarão.

— Qual o sabor de bebida favorito dela?

— Limão.

— Cores favoritas?

— Amarelo e rosa.

— Estilista favorito?

— Coco Chanel.

Ele respondia a tudo com fluidez. Lucas, sem mais cartas na manga, afastou-se: — Você é bom, eu admito!

O segundo obstáculo era Clara. Ela limpou a garganta e perguntou em voz alta: — Qual o número do sapato da Nini? 37 ou 38?

— Nenhum dos dois, é 36.

— No primeiro encontro de vocês, que roupa ela estava usando?

— Um vestido branco.

— Qual o ator favorito dela?

Houve um momento de silêncio do lado de fora. Alice sussurrou: — Ele não deve saber, eu nunca contei.

Clara comemorou: — Hora de pedir envelopes vermelhos (dinheiro)!

Mas, no segundo seguinte, a voz convicta de Gabriel soou: — Xu Shu.

Alice arregalou os olhos. — Como ele sabe?

Pequena Ci riu: — Clara, inventa algo mais difícil.

Clara pensou por um instante e sorriu astuta: — Hoje é o dia número quanto que vocês estão juntos?

— Dia 296.

Clara olhou para Alice, que assentiu sorrindo. Ela jogou as mãos para o alto: — Ele é bom demais, eu me rendo! Ci, sua vez.

Pequena Ci pensou rápido e riu: — Em 30 segundos, cante 3 frases de músicas românticas diferentes que contenham a palavra "amor".

Ao ouvirem isso, todos riram ao imaginar o rígido e frio Gabriel Cavalcante cantando em público.

Dessa vez, ele realmente travou. Ele conhecia pouquíssimas músicas.

Olhou para Artur pedindo socorro.

Artur segurou o riso e começou: — Você me ama, eu te amo... — e cantarolou um jingle chiclete.

Gabriel ficou atônito. Artur o apressou: — Eu canto e você repete, rápido!

Gabriel fechou os olhos e, em um ato de puro desespero, começou a cantar junto.

As madrinhas e padrinhos quase morreram de rir.

Gabriel Cavalcante, o grande CEO, cantando músicas infantis e bregas para conseguir entrar no quarto.

A porta finalmente foi aberta.

Os padrinhos entraram primeiro, distribuindo envelopes vermelhos e abrindo caminho para o noivo.

Gabriel entrou com passos largos, impecável em seu terno azul-marinho, exalando confiança.

Ele carregava um buquê de rosas vermelhas equatorianas, intensas e suaves.

Com apenas um olhar, ele encontrou Alice.

Ela estava sentada sobre a colcha vermelha nupcial, coberta por um véu branco e usando uma coroa de rubis.

A pedra da coroa combinava perfeitamente com o broche de Gabriel; era um presente de Augusto feito sob medida.

Ela usava um vestido de noiva de renda pesada ombro a ombro, adornado com pérolas e diamantes que realçavam sua cintura fina. Estava deslumbrante, uma fada que descera à terra.

— Nini, eu cheguei. — Gabriel ajoelhou-se diante dela, calçou seus sapatos de noiva e, em seguida, a pegou no colo, levando-a para fora.

O dia estava radiante, com uma brisa suave. Um dia perfeito para casar.

Na propriedade privada dos Cavalcante, os Rolls-Royce entravam em fila.

Da entrada até o salão principal, o caminho estava repleto de rosas vermelhas.

As paredes exibiam as fotos do ensaio na Nova Zelândia — trocando olhares profundos na praia, beijos suaves diante do castelo e admirando o pôr do sol no topo da montanha.

Dentro do salão, mil convidados aguardavam.

Subitamente, as luzes se apagaram e os primeiros acordes de

"A Thousand Years"

ecoaram na escuridão.

As grandes portas esculpidas abriram-se lentamente, e Alice surgiu banhada pela luz solar. Ela olhou para frente e viu Gabriel no fim do tapete vermelho.

Eles sorriram um para o outro.

Ela caminhou pelo tapete de braço dado com Augusto Guimarães, segurando seu buquê e sorrindo entre lágrimas.

Os lustres de cristal acendiam-se conforme ela passava, iluminando seu caminho.

Ao mesmo tempo, Gabriel caminhava ao encontro dela com passos firmes.

Ao longo daquela estrada iluminada e florida, eles caminharam um em direção ao outro com determinação, devoção e ardor.

Nos anos que viriam, eles caminhariam de mãos dadas por todos os amanhãs brilhantes, até que a morte os separasse.

— (Fim da História Principal) —

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