localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato Capítulo 36: Bebê, chama de "irmão"

《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 36: Bebê, chama de "irmão"

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Enquanto o coração de Alice Guimarães afundava, a voz firme e clara de Gabriel Cavalcante veio da tela: — Não é isso.

— Bebê — foi a primeira vez que ele a chamou assim fora da cama. — Por que você pensaria uma coisa dessas?

Alice sentiu o nariz arder e desviou o rosto, murmurando: — Alguém me disse que eu me pareço com ela.

— Quem? — a voz de Gabriel gelou.

Alice mordeu o lábio, mas não entregou o nome de Ji. — Se não é por isso, tudo bem. Não importa quem disse.

— Então — Alice baixou os cílios, a voz um sussurro —, você acha que somos parecidas?

— Não sei.

Alice levantou o rosto, indignada. — Como assim "não sei"? Ou parece, ou não parece!

— Eu mal consigo me lembrar do rosto dela — Gabriel explicou suavemente. — Não tenho como comparar com você.

Gabriel sorriu, um brilho terno surgindo em seus olhos. — Bebê, você está com... ciúmes? — Ele ia dizer isso, mas mudou para: — Está brava?

— E eu não posso ficar? — ela rebateu, empinando o queixo.

— Pode o que quiser — o olhar de Gabriel era de pura adoração. — Não dê ouvidos a fofocas. Clarice morou conosco por causa da minha tia, e eu cuidei dela nos EUA a pedido da família. Apenas isso.

Aquelas palavras foram como água morna no coração de Alice.

O brilho voltou aos seus olhos. Ela tentou disfarçar a alegria, agindo como uma gatinha orgulhosa: — Ah, eu nem estava te interrogando, por que está me contando tudo isso?

Gabriel conhecia bem o jeito dela: radiante, mas teimosa e orgulhosa. — Porque eu quis contar para o meu bebê.

Alice corou, mudando de assunto para o horário em Berlim. Gabriel admitiu que sentia falta dela e queria continuar olhando para ela.

Alice, fingindo sono, deitou-se na cama, mas a câmera balançou e Gabriel viu o pijama dele sobre o travesseiro dela.

— Bebê, por que meu pijama está aí?

— Você viu errado! — ela exclamou, com as orelhas vermelhas. — Vou desligar, boa noite!

— Não desligue — ele ordenou, a voz rouca. — Bebê, você está com saudade?

Alice negou como um coelhinho irritado, mas sob o olhar intenso dele, não conseguiu sustentar a mentira.

O clima mudou.

Através da tela, os olhares se cruzaram em uma tensão carregada de desejo. Gabriel apertou o celular, as veias saltadas em sua mão.

— Bebê — ele sussurrou. — Me chama.

— Gabriel...

— Errado. Chama de irmão.

Alice entendeu imediatamente o que ele estava fazendo do outro lado. O calor subiu pelo seu rosto.

— Irmão... — ela sussurrou, fechando os olhos.

— Continue.

No quarto silencioso, apenas os sussurros dela e a respiração pesada de Gabriel preenchiam o ar.

— Bebê, sente-se — ele ordenou. — Tire a blusa.

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— Mostre para mim.

 

Alice encolheu os dedos dos pés, balançando a cabeça. — Eu não quero...

— Bebêzinha, você consegue — Gabriel a seduzia com a voz. — Comece pelos seios.

Alice, com os olhos marejados, murmurou: — Eu não sei fazer...

— Imagine que eu estou aí — ele a guiava. — Pense no que eu costumo fazer.

Alice fechou os olhos, lembrando-se das noites de paixão, e começou a imitá-lo.

— Isso, bebê. Muito bom — Gabriel gemia baixinho.

Apesar de estar impecável em seu terno em Berlim, a parte de baixo revelava a rendição total aos seus instintos sob a fachada de cavalheiro.

Nos dias seguintes, Gabriel conteve a saudade para resolver a crise na Alemanha. Ele negociou indenizações, visitou as famílias das vítimas e recuperou a imagem da empresa perante a mídia. Resolvido o externo, ele reestruturou a subsidiária alemã com punho de ferro.

Enquanto isso, em 10 de fevereiro, Clara dominou as redes sociais. No evento "Noite do Weibo", ela surgiu deslumbrante em um vestido sereia de veludo vermelho criado pela Lanxu. Em uma noite, a marca explodiu.

Alice, agindo como uma gestora nata, coordenou o marketing para aproveitar o auge. Os pedidos de alta-costura da Lanxu agora tinham fila até o final do ano seguinte.

O Sr. Augusto ficou orgulhoso da neta, lembrando-se do filho falecido. Ele olhou para uma foto de família, onde o lado esquerdo estava dobrado para dentro. De repente, o Mordomo Jorge entrou:

— Senhor, o segundo filho ligou da Inglaterra. Ele quer permissão para vir passar o Ano Novo Chinês.

— Diga a ele para ficar na Inglaterra. Não quero ligações — Augusto respondeu com frieza.

Na Zishang Fashion, a equipe celebrava o bônus triplo. Alice, porém, sentia um vazio. Era véspera de Ano Novo e Gabriel ainda não voltara. Ela foi para a mansão dos Cavalcante, onde recebeu presentes generosos dos sogros.

— Obrigada, mamãe — disse Alice, abraçando Helena.

— O Gabriel é um absurdo, nem no primeiro Ano Novo de casados ele consegue voltar — reclamou Helena.

— Está tudo bem, mamãe. Teremos muitos outros anos — Alice defendeu o marido.

Enquanto viam os fogos de artifício no jardim, Alice sentia falta de Gabriel e do avô. Helena percebeu a tristeza da nora e cutucou Ricardo com o olhar.

— Nini — disse Ricardo com doçura —, você quer ir para casa ver o seu avô? Eu peço para o motorista te levar agora.

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