localização atual: Novela Mágica 18+ Moderno Obcecado por Ela: Domando a Fera Capítulo 29: Fazendo Amor em uma Cama de Flores

《Obcecado por Ela: Domando a Fera》Capítulo 29: Fazendo Amor em uma Cama de Flores

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A luz do luar projetava uma geada prateada na clavícula de Nina através das cortinas de renda.

A respiração febril de Murilo roçava o lóbulo de sua orelha avermelhado; quando seus dedos acariciaram a cintura dela, Nina estremeceu, segurando com força os fios de cabelo na nuca dele.

— Você ainda se lembra da primeira vez?

Ele murmurou enquanto abocanhava o lóbulo da orelha dela, a barba por fazer causando-lhe cócegas. — Naquela época, você parecia uma gata selvagem de pelos eriçados, mas agora...

Antes que ele terminasse, Nina ficou na ponta dos pés e mordeu o lábio inferior de Murilo, sentindo o dulçor do bolo de morango em meio ao gemido abafado dele.

— Murilo, daquela vez, você me maltratou a noite inteira e me fez sentir muita dor. Hum, agora é a minha vez.

Nina o empurrou contra a cama coberta de pétalas.

O luar desenhava as linhas musculares de seu abdômen definido, onde a cicatriz deixada para salvá-la aparecia e desaparecia conforme ele respirava.

Quando a ponta dos dedos de Nina deslizou pelo peito de Murilo, ele subitamente girou o corpo, prendendo-a por baixo, e abriu a alça do sutiã dela enquanto sua glote se movia.

— Nininha, você está brincando com fogo.

Nina ergueu o rosto, o pescoço brilhando como pérola sob a luz das velas: — Foi você quem acendeu o fogo primeiro.

Ela propositalmente roçou o joelho na parte interna da coxa ardente dele, recebendo como resposta um beijo impetuoso que calou seus lábios.

Este beijo foi mais tórrido que qualquer outro; a língua de Murilo invadiu sua boca com autoridade, entrelaçando-se e pressionando...

A palma de Murilo deslizou pelas costas de Nina e deu um aperto leve em suas nádegas, arrancando-lhe um grito baixo.

Em seguida, seus beijos desceram pelo pescoço, deixando um rastro de marcas febris em sua pele delicada.

Esse beijo úmido só terminou quando ambos ficaram sem fôlego...

— Aqui... — a palma ardente dele cobriu o seio esquerdo dela, o polegar massageando o mamilo ereto. — Está mais sensível do que da última vez.

O corpo de Nina tremia levemente, seus olhos perdidos em um misto de desejo e timidez.

Ela mordia o lábio inferior, como se reprimisse a luxúria que subia em seu interior.

Ao vê-la assim, o olhar de Murilo tornou-se ainda mais voraz e seus movimentos mais urgentes, como se quisesse fundi-la inteiramente à sua vida.

A outra mão de Murilo deslizou pela parte interna da coxa, tateando sua fenda sensível, o que fez Nina estremecer por inteiro, quase soltando um grito.

Os dedos dele afastaram a penugem entre suas pernas; o toque era escorregadio e quente.

Sua intimidade já estava pronta para ele, transbordando mel.

Seus movimentos tornaram-se mais ousados, os dedos traçando círculos no ponto mais sensível, sentindo o tremor e a resposta do corpo dela.

Nina mordia o lábio e desviava o rosto, mas soltou um gemido involuntário quando ele abocanhou seu mamilo e sugou com força.

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— Ah... uh... Murilo!

Ele ergueu o rosto com um sorriso malicioso, o fio de prata deixado pela saliva brilhando sob a luz das velas.

Logo em seguida, ele a beijou novamente, sua língua saqueando tudo, como se quisesse roubar sua alma.

Simultaneamente, seus dedos aceleraram o ritmo na região sensível, aumentando a intensidade, fazendo o corpo de Nina sofrer espasmos como se tivesse levado um choque.

Nina arqueou as costas bruscamente: — Não... não toque assim...

— Shh... — Murilo roçou o nariz em seu ventre, sua respiração quente atingindo o lugar mais privado dela. — Nininha, me diga, onde você mais quer ser tocada? É nesta fenda encharcada?

Nina enterrou o rosto no travesseiro de vergonha, mas sua voz abafada só deixou o homem mais excitado.

Com os dedos movendo-se ritmicamente, ele continuou a estimular a fenda sensível de Nina, explorando cada ponto como se descobrisse um tesouro misterioso.

— Murilo... eu... eu não aguento mais...

Nina lutava nas ondas da paixão, cravando as unhas nas costas dele.

Seu corpo era como uma corda de harpa tensionada, emitindo vibrações sob os toques dele, contorcendo-se em busca de uma união mais estreita.

Murilo, como um músico incansável, mudava o dedilhado apenas para tocar a melodia mais extrema dela.

Ele apoiou o tronco, o suor pingando de sua testa e as pupilas dilatadas pela luxúria: — Olhe para mim, Nininha.

Ele encostou a testa na dela, com a voz rouca como lixa: — Nininha, você é minha, sempre será. Esta fenda fascinante também é minha.

Os olhos de Nina estavam nublados, olhando para Murilo com desejo infinito, a boca entreaberta em respirações curtas.

Seu corpo estava em brasas sob as carícias dele, prestes a incendiar.

— Sim, é sua, é tudo seu.

No momento em que Murilo entrou profundamente, ambos soltaram um suspiro de satisfação total!

 

Murilo sentia o aperto firme de Nina ao redor dele; o desejo em seu corpo pulsava como uma maré indomável.

Ele iniciou o ritmo primordial de estocadas, primeiro de forma lenta, saboreando a intimidade rara, e depois acelerando gradualmente.

Cada investida carregava um forte desejo de posse, e a cama rangia levemente, acompanhando a trilha sonora daquela paixão.

Nina envolveu o pescoço dele e cruzou as pernas em sua cintura, murmurando entre soluços:

— Tão... tão cheio... Murilo... uh... eu não aguento... ah...

Murilo enterrou o rosto na curva do pescoço dela, soprando ar quente em sua pele:

— Nininha, eu te amo. Nunca vou te soltar nesta vida.

Seu suco escorria por suas costas firmes e pingava na pele febril de Nina, trazendo um frescor passageiro.

Seus corpos estavam tão colados que pareciam um só, afundando na luxúria sem distinguir quem era quem.

Inicialmente, Murilo usou a posição do missionário, com movimentos ternos e rítmicos.

— Querida, você sabe o quão fascinante você é? Sua fenda me aperta tanto — sussurrou ele.

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— Só você para dizer essas coisas — respondeu ela com um tom dengoso.

Logo, o quarto foi preenchido por respirações entrelaçadas e gemidos.

Conforme a paixão subia, Murilo virou Nina delicadamente, mudando para a posição de quatro.

Ele se inclinou, mordendo levemente o ombro dela e deixando uma marca, enquanto seus quadris moviam-se de forma selvagem.

Cada impacto parecia querer possuí-la completamente!

— Gosta assim? Está gostoso? — perguntou ele com voz rouca.

— Sim... uh... muito gostoso... não para, bate forte na minha fenda... ah...

Nesse momento, Murilo parecia movido pelo instinto primordial.

Ele fixou o olhar em Nina abaixo dele, com movimentos cada vez mais frenéticos, transmitindo todo o seu sentimento através daquele impacto violento.

— Nininha, gosta de ser comida por mim?

— Gos... ah... gosto...

Nina agarrava os lençóis com força, seu corpo tremendo.

Ela não conseguia evitar os gemidos altos que ecoavam pelo quarto, misturando-se à respiração pesada dele.

Cada investida de Murilo era como uma declaração de amor eterno, e Nina, sob aquele choque intenso, sofria espasmos involuntários, deixando marcas vermelhas nas costas dele com as unhas.

Ele alternava entre investidas ferozes e movimentos lentos e provocantes, atingindo com precisão os sentidos dela.

Nina, com o olhar perdido, murmurava:

— Murilo... ah... para... eu não aguento mais... ah... eu vou chegar lá... devagar...

— Querida, aguente firme, eu vou te fazer sentir ainda melhor — respondeu ele, ofegante.

Murilo levou a paixão ao ponto de ebulição, com rugidos baixos a cada estocada. Nina atingiu o ápice com gritos agudos, entregue ao prazer absoluto e esquecendo todo o resto.

Após o clímax, ele a ajudou a sentar-se sobre ele, abraçados frente a frente. Ele acariciava as costas dela e beijava sua bochecha, continuando um movimento estável e ardente.

— Seremos sempre assim, não é? — perguntou Nina baixinho.

— Claro, para sempre. Sua fenda também será sempre só minha — afirmou Murilo com firmeza.

Os braços de Nina o apertaram, as testas coladas, e o amor atingiu o ápice naquela noite.

Murilo fixou o olhar nela e, no segundo seguinte, seus braços a envolveram como aros de ferro, levantando-a com facilidade.

— O que você está fazendo? Não tinha acabado? — exclamou Nina, abraçando o pescoço dele e cruzando as pernas em sua cintura por instinto.

Murilo caminhou a passos largos em direção ao banheiro, com o ar carregado de desejo.

— Querida, isso é apenas o começo, está longe de acabar. Eu vou deixar sua fenda ainda mais molhada.

Ele rosnou no ouvido dela, sua voz cheia de um desejo insaciável que parecia fisgar a alma de Nina.

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