localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato Capítulo 52: Ele quer pedi-la em casamento

《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 52: Ele quer pedi-la em casamento

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Gabriel, preocupado que Alice Guimarães pudesse se perder novamente em pensamentos negativos, fez questão de avisar Helena ao chegar em casa: — Mãe, não deixe mais aquele monge entrar aqui.

— Tenha mais respeito — Helena o corrigiu, insatisfeita. — Deve chamá-lo de Mestre Zhang.

Gabriel apenas bufou. Ele nunca acreditara nessas coisas, mas Helena sim. No passado, ele tentara argumentar, mas sempre acabava levando uma bronca.

Com o tempo, parou de se importar; contanto que não atrapalhassem sua família, os videntes podiam ir e vir.

Mas agora era diferente: se aquelas palavras magoavam Alice, ele tinha uma objeção.

Helena percebeu a motivação: — É por causa da Nini?

— Sim. O que a tia disse a feriu. Ela tem medo de ser realmente...

Helena bateu na própria testa, frustrada: — Ai, meu Deus! Você explicou direito para ela? Eu não tenho o menor preconceito contra ela, nenhum!

— Expliquei.

Helena suspirou aliviada e comentou que, apesar de tudo, o Mestre Zhang era realmente sábio: — Quando você se recusava a casar, ele previu que seu destino de união chegaria tarde, aos vinte e oito anos. E quando vocês voltaram do encontro às cegas, ele disse que eram uma combinação feita em vidas passadas, destinados a envelhecer juntos.

Gabriel arqueou a sobrancelha: — Ele disse isso mesmo?

— Claro! Por que eu mentiria?

— Mãe... peça para o Mestre vir aqui mais uma vez.

— Para quê? — Helena desconfiou. — Você não acabou de dizer que não o queria aqui?

Gabriel coçou o nariz, sem jeito: — Peça para ele calcular uma data auspiciosa. Quero fazer o casamento.

Helena animou-se instantaneamente, planejando festas grandiosas, estilos chinês e ocidental. Gabriel teve que contê-la: — Mãe, espere. Ainda não vá falar com ela.

O que Gabriel não disse em voz alta é que ele queria, primeiro, pedir Alice em casamento. Sim, um pedido formal.

Embora já fossem legalmente casados, ele queria perguntar do fundo do coração se ela desejava estar com ele, não por pressão externa, mas por vontade própria.

Ele queria compensá-la com tudo o que um casal comum teria: um pedido solene e uma cerimônia inesquecível.

No dia seguinte, ele consultou Felipe sobre como fora o pedido dele nas Maldivas.

Aprendeu que, para as mulheres, estar bonita no momento da surpresa era fundamental para as fotos e as lembranças.

Gabriel começou a pesquisar obsessivamente em segredo, acumulando centenas de documentos sobre anéis, locais e discursos.

 

Alice não suspeitava de nada. Estava imersa em seu projeto de formatura.

Ao encontrar um problema na costura de um tecido especial, recorreu a Jan.

Jan, embora ainda se sentisse estranho por ter sua estagiária como "patroa", agiu com profissionalismo e a ajudou a resolver o problema técnico.

Enquanto isso, a mansão dos Guimarães precisou de uma reforma geral devido a um vazamento.

Alice ordenou que suas roupas, joias e cadernos pessoais fossem enviados para a Mansão Aurora.

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À noite, ela e Dona Maria organizaram as caixas, deixando por último os itens mais íntimos.

Alice sentou-se no tapete para organizar seus antigos cadernos de desenho. Ao pegar o último, notou as bordas amassadas.

Será que molhou?

, pensou ela.

Antes que pudesse analisar, Lucas Zhou ligou por vídeo, reclamando de sua "vida no campo" cuidando de porcos e galinhas por castigo do pai.

Alice ria das desventuras do amigo, sem perceber que a porta do quarto se abrira.

Gabriel entrou e paralisou ao ver o caderno de desenhos — aquele cheio de ilustrações de Marcos Zhou — aberto no tapete. A insegurança o atingiu em cheio:

Ela ainda não conseguiu esquecer o Marcos?

Mais tarde, no Miim Clube, Gabriel, Artur e Thales bebiam em silêncio absoluto, cada um mergulhado em suas próprias mágoas amorosas.

— Ela não me ama, ainda ama o meu irmão — resmungou Artur.

— Ela se recusa a tornar nossa relação pública — reclamou Thales.

— Ela ainda guarda o Marcos no coração — suspirou Gabriel.

O garçom, ao ouvir, pensou:

Até os bilionários sofrem por amor.

Ao chegar em casa, Gabriel, levemente embriagado, desabou sobre Alice.

— Você bebeu? — Alice franziu o cenho, irritada. — Você acabou de se recuperar da cirurgia!

Gabriel, em seu próprio mundo, apoiou a cabeça no ombro dela e murmurou com carinho: — Você não me ama...

Alice travou. — O quê?

Gabriel levantou o rosto, com os olhos vermelhos de mágoa: — Você não me ama nem um pouquinho...

Alice sentiu uma pontada de pena e diversão. — Mas foi você quem exigiu um casamento sem sentimentos, lembra?

— Eu me arrependi! — Gabriel a beijou. — Quero quebrar o contrato. Pode ser?

— E qual a multa por quebra de contrato? — Alice provocou.

— Eu — respondeu ele sem hesitar. — Tudo o que eu sou.

Alice sentiu o coração derreter. Ela segurou o rosto dele e perguntou baixinho: — Então, você me ama?

Gabriel fixou os olhos nos dela e disse, palavra por palavra:

— Amo.

— Eu amo.

— Eu amo você.

O coração de Alice floresceu. Gabriel, com a voz rouca, implorou: — Bebê, esqueça ele. Ame a mim, pode ser?

Alice ficou na ponta dos pés e selou seus lábios. Gabriel, surpreso, deixou-se guiar.

— Abra a boca... — ela sussurrou.

O beijo tornou-se ardente, as roupas foram sendo descartadas pelo caminho até a cama. No último instante, Alice hesitou: — Sua ferida... não pode...

— Já curou — Gabriel disse, puxando-a para si. — Se estiver preocupada, o bebê fica no controle hoje.

Alice mordeu o lábio e assentiu timidamente.

 

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