localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato Capítulo 30: Eu me apaixonei por ela

《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 30: Eu me apaixonei por ela

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— Fala alguma coisa! — Artur empurrou o homem que bebia em silêncio à sua frente. — Me chama para sair e não diz nada.

Gabriel Cavalcante virou mais um copo de uísque, o pomo de adão movendo-se ritmadamente. Sua voz era fria: — Fica quieto.

— ... — Artur sentiu um nó na garganta. — Então por que me chamou?

— Para beber.

Artur arregaçou as mangas. — Tudo bem, vamos beber! Hoje eu vou te fazer cair debaixo da mesa!

A iluminação do camarote era baixa, e o som do gelo batendo no cristal ecoava suavemente. Após meia garrafa, o álcool começou a corroer a lucidez de Gabriel. Seu olhar, antes afiado e gélido, tornou-se turvo e melancólico.

Artur aproveitou a oportunidade para investigar: — Gabriel, você está mal de novo por causa da patroinha, não é?

Gabriel não respondeu. Artur, conhecendo bem aquela expressão, aproximou-se com um sorriso malicioso: — É por causa daquele amigo de infância dela de novo, o Lucas?

— Ela e o Lucas são apenas amigos — Gabriel o repreendeu com seriedade. — Você tem uma mente suja.

Artur teve vontade de lhe dar um soco.

Qual era o "cachorro" que estava morrendo de ciúmes até ontem?!

Ele cerrou os dentes e seguiu o jogo: — Sim, sim, eu sou sujo. Então, afinal, por que você está bravo?

Gabriel silenciou por um longo tempo. O gelo derretia lentamente, e gotas de água escorriam pelo copo. Ele finalmente sussurrou:

— Eu me apaixonei por ela.

— !!! — Os olhos de Artur quase saltaram das órbitas, e o susto o fez sobressaltar. — Gabriel, você está dizendo que se apaixonou pela Alice? Mas o acordo pré-nupcial não proibia se apaixonar?

Gabriel voltou a silenciar. Artur suspirou, impressionado: — Faz quanto tempo? Deixa eu contar... pouco mais de três meses. Gabriel, você esqueceu suas próprias regras?

Gabriel levantou as pálpebras e perguntou calmamente: — E daí?

Desta vez, foi Artur quem emudeceu. Como alguém podia ser tão desavergonhado? Criar as regras e depois ignorá-las com tanta naturalidade!

— Então por que está bravo? — Artur finalmente chegou ao ponto.

Gabriel não respondeu, mas seu rosto estava frio como o gelo em seu copo.

— Ah, já sei! — Artur bateu na própria coxa, rindo com sarcasmo. — A patroinha está seguindo o acordo à risca e não te ama, certo? Hahaha!

Gabriel estreitou os olhos: — Mais uma risada e ano que vem você vai gerenciar a nova mina de diamantes na África.

Artur calou-se imediatamente. — Errei, chefe. Vamos brindar!

Gabriel encarava o copo. No brilho do cristal, o rosto de Alice surgia nitidamente. O sorriso dela, as lágrimas, o jeito que ela corria em sua direção, ela dormindo em seus braços... Ele não sabia quando começou. O amor não nasce em um momento; ele é percebido em um momento.

Ele percebeu que ela seguira o acordo: ela não o amava. Que ironia.

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Gabriel virou o resto da bebida. Por que ela aceitara um casamento sem amor? Por que desistira da chance de encontrar alguém que a amasse? Ele se recusava a aprofundar esse pensamento.

Artur, já bêbado, implorava para não ir para a África enquanto Gabriel pegava o celular. — Liga para a Pequena Ci.

— Ela me bloqueou... — Artur choramingou.

Gabriel entregou o próprio aparelho: — Usa o meu. Diz que eu estou bêbado.

Artur ligou e, ao ouvir a voz de Ci, transformou-se em um cachorrinho carente. Ci, irritada porque Artur tivera um ataque de ciúmes após vê-la pesquisando modelos masculinos para seu livro, quase desligou, mas a menção de que Gabriel estava mal a fez ceder.

 

Meia hora depois, a porta do camarote abriu-se. Alice Guimarães entrou e seus olhos pousaram no marido jogado no sofá.

— Por que bebeu tanto? — sua voz era de reprovação, misturada com preocupação.

Gabriel abriu os olhos. Suas pálpebras estavam levemente avermelhadas e seu olhar fixou-se nela, em silêncio. Alice aproximou-se e tocou o rosto dele: — Está bêbado?

— Não — ele respondeu com firmeza, mas esfregou o rosto contra a palma da mão dela.

Estava bêbado de verdade. Com a ajuda do garçom, Alice o levantou. Ci, que estava sendo abraçada por um Artur grudento, piscou para Alice: — Não esqueça a roupa que compramos. Espero o feedback!

Alice corou e saiu rapidamente. No corredor, Gabriel pesava sobre seus ombros, parecendo inconsciente. No entanto, ao passar por um vaso que Alice quase derrubou, ele o segurou com precisão cirúrgica e o colocou no lugar, antes de voltar a se aninhar no pescoço dela.

Ao chegarem em casa, Alice preparou uma água com mel. Gabriel exigiu: — Você me dá na boca.

Alice, achando que ele estava vulnerável pelo álcool, cedeu e cuidou dele com paciência. No banheiro, Gabriel foi ainda mais ousado: — Me ajuda a tomar banho.

Alice tentou fugir, mas o gemido de "dor" de Gabriel a fez voltar. Entre o vapor do chuveiro, ela ensaboou o corpo dele, sentindo os músculos firmes sob suas mãos. Ela não sabia que Gabriel a observava com um sorriso vitorioso. Ele sabia que ela não o amava ainda, mas prometeu a si mesmo que ela pertenceria a ele por completo, de corpo e alma.

— Bebê, com força... — ele sussurrou em seu ouvido, a voz rouca agindo como fogo em seus sentidos.

Ao saírem do banho, Alice lembrou-se da sacola com a lingerie de Natal na sala e correu para buscá-la antes que Dona Maria visse. No closet, Gabriel a flagrou tentando esconder o pacote.

— O que tem aí? — ele perguntou, tirando a sacola das mãos dela.

Alice tapou o rosto enquanto Gabriel tirava, peça por peça, o vestido de veludo vermelho, a coleira de sino e a tiara de coelho.

Gabriel sentou-se no sofá do closet e a puxou para o seu colo: — Veste para mim.

Alice balançou a cabeça negativamente, mas Gabriel foi persistente: — Eu quero ver. Você vai ficar linda, bebê.

— Outro dia... — ela tentou adiar.

— O que se pode fazer hoje, não se deixa para amanhã — Gabriel disse calmamente enquanto desfazia o laço do roupão dela. Com um leve puxão, a seda deslizou pelo corpo de Alice, caindo no chão.

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