localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato Capítulo 38: Terceiro elemento é quem não é amado

《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 38: Terceiro elemento é quem não é amado

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O primeiro dia do Ano Novo não foi caótico apenas para a família Guimarães, mas também para os Zhou.

Lucas Zhou, diante de toda a família, saiu do armário!

O pai de Lucas, furioso, pegou um bastão para bater nele, sendo contido pela esposa. Ela olhou para o filho mais velho, em quem mais confiava: — Marcos, leve o Lucas para fora por um tempo. Quando eu acalmar seu pai, vocês voltam.

Mas Marcos Zhou parecia ter perdido a alma, encarando Lucas com um olhar indecifrável: — Lucas, você não gosta da Nini?

— Eu gosto dela — respondeu Lucas, esquivando-se de uma fruteira arremessada pelo pai.

— Estou falando de homem e mulher — Marcos corrigiu, a voz rouca. — Gostar como amor.

— Se eu a amasse desse jeito, por que estaria apanhando aqui? — Lucas debochou. — Irmão, eu não gosto de mulheres.

Marcos fechou os olhos. Ele errara. Errou feio!

Abriu os olhos bruscamente, pegou as chaves do carro e saiu sem olhar para trás, ignorando os gritos da mãe.

O motor do Maybach rugiu enquanto ele corria em direção à Mansão Guimarães.

Ele se sentia um estúpido por acreditar que Lucas e Alice se amavam e, por um "senso de responsabilidade fraterna", ter ignorado os sentimentos dela por ele no passado. Ele precisava saber se ainda dava tempo.

Alice Guimarães voltava da casa de um tio, um pouco tonta pelo vinho e com passos instáveis. Ao chegar no portão da mansão, ouviu uma freada brusca.

Marcos Zhou surgiu sob a luz dos faróis, ofegante e suado. — Nini.

— Irmão Marcos? Você voltou — Alice sorriu de leve.

— Sim, eu voltei — ele se aproximou. — Nini, eu cheguei tarde. Eu deveria ter dito isso antes... — Marcos a puxou para um abraço apertado. — Nini, eu também gosto de você.

Alice arregalou os olhos, a sobriedade voltando instantaneamente. Antes que pudesse reagir, dois faróis altos iluminaram a cena. Gabriel Cavalcante desceu do carro, envolto em uma aura gélida e mortal.

Alice empalideceu e empurrou Marcos. Marcos, porém, segurou a mão dela, ignorando a presença de Gabriel: — Nini, case-se comigo, pode ser? Eu vou...

— Eu já sou casada! — Alice o interrompeu.

Marcos travou. — O quê? Com quem?

— Comigo! — A voz de Gabriel soou como um trovão. Ele caminhou até Alice e a puxou pela cintura em um gesto dominante. — Sr. Zhou, eu sou Gabriel Cavalcante, o marido da Alice. Aconselho que nunca mais repita o que disse.

Os dois homens se encararam em um duelo de olhares.

— Sr. Cavalcante, podemos falar a sós? — Marcos perguntou, recuperando a compostura.

Gabriel olhou para Alice: — Entre. Agora.

Alice mordeu o lábio e obedeceu.

A sós, Marcos foi direto: — Não sei por que ela casou com você, mas eu não vou desistir.

Gabriel ironizou: — O Sr. Zhou pretende ser o amante?

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— Sr. Cavalcante, já ouviu uma frase? — Marcos sorriu com arrogância. — O terceiro elemento em uma relação é aquele que não é amado. A Alice gosta é de mim.

O coração de Gabriel trincou, mas ele manteve o rosto gélido: — Talvez tenha gostado. Mas agora o marido sou eu. Ela é a Sra. Cavalcante, e isso nunca vai mudar.

— Casamentos podem terminar, não podem? — Marcos provocou. — Ela escolheu você porque achou que eu não a queria. Agora ela sabe a verdade. Veremos quem ela escolhe no final.

 

Fogos de artifício iluminavam o céu, mas o clima no portão era de execução. Gabriel deu o ultimato: — Suma daqui. Se chegar perto dela de novo, arque com as consequências.

Marcos partiu. Gabriel permaneceu do lado de fora, fumando um cigarro para tentar conter o ciúme e o pânico. A frase "Ela gosta é de mim" ecoava como uma maldição. Ao entrar no quarto, encontrou Alice andando de um lado para o outro.

— O que você disse para o irmão Marcos? — perguntou ela.

— "Irmão Marcos"? — Gabriel soltou uma risada gélida. — Que intimidade.

Ele a agarrou pelos pulsos com uma força que quase esmagou seus ossos e a jogou na cama. Sua aura era de uma loucura reprimida: — Alice Guimarães, o que eu vi lá fora foi o meu limite. Você é minha esposa. Se quer o divórcio, só por cima do meu cadáver!

Ele a calou com um beijo punitivo, carregado de desespero e posse. Alice, percebendo que ele estava fora de si, parou de resistir e tentou ser submissa para acalmá-lo, mas sua passividade só o irritou mais.

Ela está fazendo isso por culpa?

, pensou ele. Tomado por um instinto que ele mesmo desconhecia, ele a virou bruscamente.

— Não faça isso... — Alice sussurrou, tremendo. Pela primeira vez, Gabriel não parou ao ouvir o seu "não".

Ele a arrastou para um abismo de desejo sombrio até que ela perdesse os sentidos. Ao acordar, Alice estava sozinha. No criado-mudo, um copo de água, uma caixa com um colar de diamantes rosa da Graff e um bilhete:

"Surgiu uma emergência na Europa, precisei voltar. Sinto muito pela noite passada."

Alice apertou o papel e o rasgou em mil pedaços!

Homem cachorro! Ele a machuca, foge e acha que um colar resolve tudo? O que ele pensa que ela é?

A fúria deu lugar a uma mágoa profunda. Ela se enterrou no travesseiro, soluçando sozinha em meio ao sol da manhã que invadia o quarto.

 

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