《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 54: Quer tocar?

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De volta à Mansão Aurora, Gabriel não perdeu tempo e arrastou Alice Guimarães pelo braço em direção ao quarto para que ela tirasse suas medidas, como se temesse que, após uma noite de sono, ela fosse mudar de ideia no dia seguinte.

— Lembro que você tirou as medidas quando mandou fazer aquele terno na Hermès — comentou Alice. — Aqueles dados ainda não servem?

Gabriel não parou de andar, entrando direto no closet: — Emagreci um pouco enquanto me recuperava dos ferimentos, os dados antigos não estão precisos.

Alice sentiu uma pontada de pena, e seus olhos ficaram levemente marejados. Gabriel sentiu uma satisfação estranha no fundo do coração.

Era exatamente assim que ele queria: os olhos dela focados nele, o coração nela, as emoções movidas por ele e lágrimas derramadas por sua causa.

— Vou buscar a fita métrica.

Quando Alice voltou, Gabriel estava tirando a roupa sem pressa, com movimentos elegantes e preguiçosos.

Primeiro, retirou as abotoaduras — as mesmas que ela lhe dera de presente e que ele usava quase todos os dias.

Alice sentiu o coração amolecer.

Em seguida, ele puxou a gravata, revelando o pomo de Adão movendo-se sob a pele alva na luz quente do closet. Sensual demais para desviar o olhar.

Gabriel já desabotoava a camisa, revelando os músculos peitorais e abdominais definidos, exalando o charme de um homem maduro.

Alice ficou hipnotizada. Gabriel percebeu a reação dela e soltou uma risada baixa: — Quer tocar?

— Uhum — Alice respondeu atordoada, e antes que pudesse processar, sua mão foi guiada por ele até o peito firme. Ela sentiu as batidas fortes do coração dele, fazendo o seu próprio disparar.

Gabriel deslizou a mão dela para baixo, passando pela cicatriz que ele ganhou para salvá-la.

Alice ajoelhou-se e depositou um beijo suave e quente sobre a marca, demonstrando todo seu cuidado e carinho.

Daquele ângulo, a visão de Gabriel era de uma Alice pura e, ao mesmo tempo, provocante. O desejo explodiu e os músculos dele se tencionaram. Alice sentiu o clima mudar e tentou recuar: — Vou sair para você se acalmar...

Mas foi puxada para o colo dele no sofá do closet. — Esposa, estou aqui, para onde você vai?

...

Embora Gabriel sempre perguntasse educadamente se podia, sua "educação" parava na voz; em ação, ele era dominante.

Alice sentiu sua pele queimar sob o toque e os suspiros quentes dele.

— Esposa, me chama de marido?

Alice escondeu o rosto, com a voz doce: — Não consigo, me deixa ir...

Gabriel suspirou com falsa mágoa: — E como você vai me compensar?

Alice, sentindo-se culpada e caindo em sua armadilha, perguntou inocentemente: — Que tipo de compensação você quer?

Mais tarde, no banho, Alice olhava para as marcas em sua pele e suspirava.

Sempre que achava que já conhecia tudo sobre o assunto, Gabriel inventava algo novo para desafiar seus limites.

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O casal se empolgou tanto na noite anterior que esqueceram completamente a fita métrica no chão.

Alice só a pegou na manhã seguinte, com um aviso sério: — Controle-se agora, não pare pela metade de novo.

— É difícil — Gabriel brincou. — Você sabe que fico animado de manhã.

Alice tirou as medidas de ombro, busto e costas. Ao chegar na cintura, hesitou ao tocar a cicatriz novamente.

Gabriel pensou em fazer uma cirurgia plástica para remover a marca e não deixá-la triste, mas depois pensou que a cicatriz era um bom motivo para ela ter pena dele. Decidiu remover; não queria vê-la sofrer.

As medidas terminaram e Alice assentiu satisfeita.

— Faltou um detalhe — disse Gabriel. — Você não perguntou se costumo guardar as coisas para a esquerda ou para a direita.

Alice fechou o caderno, com as orelhas vermelhas: — Eu já sei... para a direita.

— Ah? — Gabriel sorriu malicioso. — E como o bebê sabe? Andou espiando?

Alice bateu o caderno no peito dele e fugiu, mas foi capturada por um beijo profundo que a fez esquecer até de Marcos Zhou ou de Tiago.

— Bebê, reserve o próximo fim de semana para mim — pediu Gabriel no final do beijo.

— Vai comemorar meu aniversário? — Alice sorriu.

— Sim. — Além do aniversário, ele planejava o pedido de casamento perfeito.

No dia 18, Gabriel buscou Alice na sede da Changyao e a levou direto para o aeroporto.

— Vamos viajar? — perguntou ela ao subir no jato particular Gulfstream.

Ela sentou no colo dele: — Meu avô tem um Bombardier. O seu tem mais luz natural, mas prefiro o estilo clássico do dele.

— Quer que eu te dê um Bombardier? — Gabriel sorriu. — Você vai precisar para o trabalho.

— Quero!

— E como vai me agradecer? — Gabriel segurou a cintura dela. — Podemos fazer aqui?

Alice corou: — Mas ainda está sol lá fora.

Gabriel desamarrou a gravata e a usou para vendar os olhos dela. — Agora escureceu.

Antes que ela protestasse, ele a levou para a suíte privativa do avião.

A 10 mil metros de altitude, os sentidos de Alice foram aguçados pela escuridão.

O som dos cintos se abrindo, o toque firme da pele dele... ela estava entregue.

De repente, o avião passou por uma turbulência, fazendo-a tremer e chorar baixinho sob a venda:

— Gabriel, não consigo te ver. Estou com medo. Quero te olhar... quero te abraçar.

Gabriel sentiu o coração derreter. Des amarrou a venda, beijou as lágrimas dela e a colocou sobre si.

— Não tenha medo, bebê. O marido está aqui.

Eles se olharam profundamente enquanto o tempo parecia parar acima das nuvens.

 

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