localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato Capítulo 27: Vá dormir com o seu saco de preservativos!

《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 27: Vá dormir com o seu saco de preservativos!

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Alice saiu do banheiro com passos muito mais leves do que quando entrou, um sorriso brilhando nos olhos:

— Deu negativo nos três testes. Eu não estou grávida.

Gabriel soltou um suspiro de alívio junto com ela. Mas, antes mesmo que aquele peso saísse totalmente de seu peito, uma sensação estranha de vazio o atingiu.

Ele não queria vê-la chorar, mas ao vê-la tão radiante e sem fardo algum, sentiu uma pontada de amargura.

No fim das contas, ela não desejava um filho deles. Esse pensamento o espetou como uma agulha — não chegava a ser uma dor aguda, mas era impossível de ignorar.

— Por segurança, vamos testar de novo em dois dias — disse ele, recuperando a calma.

— Uhum — Alice se virou para pegar a sacola de compras dele. Ao notar o peso, franziu o cenho. — Quantos testes você comprou? Está pesado.

Ao olhar dentro da sacola, seus olhos se arregalaram.

Além dos testes no topo, o restante da sacola estava entupido de caixas e mais caixas de preservativos.

O rosto dela ferveu instantaneamente. Ela arremessou a sacola contra ele:

— Por que diabos você comprou tanto disso?! Vai abrir um atacado?!

Gabriel pegou a sacola por instinto e pigarreou:

— O estoque de casa acabou. Pensei que, se você não estivesse grávida, iríamos usar bastante...

Antes de terminar, foi cortado por um olhar mortal:

— Você é bem precavido, não é?

Ele tentou segurar a mão dela, mas Alice o empurrou sem piedade.

Ela passou o dia morrendo de medo de uma gravidez precoce, enquanto o "culpado" saía para comprar testes e aproveitava para estocar "ferramentas de crime"!

E ainda comprou um exagero! Pensar que na primeira vez que o viu, achou que ele era um homem frio e distante... quem diria que ele era um...

Tomada pela irritação, ela o expulsou do quarto junto com a sacola de preservativos. A porta bateu com estrondo, quase atingindo o nariz de Gabriel.

Ele não desistiu e bateu na porta, implorando:

— Nini, eu errei. Não fica brava.

— Vá embora! Não quero te ver agora!

— Onde eu vou dormir hoje?

— A casa é enorme, durma onde quiser!

— Mas eu só quero dormir abraçado com você...

— ...Vá dormir com o seu saco de preservativos!

Depois disso, Alice não respondeu mais a nenhuma palavra dele.

Gabriel foi para o quarto de hóspedes, mas ao abrir a porta, deu de cara com um cômodo vazio.

Só então lembrou que tinha ordenado a Dona Maria que retirasse a cama de lá.

Naquela mansão, além da suíte principal e do quarto da governanta, não havia mais nenhuma cama.

Aos vinte e nove anos, Gabriel Cavalcante se viu encolhido no sofá da sala, sentindo na pele o que significava dar um tiro no próprio pé.

Na manhã seguinte, Dona Maria voltou de folga e encontrou o patrão, criado como um príncipe, todo desconfortável no sofá. Ela não perdeu a chance de zombar:

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— Eu avisei para deixar uma saída de emergência. Não ouviu o conselho da velha, agora olha aí.

Gabriel levantou-se massageando o braço dormente:

— Dona Maria, a partir de hoje, a senhora volta a morar na mansão dos meus pais.

Maria fez sinal de zíper na boca imediatamente. Gabriel suspirou:

— A regra da Alice atrasou. Prepare uma sopa para fortalecer o sangue dela.

— Oh? — Os olhos de Maria brilharam. — Será que vem bebê por aí?

— Não. Infelizmente não.

Alice desceu e, embora Gabriel a seguisse como um cachorrinho carente, ela não lhe dirigiu um único olhar.

Dona Maria a acolheu com carinho, explicando que o estresse dos últimos dias poderia ter causado o atraso.

Alice sentiu um calor no coração; órfã de mãe desde cedo, nunca tivera uma figura feminina para lhe dar esses conselhos.

Enquanto Gabriel ia para a empresa frustrado, Alice foi ao Hospital Anchieta buscar Bia, que receberia alta.

Ao passar pelo saguão, viu um vídeo sobre check-ups e decidiu fazer um exame de sangue para ter certeza absoluta sobre a gravidez.

Lá, ela encontrou Xue, o amigo de sua prima Ji.

Xue foi extremamente cortês e solícito, ajudando Alice a encontrar as salas de exame, já que o hospital era imenso.

O que ela não sabia era que, sob a fachada de cavalheiro, Xue escondia segundas intenções.

Enquanto Alice colhia sangue, Xue entrou na sala de ultrassom e, aproveitando uma distração do médico, instalou uma câmera oculta apontada para a maca de exames.

 

Alice deitou-se para o exame conforme orientado.

Quando o gel frio tocou seu ventre alvo, ela estremeceu levemente. Ela não fazia ideia de que cada movimento seu estava sendo gravado por Xue.

De trás da tela em seu escritório, Xue observava a imagem com a respiração pesada, perdido em fantasias lúbricas com a esposa de Gabriel.

Alice terminou o exame sentindo um desconforto inexplicável naquele lugar. Ela se limpou rapidamente e foi encontrar Bia.

Após se despedir da amiga, que voltaria para sua cidade natal para terminar a recuperação, Alice imprimiu os resultados no totem do hospital.

Alívio total: Negativo.

No caminho de volta, Alice sentiu a cólica familiar.

Ao chegar em casa, confirmou: sua menstruação finalmente havia chegado. Pela primeira vez na vida, ela comemorou o evento.

Ela deitou-se na cama para um cochilo, sentindo falta do perfume de Gabriel no travesseiro ao lado.

Seus olhos caíram sobre o criado-mudo entreaberto: estava lotado de preservativos organizados. Ela fechou a gaveta com força, irritada e, ao mesmo tempo, tramando algo.

À noite, Gabriel voltou e ficou parado na porta do quarto, sem coragem de entrar.

— Vai ficar aí parado ou quer que eu te mande um convite? — a voz de Alice veio lá de dentro.

Gabriel entrou radiante. — Nini, você... não está mais brava?

— Sou uma pessoa generosa, não vou guardar rancor — disse ela, fingindo ler uma revista.

Gabriel correu para o banho e, ao deitar-se, tentou abraçá-la. Alice, para sua surpresa, não o repeliu. Ela se aninhou na cintura dele e sussurrou: — Me beija.

Era a primeira vez que ela pedia um beijo de forma tão direta. Gabriel sentiu seu corpo incendiar. Ele a beijou com ternura, mas logo Alice começou a provocar, deslizando as mãos sob a camisa dele, traçando seus músculos abdominais e subindo até o peitoral. Gabriel travou, a respiração pesada.

— Bebê, não brinca... amanhã fazemos o teste de novo.

Alice deslizou os dedos pelo pescoço dele e sussurrou: — Eu já fiz o exame no hospital hoje. Não estou grávida.

Gabriel perdeu o controle. Ele a pressionou contra o colchão, abrindo os botões do pijama dela enquanto tateava a gaveta do criado-mudo. Mas, ao procurar o que queria, sentiu algo diferente. Ele tateou novamente, paralisou e olhou para ela sem acreditar.

Alice caiu na gargalhada. Ela tinha escondido ou trocado o conteúdo? Ver a cara de tacho do grande CEO foi sua maior vitória. Gabriel cerrou os dentes:

— Você fez de propósito?

— Fiz! — ela ergueu o queixo, desafiadora. — Isso é por ter me matado de susto com aquela sacola cheia de caixas!

Gabriel sentiu uma mistura de luxúria e frustração. Ele estava pronto para explodir e ela simplesmente se cobriu, dizendo "boa noite".

— Nini, você não pode me deixar assim — ele implorou, perdendo toda a dignidade. — Tenha pena de mim... me ajuda, por favor?

Alice espiou por cima do cobertor, com os olhos úmidos e brilhantes.

— Como eu vou ajudar?

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