localização atual: Novela Mágica 18+ Moderno Obcecado por Ela: Domando a Fera Capítulo 30: O Grande Final Feliz (Conclusão!)

《Obcecado por Ela: Domando a Fera》Capítulo 30: O Grande Final Feliz (Conclusão!)

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No entanto, Murilo não parou; ele continuou a usar a língua com afinco, como se quisesse saborear cada gota do néctar de Nina até que tudo estivesse limpo...

Sua língua varria aquela zona sensível em movimentos de vaivém, não deixando escapar nenhum resquício de prazer!

Nina, ainda sob o efeito do clímax, tremia levemente, sentindo a carícia incessante de Murilo.

A sensação de prazer extremo era quase insuportável, restando-lhe apenas segurar os cabelos dele com força enquanto murmurava:

— Uhm... Murilo... eu cheguei lá... não suga, ahhh... para de lamber... ahhh...

Murilo sugava avidamente o mel que transbordava do orgasmo de Nina. Cada movimento carregava um desejo profundo e uma entrega total.

Ele ergueu o rosto, com os olhos ardendo em luxúria e a voz rouca, sussurrando palavras obscenas que faziam Nina arder de vergonha.

— Querida, seu sabor me vicia de um jeito... eu quero provar isso pelo resto da vida...

Nina ficou com o rosto completamente rubro; mortificada de timidez, empurrou Murilo e usou uma toalha às pressas para se limpar, fugindo do banheiro logo em seguida.

Murilo saiu logo depois e encontrou-a encolhida no canto da cama, com o olhar ainda perdido entre o desejo remanescente e o pudor.

Ele se aproximou e a envolveu carinhosamente nos braços.

Contudo, mesmo assim, sua masculinidade continuava rígida como ferro, pressionando contra as pernas de Nina.

Ela sentiu o volume ardente e estremeceu, pensando consigo mesma:

Como o desejo desse homem pode ser tão insaciável?

— Murilo, você... — Nina começou, mas sua voz era tão baixa quanto um sussurro.

Murilo beijou a testa dela e murmurou: — Querida, eu não consigo me controlar. Minha mente está cheia de você. Para mim, você é um veneno letal.

Ele queria possuí-la novamente!

Suas mãos começaram a percorrer o corpo de Nina, deslizando da cintura fina para as nádegas arredondadas, arrancando dela um gemido reprimido.

Sob a investida persistente de Murilo, Nina mordeu o lábio e, após hesitar, ajoelhou-se lentamente na cama.

Suas mãos envolveram com delicadeza o membro de Murilo. Ele respirou fundo e seu olhar tornou-se ainda mais profundo.

Os movimentos de Nina eram inicialmente hesitantes... Ela ergueu os olhos para observá-lo e, ao ver sua expressão de puro deleite, a tensão diminuiu. Ela abriu a boca levemente, acolhendo-o e iniciando o movimento...

— Ah... Nina, você é incrível... — a voz de Murilo tornava-se cada vez mais pesada.

Nina, encorajada pelo elogio, esforçou-se ainda mais, ora usando a ponta da língua em círculos, ora movendo-se com ritmo.

Murilo agarrava os lençóis com força, o corpo tremendo enquanto soltava gemidos e elogios desconexos.

Conforme o tempo passava, Murilo sentiu que estava prestes a atingir o limite. Sua respiração acelerou e ele segurou os cabelos de Nina com as mãos trêmulas.

— Querida, aperte... eu vou gozar.

Nina entendeu o sinal e intensificou o ritmo.

Sua boca apertava-se e a língua trabalhava com agilidade, fazendo o prazer de Murilo vir em ondas avassaladoras. Em um tremor final e intenso, ele liberou tudo...

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O corpo de Murilo retesou-se e ele soltou um rugido baixo de satisfação, sentindo-se no paraíso.

O fluido quente jorrou como uma torrente... diretamente para dentro da boca de Nina.

Ela sentiu a essência dele escorrer por sua garganta e o calor espalhar-se por seu interior.

Piscou os olhos, com as bochechas coradas, saboreando aquele momento íntimo. Murilo relaxou com um suspiro de "foi bom demais".

Nina, com a boca ainda marcada pela experiência, engoliu lentamente o que restava, mantendo um brilho nos lábios.

Ela parecia ainda mais sedutora após o ato. Murilo a puxou para um abraço de urso, apertando-a como se quisesse fundi-la ao seu corpo.

— Nina, você é minha. Para sempre.

— Uhm...

— Nina, eu te amo. Desde o primeiro instante, eu soube que nunca conseguiria te deixar. — Murilo olhou-a nos olhos, falando com toda a seriedade de sua alma.

Os olhos de Nina marejaram. Encostada no peito dele, ela respondeu baixinho: — Eu também te amo, Murilo.

Naquele ambiente aquecido, os dois se abraçaram firmemente, aproveitando aquele momento de conexão profunda, onde o mundo se resumia ao batimento cardíaco um do outro.

 

O vento de maio em Londres trazia uma garoa fina que molhava os cílios de Lucas.

Ele estava na esquina, observando Nina e Murilo sorrirem um para o outro através da vitrine de um café.

Nina usava o garfo para partir o morango de um bolo de mousse, e Murilo limpava cuidadosamente o creme do canto da boca dela, como se tocasse um tesouro precioso.

Lucas respirou fundo e caminhou em direção ao café. Quando o sino da porta tocou, o sorriso de Nina congelou por um instante.

Murilo, por instinto, puxou a cadeira dela para mais perto de si — um gesto simples que apertou o coração de Lucas.

Antigamente, ele sonhava em ser aquele que a protegeria, mas agora, sua possessividade doentia havia se estilhaçado com o tempo.

— Parabéns. — Lucas empurrou um latte quente para Nina; o desenho na espuma era um girassol desajeitado.

— Ouvi dizer que compraram uma casa à beira do Tâmisa?

Nina olhou para o vapor do café e assentiu suavemente, desviando o olhar.

Sentia uma pontada de culpa ao lembrar dos anos de infância em que Lucas a amava tanto, e ela acabou por não corresponder...

O silêncio constrangedor pairou até que Lucas soltou uma risada:

— Murilo, se você ousar fazê-la chorar... — ele fez uma pausa, olhando para o anel de diamante no dedo de Nina, — ...eu conheço advogados muito bons no setor financeiro.

Murilo arqueou a sobrancelha: — Pode deixar. Eu tenho mais medo de que ela me faça chorar.

Nina riu, mas o riso diminuiu ao notar a solidão no olhar de Lucas. Ela quis dizer algo, mas não sabia por onde começar.

Tomou coragem e disse: — Lucas, me desculpe por tudo... eu sempre quis encontrar um jeito de te compensar.

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Ele balançou a mão, com uma voz doce, mas firme: — Não precisa, de verdade. O que passou, passou. O importante é que você esteja bem agora. — Lucas forçou um sorriso leve. — Nina, ver você feliz assim me ajuda a seguir em frente.

Ele deu uma última olhada profunda para ela, como se gravasse aquela imagem na alma, virou-se e partiu sob o som do sino da porta.

Seu caminhar era solitário, mas trazia uma paz de espírito libertadora.

**

De volta ao seu apartamento, Lucas abriu um diário antigo.

Nas páginas amareladas, estavam registrados detalhes minuciosos sobre Nina:

3 de setembro de 2016: Ela entrou na sala com um rabo de cavalo alto.

15 de abril de 2018: Ela caiu na educação física e ver o joelho dela sangrando me partiu o coração.

7 de novembro de 2020: O dia em que o pai dela foi preso, passei a noite toda vigiando a porta da casa dela...

A caneta hesitou antes de escrever as últimas palavras:

"Querida Nina,

Quando ler isto, talvez eu esteja em algum lugar distante deste mundo... Minhas mãos tremem ao escrever, como se eu fosse novamente aquele estudante de ensino médio ensaiando uma confissão.

Eu guardei suas provas, coloquei bilhetes com resoluções de problemas na sua mesa... até fingi gostar das suas músicas favoritas. Quando sua família ruiu, eu quis ser seu porto seguro, mas tive medo da pressão dos meus pais. Eu odiei o Murilo por ter sua atenção tão facilmente! Planejei vinganças, mas ao ver o brilho nos seus olhos — o brilho que só ele te dá — eu entendi que amar não é possuir, mas querer sua felicidade.

Fico feliz que quem te proteja agora seja o Murilo, o homem que aceitou levar um tiro por você. Estou aprendendo a fazer as pazes com o passado e transformo meu amor em uma bênção silenciosa. Que você seja sempre cercada de amor, como as águas do Tâmisa, que nunca param de fluir.

Com carinho,

Lucas.

5 de maio de 2025."

O papel foi dobrado em um pequeno quadrado e guardado no fundo de uma gaveta. Lá fora, a chuva parou e o sol atravessou as nuvens.

O que antes parecia uma obsessão insuperável, finalmente assentou-se como uma memória preciosa.

Lucas olhou para a luz, em paz, dando o primeiro passo em direção à sua própria nova jornada.

—— FIM ——

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