《O CEO Gélido e a Herdeira Rebelde: Um Casamento por Contrato》Capítulo 23

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Os olhos de Alice se encheram de lágrimas.

Ela virou-se bruscamente, mordendo o lábio para conter o choro, mas acabou desabando.

No hospital, médicos e enfermeiras entraram para examinar Bia.

Gabriel aproximou-se de Alice, envolvendo-a em um abraço silencioso, oferecendo seu apoio apenas com a presença.

Quando ela se acalmou, ele perguntou se a família de Bia sabia.

Alice explicou que a mãe dela chegaria naquele dia e garantiu que seu próprio avô, Augusto, não soubesse do ocorrido para não afetar sua saúde.

O médico trouxe boas notícias: os indicadores de Bia estavam estáveis.

Beatriz, a diretora de design, chegou ao hospital após viajar a noite toda.

Ela ordenou que Alice e Gabriel fossem para casa descansar: "Eu cuido de tudo aqui. Vão dormir e voltem quando estiverem refeitos."

No carro, Alice adormeceu quase instantaneamente no colo de Gabriel.

Ao chegarem à Mansão Aurora, ele a levou no colo até o quarto, tirou seus sapatos e a cobriu com cuidado antes de ir para o escritório. Lá, ele assistiu às imagens das câmeras de segurança.

Ver Alice reagindo com bravura o emocionou, mas ver a faca de Isabela tão perto do rosto dela fez seu coração parar por um segundo.

A fúria silenciosa começou a borbulhar sob sua pele.

Ricardo e Helena apareceram na mansão, preocupados.

Gabriel explicou que o ataque de Isabela parecia motivado por vingança pessoal e pela morte do pai na prisão, mas ele suspeitava que havia algo mais profundo.

Seus pais prometeram mover influências para investigar a fundo.

À noite, Alice teve pesadelos.

Gabriel deitou-se ao lado dela, abraçando-a e repetindo: "Não tenha medo. Eu estou aqui." Na manhã seguinte, ele garantiu que ela se alimentasse bem antes de permitir que ela voltasse ao hospital, desta vez cercada por uma equipe de guarda-costas.

 

No hospital, Alice conheceu a mãe de Bia, a Sra. Yang.

Alice estava pronta para ser punida, mas a mulher a tratou com doçura: "Bia falava muito bem de você. Ela te salvou porque te considera uma amiga de verdade. Não carregue essa culpa."

Enquanto isso, em um local reservado, Gabriel confrontava o Sr. Wang. Paula estava imobilizada no chão por seguranças, chorando.

Gabriel jogou provas diante do Sr. Wang, revelando que Paula havia manipulado Isabela, prometendo advogados que nunca agiram e incentivando o ódio contra Alice.

"Minha filha é bondosa!", exclamou o Sr. Wang, desesperado.

"Bondosa?", Gabriel sorriu friamente. "Ela orquestrou a ruína da família de Isabela e usou a loucura dela como arma contra minha esposa."

Gabriel sinalizou para Felipe, que trouxe uma bandeja com uma faca afiada.

"O que você vai fazer?", perguntou o Sr. Wang, trêmulo.

"Sua filha fará Bia passar pela mesma dor," disse Gabriel com voz gélida. "Sr. Wang, escolha: ou você mesmo faz isso para dar uma lição nela, ou o Grupo Dongjing declarará falência amanhã."

Encurralado pelo poder implacável do CEO do Grupo Cavalcante, o Sr. Wang, em prantos, pegou a faca e pressionou-a contra as mãos da própria filha. Os gritos de Paula ecoaram pelo local.

"Gabriel, você é cruel! Eu fiz isso por amor! Eu te amo há cinco anos!", gritava Paula entre soluços de dor.

"Usar o amor como desculpa para um crime é patético," rebateu Gabriel. "Você não é digna de mencionar o nome da minha esposa."

Ele se virou para sair, ordenando que Felipe limpasse o local e levasse ambos para a polícia. Ao contornar o biombo para sair da sala, Gabriel estancou. Suas pupilas se contraíram ao ver a pessoa parada na porta:

— O que você está fazendo aqui?

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